Deixar registrado que essa é minha rede pra ser aleatório mesmo. Tipo meus monólogos qnd tô na rua, só que aqui. Blz?! Sem roteiro, sem lógica... E tá bom assim.
Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
Os artistas q hj se mobilizam para apoiar e vitimizar Rodrigo Branco,amanhã estarão nas redes condenando o racismo e se posicionando contra novos casos. É assim q opera o pacto da branquitude: seletividade moral, proteção dos seus e indignação sob medida. Nada de novo no front.
Existe um problema grave quando o braço armado do Estado se sente autorizado a entrar em uma escola para questionar o fazer pedagógico e intimidar quem, de fato e de direito, responde pelo currículo e pelo ensino. Isso não é normal. É sintomático.
Trabalhamos mitologia grega, romana, egípcia (está, muitos ignoram ser África) e diversas crenças em sala, com imagens, debates e estudos históricos. Mas por que, quando o tema são religiões de matriz africana, surge tanta repulsa? O que isso revela sobre nós?
É surreal de absurdo a polícia entrar em uma escola para intimidar uma professora por ensinar conteúdo afro-brasileiro aos alunos de um país cuja população é essencialmente negra. A alienação da extrema-direita é uma doença letal à sanidade do Brasil.
Nada resume mais o bolsonarismo do que quem porta arma (polícia) entrar numa área de quem porta livros (escola) para intimidar quem porta conhecimento (professor) por difundir quem porta sabedoria (povo negro) a pedido de quem nada porta.
Se o Brasil fosse um país sério, policial que entrasse numa escola para intimidar professores seria sumariamente demitido e a invasão viraria tema de aula sobre autoritarismo, censura e poder do conhecimento.
A normalização é sinal de uma sociedade doente.
No Brasil temos algumas aberrações bem engraçadas. A mais recente é ver um senador da República, no exercício do cargo, recebendo salário, pago com dinheiro público, bancando o repórter esportivo. E nao se ouve ninguém falando sobre isso na TV ou no Congresso Nacional.
Adequado para Huck é divulgar bets e fazer merchandising para banco envolvido em corrupção (ou a gente não vai falar sobre o Will Bank?).
A hipocrisia murcha a tela.
Luciano Huck: grande fanfic. Vive de fazer assistencialismo em rede nacional pq gera audiência, mas é contra programa social que tirou milhões de pessoas da pobreza extrema.
Isso não surpreende vindo dele. Não nos esqueçamos do lamentável episódio na comunidade indígena.