Sabe o que é o mais louco nesse vídeo do Vini Jr e do Endrick juntos? O dia final da copa do mundo é justamente os número da camisa deles: 19/07.
OS SINAIS ESTÃO AÍ🇧🇷🔥
Professor Carlo Ancelotti e jogadores da nossa querida Seleção Brasileira, o recado de hoje é para vocês.
Começou a Copa do Mundo e agora é hora de jogar com raça, vontade, entrega e espírito de equipe. Futebol se ganha dentro das quatro linhas, com concentração, dedicação, treino e, principalmente, bola na rede.
Quero desejar boa sorte a cada jogador. Vocês estão vestindo a camisa de um país inteiro. Eu, a @JanjaLula, e milhões de brasileiros estamos torcendo por vocês 🇧🇷
🎥 @ricardostuckert
Léo Dias falando que se o Brasil perder um jogo na Copa, vai começar a expor as traições dos jogadores da Seleção
ou seja: os caras vão dar a vida para protegerem as amantes
seremos hexa. obrigado Léo Dias.
Ancelotti não levar o Beraldo - pelo que tá jogando no meio - e levar o Léo Pereira é mais uma aberração da lista. Nenhum jogador da defesa da seleção joga no meio. Incompreensível
Rui Costa, Rafinha e Massis criaram exatamente a crise que previram ao decidir demitir Crespo.
Nem sempre o torcedor tem razão. Mas também é pretender demais que um presidente tampão em sua primeira experiência no cargo, um diretor de futebol que passou quatro anos sem que a torcida sequer soubesse sua voz em uma gestão investigada pela polícia e um ex-jogador em sua primeira aventura como dirigente resolvam peitar uma arquibancada inteira como se fossem referências incontestáveis de gestão.
Para tomar uma decisão impopular e contrariar completamente o sentimento da sua torcida, é preciso ter credibilidade acumulada, histórico de acertos e capacidade de sustentar pressão quando o resultado não vem. Não era o caso dessa diretoria.
E talvez o trecho mais simbólico de tudo tenha sido justamente a coletiva de apresentação de Roger Machado. Rui Costa afirmou: “Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema.”.
Agora que o trabalho fracassou no curto prazo, o risco aparentemente desapareceu. Roger cai e os dirigentes permanecem, como se fossem apenas espectadores da própria decisão.
Mais contraditório ainda foi ouvir Rui Costa afirmar, na coletiva da demissão, que “a contratação do Roger não foi minha”. Se na apresentação havia orgulho e convicção compartilhada, por que agora surge a necessidade de diluir responsabilidade? Quando o projeto parecia promissor, havia donos da ideia. Quando fracassou, virou uma escolha “do departamento”.
Não se enganem: o torcedor tem memória.
8 pontos em 9 jogos no Brasileirão.
Eliminado pelo Juventude na Copa do Brasil.
A decisão mais idiota da história do São Paulo.
#ForaRuiCosta#ForaRogerMachado