The Common Good Economy: a new compass is out today. We are good at setting goals: the Sustainable Development Goals (SDGs), climate targets, pandemic preparedness frameworks. We are bad at achieving them. The compass ensures that the way we pursue collective goals is as carefully designed as the goals themselves.
How we pursue collective goals matters as much as what those goals are. This book is an attempt to change the conversation: not just what economic objectives we set, but how we actually reach them together.
Economies are failing not by coincidence, but by design. If the best ‘good’ economics can offer is correcting for market failures (e.g. public goods) or government failures (e.g. commons), it is not surprising that ‘good’ is hard to achieve.
In my new book The Common Good Economy, I argue that we must replace corrections with objectives where the how is as important as the what. Purpose, participation, reciprocity, shared learning and benefits, and accountability are not additions, they must go to the core of how we design the economy.
On 23 May, I’ll be at @hayfestival in conversation with @zannymb, Editor-in-Chief of @TheEconomist, to discuss my new book The Common Good Economy. Links in replies.
¡Enhorabuena, António José Seguro, nuevo presidente de Portugal! La socialdemocracia avanza con tu victoria.
Trabajaremos juntos por un mejor futuro para los ciudadanos portugueses y españoles.
O populismo nasce do vazio deixado por um Estado que se retirou e por uma sociedade que aprendeu a competir. Quando a política reduz o cidadão a contribuinte, a democracia deixa de ser sentida. Crónica de João Tiago Ferreira https://t.co/kQdyMYHXY8
O populismo nasce do vazio deixado por um Estado que se retirou e por uma sociedade que aprendeu a competir. Quando a política reduz o cidadão a contribuinte, a democracia deixa de ser sentida. Crónica de João Tiago Ferreira https://t.co/YREMyoksSq
🔍 Portugal perde 2,9 milhões de euros por dia com fuga aos impostos.
É o equivalente a 2 % da receita fiscal total; 8,60 % do orçamento da Saúde; ou 10,63 % do orçamento da Educação.
👉 Consulta, descarrega e partilha esta e outras fact sheets em https://t.co/g981kKeh93
O nosso editor já contou as interrupções: 25 “dá-me licença” em 35m de debate. Isto deve dar recorde do Guiness, não? 🤣
Ricardo Araújo Pereira, para a próxima acho que vou mesmo lançar sinais de fumos ♨️♨️
Mesmo com défice, a dívida pública em % do PIB, o critério que verdadeiramente interessa, continua a baixar, o que mostra que superavits orçamentais não são "contas certas": são inclusive uma das razões para a estagnação económica do país.
Mesmo com défice, a dívida pública em % do PIB, o critério que verdadeiramente interessa, continua a baixar, o que mostra que superavits orçamentais não são "contas certas": são inclusive uma das razões para a estagnação económica do país.
"Flexibilização" é a palavra favorita de quem nunca teve de escolher entre pagar a conta da água ou a da luz.
"O mercado laboral é muito rígido" é a expressão favorita de quem tem pais a bancar no caso de falta de mérito.
Um ataque sem precedentes à liberdade de cada um de nós.