Não é viável essa operação hoje. Inclusive boa parte dos bancos não estão querendo financiar armazéns por conta da inviabilidade do negócio. Conheço alguns donos de armazém que prestam esse serviço, a conta não tem passado muito mais que 1 a 1,2% a.m do valor de mercado da unidade.
@alelannes_at O mercado ainda não aprendeu precificar as empresas detentoras de terra. Só o que a slc tem de terra própria hoje já vale mais que seu valor de mercado.
Vemos o setor novamente pra essa próxima safra não terem margens tão significativas. Devemos ter muita oferta de soja e das outras culturas produzidas pela empresa. Além disso o principal business da Agro3 é a venda de terras depois de já maturadas. Com o setor em dificuldades não tem compradores qualificados que deem conta de comprar uma área da Brasil Agro.
“Vou empreender!”
R$ 2 milhões na SELIC a 15%
= R$ 25 mil por mês
= R$ 300 mil por ano
Sem funcionário. Sem processo. Sem boleto vencido. Sem dor de cabeça.
@elevamiami Queimaram mais de 70 escavadeiras na semana retrasada no garimpo do sararé, fica na cidade onde moro. Uma pela outra custa em torno de 500k. Ao meu ver deveriam ser apreendidas e leiloadas também.
Os produtores no MT terminaram de pagar as contas do safrinha e estão sentados em cima do milho. O milho mais barato que cheguei a comprar a 60 dias atrás hoje custa 8-9 reais a mais por saco! A b3 ainda não correlacionou essa subida no físico.
@carteirafundos Acredito que a maioria das empresas brasileiras que detém o patrimônio terra estão mal precificadas. A São Martinho só o que ela tem de “terra” própria já vale o valor de mercado dela.