Chegou a hora de voltar onde tudo começou. Dia 16 de agosto, às 9h, temos um encontro marcado com o povo brasileiro.
Ali, onde tudo começou. No estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. Faça parte dessa história! 🇧🇷
Está chegando a hora!
Amanhã, 25 de julho, estaremos em Campinas, na Arena Concórdia, para a nossa Convenção Partidária 2026.
Ao lado de Lula, Geraldo Alckmin, Márcio França, Marina Silva e Simone Tebet, vamos debater os desafios e os caminhos para construir um estado de SP mais justo, desenvolvido e com mais oportunidades para todos.
Faça sua inscrição pelo link da bio e participe desse momento. Nos vemos lá!
Foi em 1956, que um garoto de 15 anos entrou em campo pelo Santos pela primeira vez. Ninguém sabia seu nome. Ninguém esperava nada.
O jogo terminou 7 a 1. E aquele garoto, que mal tinha idade para estar ali, marcou na estreia.
Não houve manchete no dia seguinte. Não houve coletiva. Não houve contrato milionário.
Houve apenas um gol. O primeiro de 1.283.
Todas as lendas têm um começo silencioso. A de Pelé começou numa esquina de Santos, num dia que o mundo ainda não sabia que lembraria para sempre.
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It was in 1956, when a 15-year-old boy stepped onto the pitch for Santos for the very first time. No one knew his name. No one expected a thing.
The match ended 7-1. And that boy, barely old enough to be there, scored on his debut.
There were no headlines the next day. No press conferences. No million-dollar contracts.
There was only a goal. The first of 1,283.
Every legend has a quiet beginning. Pelé’s started in a corner of Santos, on a day the world did not yet know it needed to remember.
Vila Belmiro, Santos × Rio Negro do Amazonas, Campeonato Brasileiro. Pelé marca o último gol que faria com a camisa do Santos no estádio que era a casa dele. Vitória de 3 a 0.
Antes do adeus oficial em outubro, antes do Cosmos… esse foi o último gol em casa. Neste dia, em 1974, foi o último soco no ar que o Rei deu na Vila.
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Vila Belmiro, Santos vs. Rio Negro of Amazonas, Brazilian Championship. Pelé scores the last goal he would ever score wearing the Santos shirt at the stadium that was his home. A 3–0 victory.
Before the official farewell in October, before New York Cosmos… this was his final goal at home. On this day, in 1974, it was the last punch in the air the King threw at Vila.
Suécia, 1958. Chile, 1962. México, 1970.
Três continentes. Três décadas diferentes. Três vezes campeão do mundo.
Nenhum jogador na história fez isso antes. Nenhum fez depois.
O futebol já viu gênios. Já viu lendas. Já viu fenômenos.
Mas só conheceu um Rei.
55 anos depois do México, o recorde permanece intocado. Não porque faltaram grandes jogadores. Mas porque a grandeza de Pelé não tem medida de comparação.
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Sweden, 1958. Chile, 1962. Mexico, 1970.
Three continents. Three different decades. Three-time World Champion.
No player in history did it before. None have done it since.
Football has seen geniuses. Legends. Phenomena.
But only one King.
55 years after Mexico, the record stands untouched. Not because great players were lacking. But because Pelé’s greatness has no comparison.