A partir de hoje, cada um cuida do seu papelão! 🇧🇷
Cansei de ver as pessoas fazendo suas escolhas e, depois, esperando que os outros estejam sempre disponíveis para ajudar quando as dificuldades aparecem.
Não contem comigo para vaquinhas, bolo no pote, rifas ou qualquer outra forma de arrecadação ou ajuda.
Cada um com suas escolhas, cada um com suas consequências!
#brasil🇧🇷 #brasilemluto #escolha
O LinkedIn romantizou o "líder" e estigmatizou o "chefe". Mas quem assina o balanço no vermelho no final do mês?
Há alguns anos, em uma das minhas empresas, me reuni com a gerência intermediária para discutir a implementação de uma mudança estrutural radical.
(Geralmente, evito passar por cima da governança corporativa para não enfraquecer a atuação dos meus executivos de alto escalão, mas aquela ocasião exigia uma leitura ampla do cenário).
Abri a palavra e pedi a opinião de todos. Após ouvirmos os argumentos, uma das gerentes me questionou de forma muito direta:
— "Chefe, por que pede a nossa opinião se, no fim das contas, o senhor fará o que achar melhor?"
Respondi com o meu tom habitual, levemente sarcástico, mas com absoluto respeito profissional:
— "Isso é verdade. Eu pergunto porque ouço genuinamente as opiniões de vocês, especialmente aquelas fundamentadas em experiência empírica. Mas uma opinião não é uma ordem. Eu pergunto porque sou o tomador de decisões e o único a arcar com o risco fiduciário. Minhas decisões finais não são baseadas em consenso, mas na minha experiência, na saúde financeira corporativa e nas normas da empresa."
O LinkedIn (alguns usuários) criou e romantizou uma dicotomia perigosa que opõe o "chefe" (frequentemente caricaturado como o vilão) ao "líder" (o herói do consenso). Essa é uma visão utópica, muitas vezes propagada por quem nunca teve a responsabilidade de assinar um balanço no vermelho ou tomar decisões impopulares para salvar o caixa de uma operação.
No mundo real dos negócios, liderança e chefia não são antônimos. São instâncias estruturalmente diferentes que um alto executivo precisa dominar:
1. Liderança é comportamento. É a inteligência emocional e a ciência comportamental de abrir espaço para o debate, engajar a equipe e extrair os melhores dados analíticos da sala.
2. Chefia é governança e risco. É a responsabilidade fiduciária. É o dever contratual de vetar o consenso da sala quando a matemática financeira aponta para um colapso.
A ilusão da "democracia corporativa" custa caro. A escuta deve, sim, ser ampla e democrática. Mas a deliberação, para quem carrega o risco e a responsabilidade pelos resultados, é invariavelmente solitária.
Uma equipe brilhante fornece os dados. O executivo assume o risco.
Como vocês têm equilibrado a escuta ativa com a solidão da tomada de decisão (accountability) nas operações de vocês?
#EstrategiaCorporativa #Lideranca #GestaoDeRiscos #Governanca #Financas #TomadaDeDecisao #BusinessStrategy
@Forbes Um CAPEX de US$ 1 trilhão não é apenas um investimento; é a fundação da nova economia global. A escala dessa infraestrutura mostra que a corrida pela IA será vencida por quem dominar a capacidade computacional física.
@valoreconomico A IA redesenha o processo, mas a curadoria e o senso crítico continuam sendo competências exclusivamente humanas e cada vez mais valiosas.
@Estadao He's sort of arrogant; however, he's delivering on what he promised as a candidate. Tenho quase certeza absoluta de que ele vai continuar fazendo isso sem dúvida.