- Janja vai ao ginecologista de FAB.
- Ministra da Cultura usa FAB para ir a jogo de futebol.
- Lula manda FAB buscar condenada por corrupção no Peru.
Mas uma mãe desesperada, com o filho de 8 anos com câncer terminal em Portugal, ouviu que ele era “caso perdido”.
Precisou o Governo Tarcísio agir para trazer a criança de volta.
Engraçado: quando é para perdoar a mãe do caso Henry Borel, aparece tese sobre misoginia, patriarcado e “mãe vítima da sociedade”.
Mas quando uma mãe real implora ajuda ao governo Lula, aí não tem tese, não tem patriarcado, não tem misoginia.
Só o abandono!
Aborto e prisão de velhinhas num dia. Marcha para Jesus no outro.
Esse é o Bessias, “office boy” de Lula, no evento religioso. Pois é.
Foi ele quem assinou o parecer pela liberação da assistolia fetal no assassinato de bebês no ventre. Uma técnica de crueldade extrema, proibida até na veterinária pela forma como provoca a morte da criança.
O militante vermelho também fez questão de se orgulhar de ter sido o primeiro a pedir a prisão dos manifestantes do 8 de janeiro.
Constrangedor.
🚨GRAVE - “GilmarPalooza”, em Lisboa, contará com a presença de 135 autoridades que terão suas passagens e diárias pagas com o dinheiro público, conforme consta no Portal da Transparência
O Secretário de Defesa dos Estados Unidos levou sua esposa a Singapura usando camisetas iguais com a frase “This is War” (“Isto é Guerra”) para se exercitarem a bordo do navio de assalto anfíbio USS Boxer. (TVP World)
Fala @GuilhermeBoulos . Será que os EUA vão classificar Ministros do Lula que receberam a “Dama do Tráfico”, do CV, como aliados de terroristas? Rapaz! Cuidado aí com essa foto e com a lacração na internet.
- E as crianças de ARROIO GRANDE que foram sequestradas pelo Estado?
- Por que o caso segue em segredo de justiça?
- Os deputados federais e estaduais do Rio Grande do Sul estão acompanhando?
Quem tiver atualizações, peço o favor de compartilhar.
Obrigado.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q
Quem é a senadora de esquerda delatada por Maurício Camisotti, que teria recebido mais de R$ 7 milhões do roubo contra aposentados e pensionistas?
Está na hora de o STF e a Polícia Federal baterem nessa porta.
Nesta reportagem, conto a história do Terceiro Manuscrito da Serra do Curral, encontrado no celular do delegado da PF Rodrigo de Melo Teixeira.
Teixeira foi o delegado que investigou a facada contra Jair Bolsonaro e concluiu que Adélio Bispo agiu sozinho. Anos depois, tornou-se o número três da Polícia Federal no governo Lula.
Preso na Operação Rejeito, ele guardava no celular três manuscritos: organogramas desenhados à mão que mapeavam um dos maiores esquemas de corrupção na mineração de Minas Gerais.
Dois circularam na imprensa. O terceiro foi omitido.
Era justamente o que mostrava a etapa final do esquema: a rota do minério extraído ilegalmente até grandes compradoras do setor, como a Vale.
Depois de meses de apuração, A Investigação revela agora uma rede que passa pelos governos Lula e Zema, órgãos ambientais, empresas de fachada, operadores políticos, banqueiros e mineradoras.
Minas virou o laboratório onde se encontram três economias: a mineral, que depende de licenças; a financeira, que transforma ativos problemáticos em garantias e negócios; e a eleitoral, que converte acesso, doações e influência em poder.
Leia a reportagem completa em @a_investigacao_:
https://t.co/S2VCD3ExQx
Esse é Steven Monacelli, jornalista contratado pelo Intercept pra ir até a casa do Eduardo Bolsonaro no Texas.
Eu já disse uma vez e repito, deixem as famílias em paz!
🇺🇸 Este aqui é o qualira que andou rondando a casa de Eduardo Bolsonaro nos EUA nesta semana.
O repórter de soja é conhecido como Steven Monacelli, um militante da extrema-esquerda americana.
Ele mora no Texas.