O Centrão abandonou o Flávio Bolsonaro.
Vamos repetir 2022 e dar a eleição de bandeja pra um Lula fraco, rejeitado e ultrapassado?
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O Centrão nunca quis o Flávio.
E com os áudios do Vorcaro, não vai apoiar quem já perdeu antes de começar.
O Centrão não é burro.
Ciro Nogueira não defendeu.
Alcolumbre não defendeu.
Arthur Lira não defendeu.
Valdemar Costa Neto não defendeu.
Sumiram do noticiário.
E sem Centrão, não tem palanque nos 23 estados que faltam.
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Em 2022, Lula venceu por 1,8 ponto.
2,1 milhões de votos.
Brancos e nulos somaram 5,7 milhões.
Era ganhável.
Bolsonaro tinha 4 palanques estaduais próprios.
Num país com 27 estados.
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Tudo isso porque os Bolsonaros não largam o osso.
Não cumpriram o acordo de indicar Tarcísio.
O pai indicou o filho da cadeia. Inelegível. Preso. Condenado por golpe.
Escolheu o filho que tinha rachadinha pendente, áudio com banqueiro preso e produtora negando ter recebido o dinheiro.
Bolsonaro pai prefere ficar preso a apoiar um nome com chances.
Prefere a família perder do que outra direita ganhar.
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2022. Lula ganhou por 1,8 ponto sem fazer nada.
2026. Lula tá com rejeição de 48%, empatado em todos os cenários do segundo turno.
A direita só precisa de candidato.
Não tem.
Porque o pai indicou o filho.
E o Intercept já derrubou o filho - e vem mais coisa por aí…
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A pergunta não é mais quem vai vencer Lula.
A pergunta é se a direita vai escolher perder de novo.
Pra defender o sobrenome.