Já AI pode ficar caro muito rápido com uso de tokens, vale pensar no modelo tradicional de ofertar funcionalidade de AI para estimular o consumo, fazendo dinheiro ao comprar token no atacado e vender no varejo.
@favoritudo Já tem caixinha de sugestões? :-P
1. Gerar imagens para compartilhar noutras redes (stories e timeline do insta, facilitando copiar o link). Com uma AI criando uma imagem de post (thumbnail de video) talvez o criativo ajude a atingir o volume das outras redes
Fica a impressão que personalização + AI são bons motivos para pagar, mesmo que seja pouco. Personalização é algo mais simples de fazer e manter, logo não exige grandes custos.
5 curiosidade sobre Marcos Rey, autor da Coleção Vagalume, que provavelmente você não conhecia - a thread! 🧶
Ontem viralizamos com um post falando sobre o centenário de Marcos Rey que ficou quase esquecido no Brasil e descobrimos que muita gente não conhece sua trajetória.
Agora vai conhecer! ❤️
IMPORTANTE! 🚨 Centenário de Marcos Rey, autor da Coleção Vagalume, passa praticamente esquecido no Brasil! 😢
Na semana passada, dia 17, Marcos Rey teria completado 100 anos e quase não se viram homenagens ao autor que vendeu mais de 5 milhões de livros em nosso país, fato raríssimo.
Conhecido por seus livros infantis com 21 livros publicados e vencedor do Jabuti duas vezes, Rey também escrevia literatura adulta, tendo publicado 22 livros voltado para os mais velhos.
Por que será que nosso país simplesmente ignora a memória de nossos mestres?
Um avião cai em SP. Pessoas aleatórias registram em vídeo. Ponto comum é a boa definição das imagens gravadas com celulares simples. Não há dúvida, é um ATR.
OVNI no mesmo país. Imagens borradas, vultos, não há áudio.
@ayubio@VoeGOLoficial Instintivamente uso essa técnica para arrumar a mala. Com antecedência ou não, nunca esqueço nada. Aliás, pratico o mesmo antes de sair do quarto do hotel. Legal saber que tem nome.
Um erro de etiquetagem da caixa pode ter sido decisivo na morte de Joca, o golden retriever que faleceu depois de extraviado em voo @VoeGOLoficial. Trabalhando há algumas décadas com operações em TI aprendi muito a lidar com erros operacionais: como detectar, investigar, remediar e evitar a reincidência e venho aqui compartilhar como lido com isso como liderança em TI e algumas de minhas inspirações.
A gestão do erro se tratando de vidas precisa ter muito mais checagens e processos do que lidar com bagagens. A enfermagem tem muito a nos ensinar com o princípio dos "9 Certos". Antes de fazer qualquer procedimento, o enfermeiro percorre uma check list mental com 9 itens comparando a prescrição médica e o paciente diante dele:
1- A medicação está certa?
2- O paciente é o certo para essa prescrição?
3- A dose que separei está certa?
4- A via de administração está certa?
5- O horário está certa?
6- O registro no prontuário está certa?
7- A ação está certa?
8- A forma farmacêutica está certa?
9- O monitoramento do paciente está certo?
Ao se fazer essas 9 perguntas o enfermeiro se impede de aplicar como injetável um medicamento que deveria ser via oral, ou dois profissionais medicarem a mesma prescrição no mesmo paciente em horário errado, ou até medicar o paciente inconsciente do leito ao lado. Na Gol, provavelmente a checagem foi de um passo: "Essa etiqueta vai nessa caixa" e pronto. Uma pena isso acontecer numa empresa de aviação, segmento muito acostumado a trabalhar com check lists.
Em outra indústria dos transportes, a de trens japoneses, criaram uma técnica bela para mitigação de erros: a shisa kanko. Frear, acelerar, abrir e fechar portas, até passar pelo semáforo amarelo. Tudo que envolve algum risco, os condutores falam em voz alta o que estão fazendo e apontam com o dedo aquilo que estão observando. É mais difícil prensar num passageiro atrasado na porta se toda vez que se aperta o botão de fechar, se condicionou a olhar para as portas e apontar para elas gritando "Fechar portas!". O erro operacional seria fechar sem olhar. É uma coreografia para mente e corpo ficarem atentos no que estão fazendo enquanto o fazem.
Quantos acidentes de trânsito evitaríamos se motoristas gritassem sozinhos no carro como samurais: "Dando seta para esquerda, olhando para o retrovisor e virando!"? Hahaha! Você pode ver o shisa kano em ação nesse vídeo: https://t.co/fg8qU80yEc
Por fim, vem uma contribuição minha. Shit happens. O erro já aconteceu. O que fazer? Começando pelo o que NÃO fazer: caça às bruxas. Se quem erra teme ser punido, perder o emprego, o resultado que um líder obtém não é a redução de erro e sim a ocultação dele. Você estimula varrerem para debaixo do tapete.
Faço o contrário: estimulo meus liderados não só a me contar que cometeram erros como contar para o time todo. Chamo isso de GTAR: Grupo de Trabalho Antirreincidência. Encontros semanais com time todo reunido e de presença obrigatória em que cada um apresenta um erro que cometeu ou testemunhou e o time propõe coletivamente.
As melhores apresentações de erros (detalhismo, clareza, autocrítica) e as melhores propostas de soluções são premiadas (avaliação do colaborador, folga remunerada, ingresso para cinema, bônus, promoção etc.). Assim torno cada erro uma oportunidade pedagógica para a organização aprender a não errar.
Para que o GTAR funcione bem em uma empresa ou equipe de TI é necessária uma cultura forte de atendimento baseado em chamados. Tudo que foi pedido ao time e tudo que foi feito precisa estar registrado em chamado, tão quanto os enfermeiros anotam tudo no prontuário. É a investigação dos chamados que permitem analisar o passado para extrair as experiências ou estatísticas dele.
Criei uma cultura de gestão de TI baseada em chamados e explico ela nessa palestra online gratuita juntamente com o GTAR (GT Antirreincidência) que você pode assistir no meu canal do YouTube aqui: https://t.co/gAcmOEG26J