E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, a perseverança produz experiência e a experiência produz esperança.
agora uma dose de otimismo:
independente do ganhador, nada será tão catastrófico quanto os adversários do vencedor pensam que será
então lembre-se de se medicar, abraçar sua família e ter uma boa noite de sono pq amanhã vc volta a trabalhar como sempre
sua vida nunca será tão influenciada pela política quanto pelo seu sentimento sobre política
Contar um negócio pra vocês.
Se Lula vencer o mundo não acaba.
Vamos ter mais 4 anos de governo medíocre e com grandes escândalos.
Se Flávio vencer é a mesma coisa.
O que muda é só quem vai criticar e quem vai passar pano.
A "democracia" não vai acabar.
Lula tenta explorar notícia falsa sobre ‘Nossa Senhora’ e é contestado: ‘Fake news, né, presidente?’ 👉 https://t.co/wMXL2rsKIv
Presidente afirmou que assunto está forte nas redes e que Nossa Senhora Aparecida continuará sendo padroeira do Brasil ‘porque o povo brasileiro quer e tem fé’. A declaração foi dada no programa Canal Livre, da Band.
Sim, o bolsonarismo tentou um golpe em 22.
Sim, o PT tb está dando golpe esse ano, de natureza diferente.
Sinto muito se essa opinião machuca o seu coraçãozinho dicotômico
Há uma velha discussão entre leitores de As Crônicas de Gelo e Fogo e espectadores de Game of Thrones. Uma adaptação precisa mudar coisas, mas é um problema narrativo quando ela altera um elemento que cumpria uma função importante na arquitetura da história, mas os adaptadores julgaram descartável ou secundário.
Ninguém deveria exigir que Greta Gerwig desenhe o leão exatamente como Pauline Baynes o desenhou ou como a Disney o representou. Mas você não pode querer adaptar uma história que ficou estrondosamente famosa removendo os elementos que a tornaram estrondosamente famosa, e esperar que os fãs aplaudam felizes.
Eu odeio a “resenha profética”, mas esta primeira imagem do Aslan de Greta Gerwig possui um problema conceitual que descaracteriza demais o personagem.
O leão parece carregar em seu próprio corpo uma espécie de resumo do mundo que está criando, como se toda a diversidade da criação estivesse condensada em seu Criador. Há pelos, escamas, padrões semelhantes a penas e asas, cores inesperadas e olhos diferentes.
A ideia é condizente com uma imagem exaltada de Cristo. Mas a concepção visual do personagem é bem diferente daquela que fez Aslan ser Aslan em C. S. Lewis.
Aslan não é uma personificação da divindade enquanto força criadora do universo. Muito menos uma espécie de manifestação da própria criação. Aslan é Cristo em sua encarnação. Um leão aparentemente comum, justamente porque Jesus foi um homem aparentemente comum.
Você pode rejeitar o cristianismo da história original, mas foi isso que fez a mitologia de Narnia ser o que é.
Quando tentou explicar o sentido das Crônicas, Lewis escreveu que sendo Nárnia um mundo de animais falantes, imaginou que Cristo se tornaria ali um animal falante, assim como se tornou homem em nosso mundo.
Aslan não corresponde simplesmente a “Deus” de maneira genérica. Dentro da estrutura mitológica de Nárnia, Aslan é o Filho do Imperador de Além-Mar, que representa o Deus Pai. O centro da identidade de Aslan é profundamente cristológico e encarnacional.
Por isso, a característica mais marcante de Aslan não é sua transcendência cósmica. É a extraordinária combinação entre transcendência e proximidade. É aí que está a genialidade da imagem concebida por Lewis.
Aslan não é uma abstração visual da natureza, mas um leão “normal”, em muitos sentidos. Lewis chegou a dizer que sua pergunta era o que Cristo poderia se tornar caso escolhesse “encarnar, morrer e ressuscitar” em um mundo como Nárnia.
A palavra importante aqui é “encarnar”. Lewis traduz essa lógica para Nárnia fazendo do Criador um leão. É justamente sua normalidade que torna Aslan extraordinário.
Um Aslan cuja pele parece conter répteis, pássaros, mamíferos e toda espécie de textura da natureza pode até produzir uma imagem legitimamente cristã do Logos como aquele por meio de quem todas as coisas foram feitas.
Nas entrevistas, Gerwig parece fascinada pelo Aslan cósmico de O Sobrinho do Mago. E eu consigo aceitar esta representação como um tipo de Aslan pré-encarnado, já que a história vai tratar da Criação de Nárnia. Mas eu duvido que esta representação vá mudar ao longo dos filmes, e infelizmente algo central do espírito de Narnia vai morrer em uma das suas representações cinematográficas mais esperadas.
Não aprecio que Greta desloque o centro simbólico do personagem. Transformar o Deus que entrou na criação em uma representação visual da própria criação é manter alguma simbologia cristã, mas uma simbologia que descaracteriza a mitologia.
E, se isso acontecer, teremos talvez um Aslan belíssimo, caleidoscópico e cinematograficamente inesquecível.
Só teremos perdido no filme aquilo que fez Narnia ser a história poderosa que sempre foi.
E eu nem comecei a falar sobre ter uma mulher dublando o Leão… estou tentando acreditar que será uma voz “neutra” o suficiente para não virar uma espécie de leão trans. Mas isso fica para quando tivermos acesso à voz de Aslan.
Até lá, quero me iludir que vai vir um bom trabalho.
O caso envolvendo a funcionária da Junta de Missões Presbiteriana e o pastor Arival Casimiro expõe um grave problema ético e espiritual. Não houve sentença reconhecendo assédio, mas houve acordo superior a R$ 100 mil, ressarcimento à Junta e reconhecimento de mensagens “inoportunas, inadequadas e infelizes”.
O mais grave, porém, é a resposta institucional. Se uma conduta assim termina em acordo financeiro, disciplina não esclarecida e permanência no cargo, a mensagem transmitida é péssima: há uma evidente desproporção entre a gravidade dos fatos reconhecidos e a resposta eclesiástica.
finalmente começa a surgir uma facção rival no STF
eu quero o STF transformado em morro carioca. sangue e tiro pra todo lado, muita bala perdida, choro e violência. um estado de coisas que leve os ministros ao ponto de chegar em casa enfurecidos e agredirem as esposas
Mooska aqui.
A BBC News Brasil acaba de entregar uma aula magna de como opera a usina de controle de danos do sistema. Não é jornalismo investigativo. É artilharia de contenção encomendada no balcão da crise.
Observem o relógio de Brasília.
No exato instante em que André Mendonça rompe a omertà do Supremo, retira o sigilo das mensagens entre o xerife da Corte e o banqueiro de estimação e assina o afastamento do chefe da Polícia Federal de Lula, a filial da estatal britânica aperta o botão de emergência e solta a sua grande denúncia: um instituto acadêmico do qual Mendonça foi cotista obteve contratos de treinamento no setor público.
A intenção é tão transparente que chega a ser constrangedora para quem tem mais de dois neurônios em atividade.
Vamos desmontar a farsa em três atos cirúrgicos.
Primeiro ato: o padrão duplo que beira o ridículo.
A BBC descobre subitamente que ministros de cortes superiores mantêm ligações com institutos de ensino e fundações jurídicas. Mas reparem na amnésia seletiva do consórcio.
Quando Gilmar Mendes pilota o IDP há décadas, faturando dezenas de milhões de reais em patrocínios de estatais de petróleo, bancos públicos, empreiteiras e corporações com processos bilionários pendentes no seu próprio gabinete, a grande imprensa cobre como se fosse um nobre encontro acadêmico e diplomático em Lisboa. É o fórum da pacificação.
Quando Dias Toffoli e Alexandre de Moraes viajam em jatos executivos para palestrar em resorts cinco estrelas bancados por empresas e concessionárias que litigam no STF, a cobertura trata como diálogo republicano de alto nível.
Mas quando André Mendonça, que jamais auferiu um único centavo de lucro na instituição e deixou as cotas no passado, aparece vinculado a contratos de capacitação técnica, a BBC infla o peito editorial para carimbar o escândalo da semana. Para a oligarquia togada de Brasília, tudo. Para quem ousou contrariar o arranjo, a lupa moralista da filial londrina.
Segundo ato: a etiqueta tóxica como método.
Reparem no primeiro parágrafo da matéria: o ministro é imediatamente qualificado como "indicado por Jair Bolsonaro".
O vício de origem do jornalismo militante é incapaz de disfarçar o objetivo. Quando noticiam Cristiano Zanin, a BBC não abre o texto lembrando que ele era o advogado pessoal e padrinho de casamento de Lula. Quando escrevem sobre Flávio Dino, omitem que ele foi o braço político mais agressivo do PT no Ministério da Justiça. Nesses casos, eles são apenas os veneráveis ministros do tribunal.
Mas contra Mendonça, a filiação política no texto é obrigatória. É a tentativa primária de envenenar o poço antes mesmo que o leitor passe dos primeiros parágrafos. Não se julga o fato, julga-se quem o nomeou.
Terceiro ato: o truque da falsa equivalência.
O timing dessa publicação é o verdadeiro escândalo. A narrativa tenta construir uma equivalência infantil para anestesiar a opinião pública: "estão vendo, o outro lado também tem problemas".
É o velho expediente de tentar equiparar uma apuração formal da Polícia Federal sobre interferência em inquéritos sigilosos e promiscuidade com bancos falimentares a uma prestação regular de cursos de capacitação jurídica.
A BBC não está fazendo jornalismo. Está prestando serviço de contra informação para os gabinetes que entraram em pânico com o relatório de Mendonça.
O problema dos assessores de imprensa travestidos de repórteres é que o truque ficou velho demais. O asfalto já percebeu que, toda vez que o rei é pego sem roupas, a redação corre para apontar que alguém do outro lado esqueceu de abotoar o colarinho.
Podem encomendar quantas matérias quiserem. A fita adesiva do consórcio não tem força para colar de volta a máscara que já caiu no chão.
Zumm...
lembrando que moraes não trouxe UMA MÍSERA EXPLICAÇÃO durante TODAS as acusações que sofreu, desde o contrato com a esposa, passando pela pergunta de vorcaro se o ministro conseguiu bloquear sua prisão, depois o processo que o ministro pediu vistas pra brecar o processo do master logo após o recebimento dos milhões pela esposa.... NADA. nenhuma explicação
mendonça na primeira acusação de ter recebido uma roupa já mostrou a fatura do próprio cartão
mas para os especialistas consultados pela imprensa, "estão todos igualmente errados nessa história"
🚨GTA VI PROIBIDO JÁ!!!
Se as lives do Discord foram bloqueadas com base no ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), a chamada "Lei Felca", o mesmo fundamento jurídico se aplica ao GTA VI.
A lei existe justamente para impedir que menores de 18 anos tenham acesso livre a conteúdo adulto sem avisos ostensivos, restrição etária e mecanismos reais de confirmação de idade. O GTA VI é um jogo classificado como conteúdo adulto, com cenas de violência extrema, criminalidade, drogas e sexualidade, exatamente o tipo de material que a Lei Felca busca proteger das crianças e adolescentes.
Se plataformas e canais foram notificados por exporem jovens a esse tipo de conteúdo em lives, o mesmo dever de proteção recai sobre um jogo vendido abertamente, sem barreira efetiva de idade, e amplamente divulgado por criadores de conteúdo assistidos por um público majoritariamente jovem.
A Lei Felca não pede censura nem proíbe adultos de consumir esse tipo de produto. Ela exige responsabilidade das plataformas e dos distribuidores para impedir o acesso de menores. Isso vale tanto para uma live quanto para um jogo.
Se o critério de proteção infantojuvenil já foi usado para bloquear conteúdo no Discord, é dever legal aplicar o mesmo critério ao GTA VI. Proteger jovens não pode depender do formato em que o risco aparece.
🎉 SORTEIO de PS5 + GTA 6 e Metal Gear!! 🌴🐍
Dia 30, às 21h, Sortearemos 3 seguidores, o primeiro ganhará um PS5 + 1 GTA 6 Ultimato, o segundo um GTA 6 Ultimate é o terceiro um Metal Gear Solid: Master Collection Vol 2.
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