Golaço da comunicação do @govbr: lança o Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio com homens recitando a música contra violência de gênero da Elza Soares. https://t.co/Bown3FOheo
"Guantanamera", interpretada por 75 artistas cubanos para o projeto Playing For Change.
"Guantanamera" é uma das obras mais conhecidas do cancioneiro popular cubano. A composição é formalmente atribuída a Joseíto Fernández, que a popularizou a partir de 1929.
Alguns historiadores, no entanto, apontam outras origens para a música. Herminio García Wilson é por vezes creditado como pai da canção. Há também pesquisadores que acreditam que "Guantanamera" seja uma criação coletiva originada ainda no século 19, baseada na tradição da "passacale" espanhola.
A canção é um exemplar característico da "guajira" — um gênero musical derivado do "punto", que mistura elementos espanhóis, indígenas e afrocubanos. "Guajiro/Guajira" é também um termo usado pelos cubanos para se referir aos habitantes do campo, semelhante ao "caipira" em português. A expressão "Guajira Guantanamera", repetida no refrão da música, refere-se, portanto, a uma camponesa da província de Guantánamo.
Assim como outras obras de gênero, a canção é estruturada para permitir o improviso fácil, motivo pelo qual várias versões são conhecidas. A letra mais famosa associada à "Guantanamera", no entanto, vem de uma adaptação feita por Julián Orbón, utilizando o poema "Versos Sencillos" de José Martí.
Essa versão de Orbón transformou "Guantanamera" em uma canção patriótica — uma espécie de hino não oficial do país — e foi mundialmente difundida pelo folclorista norte-americano Pete Seeger. Nos anos 60, "Guantanamera" se vinculou ao contexto da Revolução Cubana, assumindo o caráter de música de resistência.
Scientists believe the Milky Way is flying through space at 600 kilometers per second while also wobbling slightly, as if it’s flipping its wings through the cosmos.
Coluna do Diretor | E o manto chegou...
Como acabou aparecendo no noticiário, sim, o Manto Tupinambá acaba de chegar ao Museu Nacional/UFRJ! Estamos muito contentes com essa manifestação de confiança pelo governo da Dinamarca e esperamos que sirva de estímulo a outros países.
Hj é niver do @PauloSilva1955 . Ele não sabe a idade dele pq qdo nasceu ainda não existia cartório, certidão de nascimento etc. Ouvi dizer q ele é um pouquinho mais velho q Adão e q paquerou com a Eva
"O Último Tamoio", tela pintada por Rodolfo Amoedo, retratando a morte do guerreiro Aymberê. Há 457 anos, em 20 de janeiro de 1567, os colonizadores portugueses derrotavam os guerreiros indígenas durante a Batalha do Rio de Janeiro, pondo fim à Confederação dos Tamoios.
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Há 189 anos, em 6 de janeiro de 1835, uma multidão de indígenas, negros e mestiços, liderados por Antonio Vinagre, invadia o Palácio do Governo em Belém e destituía o presidente da província do Grão-Pará, dando início à Cabanagem.
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Auditores fiscais do governo federal resgataram dezenas de trabalhadores mantidos em situação análoga à escravidão em ao menos 4 fazendas de café certificadas pela Starbucks em Minas Gerais. O grupo incluía também trabalhadores adolescentes com idades entre 15 e 17 anos.
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As cinco grandes extinções em massa do planeta Terra!
1 - Ordoviciano-Siluriano: há cerca de 440 milhões de anos. Nesse período, houve uma queda na temperatura e uma redução do nível dos mares, que afetaram principalmente os animais marinhos invertebrados. Estima-se que 85% das espécies foram extintas.
2 - Devoniano: há cerca de 370-360 milhões de anos. Nessa época, o mundo era povoado por muitos peixes primitivos e os primeiros vertebrados terrestres. A causa da extinção é incerta, mas pode estar relacionada a mudanças climáticas, vulcanismo ou impactos de asteroides. Cerca de 70-80% das espécies desapareceram.
3 - Permiano: há cerca de 250 milhões de anos. Essa foi a maior extinção em massa da história, que eliminou 95% das espécies. O evento foi causado por uma série de erupções vulcânicas na Sibéria, que liberaram gases tóxicos e alteraram o clima. A vida marinha e terrestre foi severamente afetada.
4 - Triássico-Jurássico: há cerca de 200 milhões de anos. Nesse período, houve uma grande diversificação dos répteis, como os dinossauros, e dos mamíferos. A extinção foi provocada por um aumento na atividade vulcânica e uma queda nos níveis de oxigênio. Cerca de 50% das espécies foram extintas.
5 - Cretáceo-Terciário (ou KT): há cerca de 65 milhões de anos. Esse foi o evento que marcou o fim dos dinossauros e o surgimento dos mamíferos modernos. A extinção foi causada pelo impacto de um grande asteroide no México, que gerou uma nuvem de poeira que bloqueou a luz solar. Cerca de 75% das espécies foram extintas.
Você já agradeceu à heliosfera hoje?
Todos os dias, devemos ser gratos pela heliosfera, a gigantesca bolha que envolve o Sol e seus planetas.
Ela é formada pelo fluxo constante de partículas carregadas que o Sol emite. A heliosfera funciona como um escudo protetor, que nos defende da radiação cósmica proveniente da galáxia.
O campo magnético da Terra é gerado pelo movimento de metais no núcleo do planeta e funciona como um escudo que nos protege da radiação solar.
O vento solar é um fluxo de partículas carregadas que se desprende do Sol e viaja pelo espaço. Quando o vento solar fica mais forte, ele consegue penetrar no campo magnético da Terra, principalmente nas regiões polares.
As partículas solares interagem com os gases na magnetosfera, que é a camada mais externa do campo magnético, e produzem luzes coloridas chamadas de auroras.
As auroras podem ter diferentes cores, dependendo do tipo de gás ou molécula que participou da interação. As auroras que ocorrem no Polo Norte são chamadas de auroras boreais, e as que ocorrem no Polo Sul, de auroras austrais.
[📹 Atomscoolya]
Via: Massimo
Inaugurei em Pisa, na Itália, este mural em que Galileu Galilei observa o universo com uma luneta em forma da famosa torre. Em 2024, vamos celebrar os 850 anos do início da construção da Torre de Pisa e os 460 anos do nascimento do astrônomo.
“Uma estudante perguntou uma vez à antropóloga Margaret Mead qual considerava o primeiro sinal de civilização em uma cultura. A estudante esperava que a antropóloga falasse de anzóis, bacias de barro ou pedras para amolar, mas não. Mead disse que o primeiro sinal de civilização numa cultura antiga é a prova de uma pessoa com um fêmur quebrado e curado.
Mead explicou que no resto do reino animal, se você quebrar a perna, você morre. Você não pode fugir do perigo, ir para o rio beber água ou caçar para se alimentar. Você se torna carne fresca para predadores.
Nenhum animal sobrevive a uma perna quebrada o tempo suficiente para que o osso cure. Um fêmur quebrado que se curou é a prova de que alguém tirou o tempo para ficar com o que caiu, curou a lesão, colocou a pessoa em segurança e cuidou dele até que ele se recuperasse.
′′Ajudar alguém a passar pela dificuldade é o ponto de partida da civilização ", explicou Mead. “A civilização é uma ajuda comunitária."