Brasília, 11/Jul/26
CARTA AOS BRASILEIROS
“Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós.
O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e empobrecimento.
Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade.
Um afetuoso abraço a todos na certeza de que, juntos, tudo faremos pela nossa pátria.
Deus, Pátria, Família e Liberdade.”
Jair Bolsonaro @jairbolsonaro
Há 48 horas, o chefe da PF de Lula disse que os sancionados não tinham envolvimento com organizações terroristas. Se os EUA não tivessem sancionado esses meliantes, será que hoje eles teriam sido presos? Provavelmente não! E era isso que Lula e sua turma aparentemente queriam.
O vídeo de um rapaz fazendo um desabafo sobre a dificuldade de enriquecer, ou mesmo de sobreviver, no Brasil viralizou porque retrata uma realidade inquestionável.
Por que um americano precisa trabalhar em média 22 minutos para comprar um Big Mac, enquanto um brasileiro precisa de quase 3 horas de trabalho?
A esquerda aponta para a "exploração". Os ricos explorariam os pobres, logo, o Estado precisa intervir para tomar recursos dos ricos e dá-los aos pobres, promovendo a "justiça social".
Ora, se esse fosse o motivo, o pobre do país onde o socialismo avançou menos deveria estar pior. Acontece o contrário: onde o Estado protege propriedade, contratos, concorrência e investimento, e onde tributa e regula sem sufocar a produtividade, os trabalhadores tendem a ter salários reais mais altos.
Na prática, o que separa um país rico de um pobre não é o grau de "exploração", e sim instituições que protegem quem produz, em vez de um Estado socialista que vive de capturar quem trabalha.
Há muitos motivos para o desastre brasileiro, mas o principal deles é justamente o perfil parasitário da elite política, que escraviza o povo sob a desculpa de promover justiça social.
O mais irônico, e trágico, é que o discurso socialista engaja especialmente aqueles que são os mais prejudicados pelas políticas de esquerda.
E o problema tende a aumentar. Conforme as dificuldades crescem, a mentalidade interventora segue a sua lógica: é preciso intervir ainda mais. "A pobreza não foi vencida porque a intervenção ainda não foi suficiente." Logo, o Estado eleva impostos e regulações, espremendo ainda mais o grupo cada vez menor de empreendedores que produzem quase toda a riqueza.
PS: por que o Big Mac é um bom termômetro? Porque o produto é praticamente idêntico no mundo todo, mesmo sanduíche, mesma montagem, mesmo padrão de qualidade, o que elimina a distorção de comparar coisas diferentes. E porque ele embute, num único item, toda a cadeia de uma economia: carne, pão, energia, aluguel, salário do funcionário, impostos e logística. Medir quanto tempo de trabalho alguém precisa para comprá-lo não revela preço, e sim poder de compra real, ou seja, quanto o salário daquela pessoa de fato rende.
A ditadura brasileira está sendo cada vez mais exposta ao mundo inteiro.
Milhões de pessoas, dentro e fora do Brasil, seguirão firmes lutando por liberdade.
This article by @VEJA is inaccurate. The U.S. court did not authorize the AGU to “defend Moraes” personally. The order granted the Government of Brazil’s motion to intervene — meaning the AGU may enter the case to present its own arguments. The order does not say that the AGU represents Moraes, and it does not treat Brazil’s intervention as Moraes’s personal appearance. The court’s order says Brazil’s motion to intervene is granted, but it defers ruling on Brazil’s motion to dismiss.
This article is also inaccurate when it says the judge “recognized Brazil as the real party in interest.” The court order says “Because Brazil asserts that it is the real party in interest…” — that is Brazil’s assertion, not the court’s ruling. The judge has not yet accepted that theory and has ordered Rumble and Trump Media to respond to Brazil’s motion to dismiss within 14 days.
Another overstatement is that the court “suspended the case.” It did not suspend the case. It vacated the default directive and denied the clerk’s default motion without prejudice, meaning Plaintiffs may renew it later after the motion to dismiss is resolved.
This article by @VEJA is inaccurate. The U.S. court did not authorize the AGU to “defend Moraes” personally. The order granted the Government of Brazil’s motion to intervene — meaning the AGU may enter the case to present its own arguments. The order does not say that the AGU represents Moraes, and it does not treat Brazil’s intervention as Moraes’s personal appearance. The court’s order says Brazil’s motion to intervene is granted, but it defers ruling on Brazil’s motion to dismiss.
This article is also inaccurate when it says the judge “recognized Brazil as the real party in interest.” The court order says “Because Brazil asserts that it is the real party in interest…” — that is Brazil’s assertion, not the court’s ruling. The judge has not yet accepted that theory and has ordered Rumble and Trump Media to respond to Brazil’s motion to dismiss within 14 days.
Another overstatement is that the court “suspended the case.” It did not suspend the case. It vacated the default directive and denied the clerk’s default motion without prejudice, meaning Plaintiffs may renew it later after the motion to dismiss is resolved.
O advogado americano, Martin de Luca, explicou exatamente o que eu postei aqui ontem e expliquei na minha live também.
A matéria da Veja distorceu o que realmente aconteceu na decisão judicial americana.
O Brasil entrou como terceiro interessado, mas isso não significa que a AGU está defendendo Alexandre de Moraes pessoalmente, nem que o processo foi suspenso.
“Este artigo da Veja é impreciso. O tribunal dos EUA não autorizou a AGU a ‘defender Moraes’ pessoalmente. A ordem concedeu o pedido do Governo do Brasil para intervir no processo — ou seja, a AGU pode entrar no caso para apresentar seus próprios argumentos. A ordem não diz que a AGU representa Moraes, nem trata a intervenção do Brasil como se fosse o comparecimento pessoal de Moraes. A ordem do tribunal apenas diz que o pedido de intervenção do Brasil foi aceito, mas adiou a decisão sobre o pedido de arquivamento feito pelo Brasil.
O artigo também está errado ao afirmar que o juiz ‘reconheceu o Brasil como a verdadeira parte interessada’. A ordem do tribunal diz: ‘Porque o Brasil afirma que é a verdadeira parte interessada…’ — isso é uma afirmação do Brasil, não uma decisão do juiz. O juiz ainda não aceitou essa tese e determinou que o Rumble e a Trump Media respondam ao pedido de arquivamento do Brasil em até 14 dias.
Outro exagero é dizer que o tribunal ‘suspendeu o caso’. Não suspendeu. O juiz apenas revogou a determinação de revelia (default) e negou o pedido de revelia feito sem prejuízo — ou seja, os autores (Rumble e Trump Media) podem renovar esse pedido depois que o pedido de arquivamento for julgado.”
@emd_worldwide@VEJA That's the major problem of population to fully undestand and comprehend a simple text... Imagine what comes out from leftist mind of a reporter!? #WakeUpBrazil 🇧🇷
Great days of truth are coming...