@marivalentimdf Ué, isso invalida o fato? Mulheres trans têm vantagem esportiva em relação a mulheres com pepeka original de fábrica. Qual o problema de criar uma categoria especialmente pra elas?
@marivalentimdf Iszac Henig competiu na equipe feminina de Yale, onde foi campeã da Ivy League e com honras de All-American. Quando fez a transição, migrou para a equipe masculina e relatou que seus tempos o deixaram em um nível mediano -> MAS QUEM DIRIA?
@marivalentimdf Após passar pela transição, Diouf começou a competir no atletismo feminino e obteve uma melhora drástica em seus rankings. Ela iniciou um treinamento intensivo focada em atingir o índice para representar a França nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 na prova dos 200 metros
@marivalentimdf Halba Diouf: Nascida no Senegal e naturalizada francesa, ela competia em provas de velocidade (100m e 200m) em nível regional na França, registrando tempos comuns que não lhe davam nenhuma projeção nacional ou internacional no circuito masculino.
@marivalentimdf JayCee Cooper: Antes da transição, competia de forma amadora. No circuito feminino, alcançou enorme visibilidade ao vencer competições regionais e estaduais de alto nível nos EUA.
@marivalentimdf Chelsea Wolfe: Praticava o esporte desde a infância, mas nunca esteve perto grandes pódios. Após a transição, se consolidou como uma das melhores ciclistas dos Estados Unidos. Conquistou o 5º lugar no Campeonato Mundial da UCI em 2021
@marivalentimdf Natalie van Gogh: No circuito masculino, competia em nível amador. Após passar pela transição de gênero, ela ingressou no ciclismo profissional feminino e construiu uma carreira sólida na elite europeia, alcançando pódios importantes