Aquela jogada do Vini Jr ontem foi uma das mais plásticas que eu já assisti. Muita habilidade, mas muita, muita inteligência e capacidade de previsão. Coisa de gênio. Existem gols não feitos que entram para a história. Esse com certeza foi um deles.
Dia do Trabalhador é mais do que parabéns.
É sobre acordar cedo, trabalhar muito
e ainda assim ter pouco tempo para viver.
Por isso a escala 5x2 importa tanto.
E vale lembrar: democracia é o nosso direito de ser ouvido e de influenciar decisões que afetam a nossa vida.
Pesquise, conheça melhor quem você elege!!! O seu político de estimação está alinhado com o que você pensa e precisa?
Defendo que a indicação ao Supremo desta vez recaia sobre um jurista indígena. O Ministro dos Povos Indígenas, advogado e professor, dr Eloy Terena, possui notório saber jurídico e reputação ilibada. Tem experiência na advocacia privada e como servidor público. Dinâmico, resolutivo e profundo conhecedor do direito, seria o primeiro indígena a ocupar uma cadeira no Supremo. Tem o meu apoio e a minha torcida.
Que CANETADA ABSURDA do Presidente Lula desmascarando a extrema direita para o mundo. Uma frase mais perfeita que a outra:
“Se dizem patriotas, mas põem a soberania à venda e pedem sanções contra o próprio país”
“Proclamam defender a família, mas fecham os olhos para a violência contra as mulheres e o abuso sexual de crianças”
“Se declaram donos da verdade, mas espalham mentiras e desinformação”
“Se consideram homens de Deus, mas não têm amor ao próximo”
“Falam em liberdade, mas perseguem quem é diferente”
Perfeito 👏🏾
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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Essa ministra, Daniela Teixeira, tem sido uma grata surpresa. Ela disse o óbvio que muita gente no topo do Judiciário parece ter desaprendido: o tempo da sustentação oral é do advogado, e ele o usa da forma que considerar mais adequada para defender o cliente. Se lê, improvisa, resume ou desenvolve, isso é problema da estratégia da defesa. Ao julgador cabe uma coisa só: dizer se se convenceu ou não. Simples assim. O que não faz sentido é ministro querer patrulhar a forma da fala do advogado, como se estivesse acima desse tipo de crítica, quando os próprios tribunais vivem de votos lidos, muitas vezes longos, frios e claramente preparados por assessoria.
Querem cobrar espontaneidade de quem sustenta oralmente, mas não exigem o mesmo de si próprios. Daniela Teixeira, nesse ponto, lembrou uma verdade básica: advocacia não é decoração de plenário; é exercício de defesa.
QUE MOMENTO!!! O Diplomata Douglas Rocha Almeida, durante a celebração dos 21 anos do ProUni e dos 14 anos da Lei de Cotas: “Minha mãe recebeu Bolsa Família, eu fui oriundo do ProUni; é por conta dele que meu pai, pedreiro, e minha mãe, diarista, hoje têm um filho diplomata.”
Pavanato (PL-SP) faltou ao debate com o Glauber no 3 irmãos!
O motivo: ele queria um debate com perguntas previamente COMBINADAS!
Também queria usar o Google e ter assessor do lado.
Glauber levou um boneco de burro pra simbolizar o arregão.
A partir de hoje é CAGANATO!
Olha esse trecho da entrevista da Erika Hilton ao Roda Viva que acabou há pouco. “Tem gente que se diz pastor, mas, na prática, é cafetão da fé. Lucra com o medo e a esperança das pessoas para encher o próprio bolso.” Corte do meu amigo @brunoguzzo.
Padre Júlio Lancelotti:
"Os que mais queriam matar Jesus eram os religiosos e o povo de bem. Não eram as prostitutas, não eram os sem religião, não eram os famintos, não era a escória".
No STF, Gilmar Mendes criticou governadores que recorrem à Corte e depois a atacam.
Citou Minas Gerais, dizendo que o Estado sobrevive graças a liminares do Supremo em disputas fiscais.
Para o ministro, cautela institucional não é covardia, mas responsabilidade.
#migalhas #STF #GilmarMendes #Supremo
BOMBA MASTER! Nikolas Ferreira e pastor da Igreja Lagoinha usaram jato de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em campanha eleitoral de Bolsonaro contra Lula em 2022. 🔥🔥
A tal “caminhada até Brasília” foi apenas uma tentativa de tirar o foco das investigações.
O sujeito insulta os ministros e promove desinformação. Depois, quando chega a conta do processo, diz: “sou advogado, tenho imunidade”. Meu caro, os Tribunais já se entendem há anos sobre isso. A prerrogativa da imunidade profissional pressupõe que o discurso guarde relação com o caso concreto defendido pelo advogado. De todo modo, o abuso dessa prerrogativa, que ocorre quando há divulgação de ofensas, mentiras, ataques ou comportamento, mesmo que dissimulado, de incitação à animosidade contra o Tribunal, é punível, tanto civil quanto criminalmente.
Bolsonaro foi muito bem representado neste carnaval. A arte do Bozo da Sapucaí conseguiu transmitir ao público uma das feições mais destacadas do ex-presidente: a patética. O carnaval segue cumprindo o seu papel de retratar fatos históricos e personagens, ainda que indesejados, da história nacional.
Na minha opinião, Fachin conduz mal os grandes casos que lhe são submetidos. Fez o jogo da imprensa na Lava Jato. Repete o erro no caso do Banco Master. Carmen Lúcia teria dito em sessão administrativa que todo taxista fala mal do Supremo. Mas, digo eu, não falam mal em razão da arguição de suspeição do Toffoli, que é recente. Falam mal porque o Supremo foi vítima de uma campanha difamatória, iniciada pela Lava Jato e intensificada pelo projeto bolsonarista de alcance e manutenção do poder político e econômico através da violência do golpe. É essa campanha difamatória que torna o Supremo mais impopular do que já deveria ser naturalmente, como simples consequência do seu dever de atuação em defesa de posições contramajoritárias.