🗣️INCIDENTE DIPLOMÁTICO À VISTA? | Lula voltou a falar sobre Trump, Marco Rubio, facções criminosas e as tarifas contra o Brasil.
Durante a fala, o presidente disse que não pediu reunião bilateral com Trump porque o Brasil já estaria em negociação com os Estados Unidos. Também afirmou ter entregue documentos por escrito ao governo americano sobre crime organizado, comércio e outros temas.
Mas o ponto mais grave foi a forma como Lula tentou diferenciar PCC e Comando Vermelho de organizações terroristas. Segundo ele, essas facções seriam terroristas “para o povo das comunidades”, mas não no conceito americano, porque não tentariam derrubar o Estado, e sim ganhar dinheiro.
Enquanto isso, Marco Rubio e o governo Trump avançam na classificação dessas facções como terroristas e aumentam a pressão sobre o Brasil.
A pergunta é inevitável: se PCC e CV aterrorizam comunidades, expulsam moradores, dominam territórios, impõem medo coletivo e movimentam bilhões, por que Lula insiste em tratar o tema como mera diferença conceitual?
OS CAÇADORES DA FOTO PERDIDA
Cena 1: lulada silva consegue ser convidado -junto com Índia, Quênia, Egito e outros- pelo brother macron - para o G7, na França, do qual o Brasil não é membro,
Cena 2: Imaginando grandes possibilidades eleitoreiras junto aos jumentos de sua seita, luladasilva vai correndo para o evento, um dia antes, para ficar de tocaia e ter uma oportunidade de tirar uma cobiçada foto com o laranjão que ofendeu sem parar durante anos, Trump.
Cena 3: luladasilva 'esquece' o discurso de soberania e tenta se enfiar entre os convidados sorrateiramente e se aproximar de Trump.
Cena 4: Donald Trump indica o caminho com a mão direita para a primeira ministra do japão, passa por luladasilva e o ignora solenemente.
Cena 5: Funcionários da equipe percebem a manobra do intruso e retiram luladasilva de perto de Trump, onde deveriam estar apenas os membros do G7.
Cena 6: Desacorçoado, luladasilva é levado para o fim da fila, hesita, tenta voltar, e finalmente se coloca em seu devido lugar.
Corta.
Cena 7, final: luladasilva gesticula e sapateia debaixo de seu chapéu de mafioso sul americano -é o único de chapéu e fazendo micagem- sem conseguir o tesouro precioso: a foto com Donald Trump.
Considerações finais: o financiamento para essa pantomina eleitoreira fracassada não foi privado, foi pago pelos pagadores de impostos brasileiros mesmo.
E significa o fim da imagem brasileira como a conhecíamos no exterior.
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A história de Dias Toffoli não é apenas a história de um ministro do STF.
Da "tropa de choque" do PT à advocacia eleitoral de Lula, da Casa Civil de José Dirceu à cadeira vitalícia no STF. Essa é a história de Dias Tofolli.
É a história de como o poder funciona no Brasil.
Um homem que não construiu uma carreira tradicional na magistratura chegou ao topo da estrutura judicial do país. Depois vieram as decisões que influenciaram investigações, políticos, empresários, banqueiros e bilhões de reais em interesses econômicos.
O problema não é uma viagem.
Não é um encontro.
Não é uma amizade.
O problema é quando banqueiros, políticos, grandes empresários e autoridades que deveriam fiscalizar uns aos outros começam a aparecer repetidamente na mesma fotografia.
Separadamente, tudo pode ser coincidência.
Junto, vira padrão.
E é justamente aí que nasce a desconfiança de uma população que vê seu próprio extrato bancário ser monitorado enquanto o andar de cima parece operar sob regras diferentes.
O caso Toffoli talvez não seja apenas sobre um ministro.
Talvez seja sobre um sistema inteiro que perdeu a capacidade de convencer o povo de que a lei vale igualmente para todos.
E quando a confiança desaparece, a crise institucional já começou.
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
Fernando Capez, Ex- Procurador de Justiça rebate ideia de que classificação de PCC como terrorista abriria brecha para invasão dos EUA.
Fernando Capez afirmou que classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas não autoriza invasão americana.
Ele citou que os EUA não invadiram o México, que é um narcoestado, nem a Colômbia, dominada pelo narcoterrorismo.
Capez defendeu aliança internacional para investigação financeira e congelamento de ativos, e relembrou os atentados do PCC em São Paulo, há 20 anos.
Pessoal, a Bárbara soltou um vídeo que, se bem utilizado, derrubará o Lula e elegerá o Flávio no 1⁰ turno.
Assistam! É um vídeo com uma cronologia sensata, verdadeira e impactante.
Compartilhem sem moderação!
A médica e pesquisadora Dra. Isabel Braga teve seus perfis removidos das redes sociais após decisão da Justiça Federal em uma ação movida pela Fiocruz com atuação da Advocacia-Geral da União.
A decisão determinou não apenas o cancelamento das contas, mas também proibiu futuras contas e novos conteúdos utilizando símbolos da instituição, além de impor multa de R$ 10 mil por publicação considerada em desacordo com a ordem judicial.
O caso ultrapassa a discussão sobre “desinformação”, o sistema usa essa expressão simplista para justificar o silenciamento de uma profissional que fazia denúncias internas, levantava questionamentos públicos e expunha temas extremamente sensíveis envolvendo saúde pública, pesquisas científicas, contratos, protocolos médicos e gestão institucional.
Em vez de o Estado abrir investigações sérias, transparentes e independentes sobre cada denúncia apresentada, o caminho escolhido foi a censura. Esse é o verdadeiro escândalo.
Após a decisão judicial, Dra. Isabel ironiza o próprio conceito de “fake news” enquanto cita episódios reais, documentos públicos, contratos, reportagens, decisões judiciais, protocolos oficiais e fatos amplamente debatidos na esfera pública.
Entre os temas mencionados estão: reações adversas graves relacionadas à vacina AstraZeneca; denúncias sobre pesquisas laboratoriais; contratos emergenciais durante a pandemia; questionamentos sobre biossegurança; denúncias envolvendo animais em pesquisas; políticas públicas ligadas à sexualidade infantil; além de suspeitas relacionadas a recursos públicos e fundações associadas.
Tudo isso exigiria, em qualquer democracia minimamente viva, auditoria, perícia, investigação independente, transparência e prestação de contas.
Mas no Brasil existe outro modelo - o denunciante vira o criminoso. Quem ousa questionar determinadas narrativas passa a ser tratado como uma ameaça institucional.
O mais bizarro é que Isabel Braga não era uma desconhecida da internet; é uma médica vinculada à própria Fiocruz.
O que vemos no Brasil é um padrão perigosíssimo consolidado - combate-se uma denúncia eliminando quem denuncia, algo digno dos piores regimes da humanidade.
O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente.
Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos.
O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão.
E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos.
Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro.
Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro.
O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente.
E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva.
Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver.
O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo.
A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente.
E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.
Menos de 24 horas após a promulgação da Lei da Dosimetria, um juiz sozinho decidiu suspender a vontade do Congresso Nacional inteiro e, consequentemente, a vontade de milhões de brasileiros representados pelo Parlamento.
Deputados e senadores debateram, votaram, derrubaram veto e promulgaram a lei. Mas, no Brasil de hoje, parece que a palavra final de 513 deputados e 81 senadores pode ser anulada por uma única canetada. Isso não pode ser normalizado nunca. Um homem manda no país. Vergonha.
Construiu-se uma narrativa de ruptura institucional sem base nos fatos. A partir dela, usou-se um inquérito incompatível com a legalidade e a Constituição. Muitas prisões foram decretadas, direitos restringidos e a justiça se transformou num simulacro. Tudo isso sob o aplauso de lobistas e hipócritas travestidos de juristas e jornalistas.
Porém, quando surge a possibilidade de correção (parcial) dos erros cometidos, prevalece a lógica da autopreservação institucional e, pior, o próprio juiz que cometeu as arbitrariedades e hoje é altamente suspeito aos olhos da população, suspende a eficácia de lei aprovada pelos representantes do povo, enquanto a democracia, a legalidade e a própria Constituição são colocadas em estado de espera!
NOTA OFICIAL
513 deputados. 81 senadores. Eleitos pelo povo brasileiro para representá-lo. O povo falou pelo Congresso.
Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta.
Chama-se democracia representativa quando o povo governa por meio de seus eleitos.
Chama-se outra coisa quando um juiz governa sozinho acima de todos.
A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular.
Cabe à Câmara reagir com firmeza e aprovar, com urgência, a PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso.
E cabe ao povo eleger representantes corajosos para promover uma verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado
POR QUE LULA NÃO VAI VENCER
Lula não vai vencer porque está velho. Muito velho.
Porque ninguém suporta mais ouvir aquela voz e aquelas besteiras de gagá.
Não vai vencer porque a nova geração o conheceu na vida real, e ele não fez nada.
Porque as famílias brasileiras estão superendividadas com os juros do seu governo.
Porque as novas gerações não têm perspectiva de emprego qualificado, de futuro, de nação.
Lula não vai vencer porque seu discurso será criticar obras do próprio governo.
Porque vai se vender como anti-sistema, sendo a cara do sistema.
Porque vai prometer um futuro que ele próprio não tem.
Lula vai perder porque não aprendeu nada.
Porque seu governo roubou os aposentados.
Locupletou-se com a fraude do Master.
Transformou-se em braço do STF.
E todo mundo envolvido nisso vai pro saco com as delações premiadas.
Lula vai perder porque se tornou a face do wokeísmo, do exagero judicial contra adversários, da perseguição política.
Porque é visto como o promotor de uma agenda psicótica.
Lula vai perder porque se tornou a face principal do período mais fracassado de nossa história, em que o Brasil voltou a ser colônia.
Lula vai perder porque entregou as terras raras.
Porque pagou um trilhão de juros anuais aos bancos.
Porque hoje ele só tem o medo do “fascismo” para vender; não tem mais nenhuma esperança pra ninguém.
Acabou, Lula.
Largue o osso.
Deixe o Brasil respirar.
Vá embora, velho traidor desgraçado.