@dariojjunior Equipe fuleira, sem motivação, não sabe sair jogando, não tem jogadas ensaiadas, os jogadores não se posicionam para receber passes e não tem movimentação, só o talento individual de um Vini pode salvar o jogo.
Eu trabalhei durante 15 anos para o Grupo Globo: na CBN (Sistema Globo de Rádio) e GloboNews. Não posso negar que aprendi muito na companhia de grandes nomes do jornalismo.
Mas eu entendo perfeitamente a sensação da jornalista Edna Gomes, que deixou a GloboNews e vem a público dar nomes aos bois: ela descreve perfeitamente cada um dos analistas/comentaristas e suas falhas e contradições na realização de uma militância ideológica travestida de jornalismo.
É muito ruim para a emissora, mas ainda pior para a audiência!
Via ℹ️IaraGB 🐒💨L🌻👉🇧🇷
@iaragb
Vamos sentar o dedo. O vídeo retirado é esse aqui. Esse foi o vídeo que o Alexandre de Moraes mandou apagar da página do Bolsonaro. Vamos todos postar nas redes sociais. Quero ver ele mandar apagar de milhares de pessoas. 🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Precisa falar mais claro???
Antes que Lula venha dizer que não teve culpa nenhuma pelas mortes ocasionadas pela distribuição dessa vacina ao povo, está aí o vídeo de 9 de fevereiro deste ano, no qual ele se alegra com essa vacina que, segundo as denúncias, esteve associada a mortes e cuja aplicação foi suspensa.
Eu não digo que foi dinheiro jogado fora, porque Lula e o PT sabem muito bem o que queriam com a distribuição em massa dessa vacina, que ontem o Ministério da Saúde teve que suspender.
🚨 BOMBA ATÔMICA NO X: O JANONES ACABOU DE CONFESSAR, AO VIVO, COMO A ESQUERDA FABRICA FAKE NEWS EM TEMPO REAL! 🔥🤯
O que o Janones revelou (e que está chocando todo mundo):
Ele não nega. Ele ensina. Com orgulho.
•Quando surge uma notícia ruim pro Lula (tipo estimular violência contra mulheres), a estratégia não é desmentir. É “desviar o foco”. Não é mentira, segundo ele. É “contar outra história com outra visão”.
•Ele admite que ameaçou soltar prints de um celular que recebeu (de um ex-aliado de Bolsonaro) só pra gerar pânico no outro lado. O conteúdo era irrelevante. O objetivo era fazer o adversário tremer e mudar o assunto. Psicologia de guerra.
•O ápice: quando Bolsonaro fez uma coletiva dura contra o Lula, o Janones mandou imprimir foto velha do Bolsonaro com o Collor e soltou live gritando “PROVA QUE ELE VAI NOMEAR CORRUPTO!”. Mesmo sabendo que não era bem assim. O objetivo? Mudar a pauta na hora. Criar associação tóxica na cabeça do eleitor.
Ele resume tudo com uma frase que deveria estar em todos os livros de comunicação política:
“Não é mentira. É você contar a sua versão dos fatos.”
Por que isso é tão grave (e tão sensacionalista):
Isso não é “opinião”. Isso é admissão pública de que a estratégia é manipular percepção usando:
•Meias-verdades
•Ameaças veladas
•Associações forçadas
•Desvio de foco em massa
•Exploração do medo e da raiva
E o pior: ele conta isso rindo, em evento, como se fosse gênio da estratégia. E a plateia aplaude.
O @rainerita tem razão quando diz que o vídeo tem muitas camadas. Cada exemplo que o Janones dá é uma aula de como transformar nada em algo, algo irrelevante em escândalo, e escândalo real em “versão dos fatos”.
Agora me responde com sinceridade:
Você ainda acha que as narrativas que dominam as redes e a mídia são “coincidência” ou “jornalismo”?
Ou finalmente entendeu que tem gente que estuda e treina exatamente como te fazer engolir a versão que eles querem?
Comenta aqui embaixo o que te chocou mais nesse vídeo. Salva esse post. Compartilha com alguém que ainda acredita que “a esquerda não faz isso”.
Porque o Janones acabou de provar, com a boca dele mesmo: Eles não apenas criam fake news. Eles ensinam como fazer.
E o nome disso, meus amigos… não é política. É guerra de narrativa. E eles estão anos-luz na frente.
🔥 Qual parte te deixou mais puto? Manda nos comentários. Quero ver o tamanho da revolta.
Band decide assumir publicamente que é contra o fim da escala 6x1. “Estão vendendo uma falsa vantagem para entregar, depois, uma vida cara e bem mais difícil. É uma armadilha mal disfarçada e perigosa que atinge todo o país.”
Jogo duro.
Fato inédito em relação à altas posições na OEA, o governo Trump cancelou a visa diplomática de Xaviera Jessurun, chefe de gabinete do secretário-geral da OEA, Albert Ramdin, surinamês, ex-chanceler do Suriname.
Xaviera, que agora perde sua residência legal nos EUA, está sob investigação penal no Suriname desde o início de 2025, acusada de corrupção, fraude e lavagem de dinheiro num caso envolvendo a companhia aérea estatal SLM.
O caso faz parte de uma crise maior na OEA envolvendo alegações de nepotismo, irregularidades administrativas e protecionismo por parte de Ramdin em relação a Jessurun (sua assessora de confiança de longa data).
Para quem observa as ações de Trump apenas sob a ótica econômica, o caso é motivo para repensar.
A batalha de Trump se mostra como uma luta contra a corrupção e o crime organizado, focados especialmente nos que interferem na situação dos EUA.
O que claro, tem seu peso na economia, mas o cerne dessa questão de erradicação da corrupção, que é uma praga, tem outros aspectos importantes.
Não há desenvolvimento real em sociedades dominadas por favoritismo, fisiologismo e desvios gigantescos de capital.
Quando se fala em corrupção, não há como deixar de lado uma consideração clara: o de que o Brasil do PT, o maior país da AL, é um dos mais corruptos do mundo.
E os EUA sabem disso muito bem.
E o recado agora é claro: seja qual for o posto ocupado por corruptos, os EUA aplicarão sanções e não recuarão.
Bad news para a corja do lulismo, impune até agora.
85 MILHÕES de inadimplentes, 50% da população adulta.
Isto não é gastando dinheiro com combo em boate ou put@ na madrugada. A maioria tá parcelando COMIDA e demais contas de casa.
Entendo quem queira “deixar essa porra quebrar na mão da esquerda”, mas o Brasil não segura mais.
Políticos estão aposentando gerações via emendas parlamentares. Algo surreal.
O melhor cenário para eles é permanência do Lula na Presidência. Continuará a ser apontado como todos os males do país enquanto a torneira jorra $ impresso no futuro destruído do brasileiro - que pagará esta conta via inflação por décadas.