Estou aqui para acompanhar bons conteúdos e repostar o que me interessa divulgar.
SÓ ENTRO EM TRETA COM QUEM TEM RELEVÂNCIA. NÃO DISCUTO COM O NINGUÉM.
Estive na recentemente Europa e há uma pergunta incômoda que quase ninguém faz:
por que um continente rico ainda sofre tanto com o calor?
No verão de 2022, mais de 61 mil europeus morreram em decorrência das altas temperaturas. Agora, em novas ondas de calor, vemos novamente escolas fechadas, hospitais pressionados, transportes afetados e autoridades recomendando que as pessoas fechem cortinas, bebam água e aguentem firme.
Mas há duas letras que a Europa ainda resiste a aprender:
A/C.
Ar-condicionado.
Em boa parte do continente, apenas cerca de um quinto das residências possui ar-condicionado. Nos Estados Unidos e no Japão, a presença é muito maior. Lá, refrigeração é adaptação, conforto, produtividade e proteção da vida.
Na Europa, muitas vezes, ainda é tratada como luxo, exagero ou culpa.
Na França, parte da esquerda trata o ar-condicionado quase como um pecado ecológico. Jean-Luc Mélenchon, um dos principais nomes da esquerda francesa, já alertou que instalar ar-condicionado em todos os lugares seria “aumentar os danos” — e chegou a dizer que não exporia seus netos ao ar-condicionado porque ele “destrói os seios nasais”.
Ou seja: diante de ondas de calor, hospitais pressionados e escolas fechadas, a preocupação virou proteger os seios nasais da civilização.
A França prefere fechar milhares de escolas durante ondas de calor a equipá-las com climatização adequada. Em vários países europeus, regras de eficiência energética e restrições regulatórias tornam a instalação de ar-condicionado mais difícil, cara ou desestimulada.
Portugal também conhece esse dilema. O país sabe o que é calor, especialmente no interior e no Alentejo, mas, como boa parte da Europa, avançou mais rápido na retórica climática do que na adaptação real.
Quando a temperatura sobe, uma verdade aparece: discurso não resfria sala de aula, hospital, lar de idosos ou apartamento mal ventilado.
O problema não é apenas o calor.
É a mentalidade.
Durante anos, parte da elite europeia tratou energia como pecado moderno: consuma menos, desligue, reduza.
Mas quem protege vidas numa onda de calor não é a penitência energética.
É eletricidade abundante.
É ar-condicionado.
É infraestrutura.
É desenvolvimento.
A história da civilização é a história da humanidade usando mais energia para vencer o frio, o calor, a fome, a escuridão, a distância e a doença.
Desprezar a energia é desprezar uma das maiores ferramentas de proteção da vida humana.
O calor não será vencido com moralismo climático.
Será vencido com prosperidade, tecnologia e liberdade para usar energia em defesa da vida.
#Europa #ArCondicionado
Saúde tá indo embora mas é por todos nós. Nós aguentamos e seguiremos aguentando. Vamos continuar gastando sola de sapato como foi sempre. É por nossos filhos. É pelos presos políticos do 8 de janeiro. Conte comigo, Grande Rodrigo e Moana. Obrigado pelo convite!
Obrigada pelas palavras, Alejandra! As conquistas de uma mulher são vitórias de todas nós! Vamos em busca de muito mais. Estamos aqui na torcida pelo nosso querido Jhon Arias. #avantipalestra.
O letreiro dizia “Itaú – unidade empresarial Poá”, mas era só fachada. Do lado de dentro, uma das maiores fraudes tributárias da história. Dois escritórios de mentira, montados pelo Banco Itaú, com um único propósito: burlar o sistema tributário e deixar de pagar bilhões em impostos na cidade de São Paulo, onde fica sua real sede.
Flagrado em 2019 tentando dar um golpe no maior município do país, o Itaú não honrou a dívida e virou alvo da CPI do Devedor, na Câmara de Vereadores de São Paulo, que aprovou, no mês passado, requerimento para que o banco preste esclarecimentos. O objetivo da comissão que investiga os maiores devedores do estado – ranking liderado pelo Itaú – é recuperar os valores devidos e revertê-los em investimentos para a população.
Julgado pelos órgãos competentes e condenado por má-fé, o Itaú agora tem que pagar em dobro: a dívida e a multa. Por essa e por outras, o Itaú é disparado o maior devedor de São Paulo, com débitos que se aproximam de R$ 20 bilhões, segundo a Prefeitura de São Paulo.
Veja o que daria para pagar com o dinheiro devido pelo Itaú aos cofres públicos:
1.300 mil Unidades de Pronto Atendimento (UPAs);
61.700 ambulâncias;
100 hospitais de grande porte;
400 escolas públicas; ou
100.000 viaturas.
É a terceira vez que o Itaú entra na mira da Câmara Municipal paulistana. No dia 11 de junho, os membros da CPI do Devedor aprovaram requerimento para que o Itaú explique o motivo pelo qual não paga a dívida com os cofres públicos.
Como funcionava o golpe do Itaú
Dos R$ 19,9 bilhões devidos em março pelo conglomerado do Banco Itaú, de acordo com a prefeitura, R$ 9,4 bilhões eram de responsabilidade do Itaucard, que teria estruturado o golpe montando um escritório de fachada no centro de Poá, cidade da Grande São Paulo que oferecia uma alíquota de ISS de 0,25%. Na capital paulista, o índice é de 2%.
Toda empresa tem o direito de levar sua operação para uma cidade que ofereça melhores condições tributárias, mas precisa arcar também com os pesados ônus da decisão. No caso do Itaucard, convencer seus funcionários a darem expediente longe da Faria Lima. Mas nenhum deles foi empregado em Poá.
O golpe durou até 2019, quando foi descoberto pelo então vereador Ricardo Nunes (MDB), hoje prefeito de São Paulo. Na condição de presidente da CPI da Sonegação Tributária, o emedebista foi até Poá para conhecer o escritório do Itaucard, em fevereiro de 2019, na sobreloja de um supermercado. Encontrou uma salinha de 14 m² em um prédio onde deveriam funcionar 20 empresas do Banco Itaú. Sete anos depois, nada de pagar o dinheiro.
No outro prédio, um escândalo, como contou o relatório da CPI em letras garrafais. “Para SURPRESA generalizada de TODOS, havia cerca de 6 (seis) funcionários no local, embora houvesse inúmeras estações de trabalho VAZIAS, num autêntico CENÁRIO visivelmente montado, pronto para receber a CPI, ou qualquer autoridade, caso a visita tivesse sido avisada de antemão”, diz trecho do documento.
O Itaú fez de tudo para impedir a fiscalização e barrou duas vezes a entrada de uma equipe da Polícia Científica, o que só aconteceu meses depois, com mandado judicial. A CPI chegou a ficar um ano paralisada e só retomou os trabalhos quando Nunes convenceu a desembargadora Maria Cristina Zucchi (hoje aposentada) de que a investigação não seria usada politicamente ou para tirar vantagens.
O banco também não deixou os vereadores entrarem em sua sede na cidade de São Paulo, onde os parlamentares poderiam comprovar que as operações do Itaucard funcionam de lá. Ricardo Nunes (atual prefeito) e Rodrigo Goulart (atual secretário de Desenvolvimento Econômico) constam como vítimas de um boletim de ocorrência por desobediência do Itaú.
A CPI, contudo, conseguiu comprovar a fraude: convocou diretores do Itaú e perguntou se eles já haviam estado em Poá. Obrigados a dizerem a verdade, eles confessaram que não foram até a suposta sede. Logo, eram falsas as atas de assembleias realizadas lá, o que fez a CPI sugerir o indiciamento deles por falsidade ideológica rotineira e organização criminosa.
Sem saída, o Itaú fechou um acordo: pararia com a fraude e transferiria imediatamente a sede de suas empresas para o endereço verdadeiro, em São Paulo. Em troca, a CPI não convocaria os dirigentes do banco.
O banco, porém, não pagou o que devia por impostos que deixou de recolher entre 2015 e 2019, período que durou a fraude em Poá.
Comprovado o golpe, o Conselho Municipal de Tributos (CMT) tem rejeitado os recursos do Itaú e aplicado a chamada “multa qualificada”: o banco tem que pagar um extra de 100% do valor devido, por ter agido com dolo e “intenção deliberada” de lesar o fisco.
No final de maio, o banco mandou apenas um representante a uma reunião para discutir a multa com o Conselho Interestadual de Recuperação de Ativos.
O Metrópoles apurou que, na ocasião, o Ministério Público sinalizou que pode indiciar o banco pelos crimes de sonegação tributária, fraude, falsidade ideológica, entre outros.
Havia, até então, dúvidas se o caso poderia seguir na esfera criminal enquanto a dívida está em discussão. O encontro deixou claro que o MP superou a divergência. Ao final da reunião, a representante do Itaú apenas disse que reportaria a discussão ao banco, e nunca mais voltou.
Outra fraude
O Itaucard montou outro esquema para dar calote no fisco paulistano, este envolvendo seu braço de fidelidade e compras.
Conforme decisão recente do CMT, o Itaú vinha informando à prefeitura que recebia recursos de “divisão de lucros” quando um produto é comercializado a partir do seu marketplace. A fiscalização da prefeitura provou, porém, que os pagamentos na verdade eram comissões pagas pelos lojistas parceiros.
A própria Itaucard emitia recibos que se referiam a “comissionamento”, sem emitir as notas fiscais obrigatórias. Em julgamento unânime, o CMT concluiu que este é mais um caso de fraude (com omissão deliberada de receita), o que fez o Itaú ser condenado novamente a pagamento em dobro: o imposto devido e 100% de multa.
O que diz o Itaú
Em nota enviada ao Metrópoles, o Itaú Unibanco disse que “mantém uma discussão judicial com a Prefeitura de São Paulo a respeito de impostos que foram devidamente recolhidos para o município de Poá (SP)”.
Entre os anos de 1992 e 2019, o banco manteve áreas operacionais dos negócios de cartões, leasing e consórcios, onde trabalhavam 100 funcionários do banco, em um prédio administrativo em Poá (SP), período em que os tributos foram pagos regularmente ao município-sede. A prefeitura da capital contesta essa localização e tenta cobrar os mesmos valores, o que geraria uma dupla tributação indevida”, afirmou.
O banco ainda declarou ter “convicção da regularidade de suas operações e da ausência de qualquer fraude, tanto que todas as decisões de mérito proferidas até o momento foram favoráveis ao banco”. “Por fim, as cobranças e seus desdobramentos estão suspensos por conta de garantias apresentadas na Justiça, que asseguram o cumprimento das obrigações do banco na hipótese de uma eventual decisão definitiva em favor da Prefeitura de São Paulo”, declarou.
Assista o vídeo:
https://t.co/zVfJ9dCL0t
Achei excelente a notícia de que a nossa futura primeira-dama @NandaBolsonaro estará ativa na campanha do nosso futuro presidente @FlavioBolsonaro.
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Coloquei uma parte do índice do livro que acabamos de publicar hoje nessa data histórica. Creio que há grande compatibilidade entre as ideias defendidas pelo livro e pela página de vocês.
@danilo_thomaz03 Boa.
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🇧🇷🏛️💸 | O escritório de advocacia da ministra do Superior Tribunal Militar Verônica Sterman, indicada por Lula e empossada em setembro de 2025, recebeu R$ 700 mil, no fim de 2024, da ACX ITC Serviços de Tecnologia. A firma aparece no relatório final da CPMI do INSS como parte de uma rede de lavagem de dinheiro usada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. O pagamento ganha novo peso após o “dono” oficial da empresa, Ericsson de Azevedo, de 50 anos, morador do Jaçanã, na zona norte de São Paulo, admitir à Polícia Civil ser apenas um laranja. Em depoimento de 23 de janeiro, no âmbito da Operação Saturno, ele disse que nunca foi o verdadeiro proprietário da ACX ITC e que, em dificuldades financeiras, vendeu seus dados por R$ 5 mil para a abertura do CNPJ, apesar de a firma ter capital declarado de mais de R$ 100 milhões. A rede ligada ao Careca do INSS reúne mais de 40 empresas relacionadas entre si e movimentou cerca de R$ 39 bilhões, segundo a CPMI. O mesmo grupo inclui a Victory Trading, sancionada nesta semana pelo Departamento do Tesouro dos EUA por suspeita de ligação com o PCC. A coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, não localizou processos em que Sterman tenha atuado em favor da ACX ITC ou de outras empresas do grupo. Procurada novamente pela reportagem nesta quinta-feira (2), por meio do STM, a ministra não respondeu. Em manifestação anterior, Sterman afirmou que o valor se refere a três pareceres jurídicos sobre temas criminais ligados às atividades da empresa e declarou desconhecer qualquer relação da ACX ITC com o Careca do INSS, negando vínculo com o empresário.
▶️ @danuzioneto
Estou escrevendo uma ficção romântica e queria ajuda de vocês:
Imagina você ser um calvo medonho, e sua muié ter negócios e ficar de papinho no zapzap com cara mais topetudo, rico, comedor e metido a galã do Brasil...
Eu descontaria toda minha frustração nos outros... e vocês?
Publiquei ontem na Gazeta um artigo sobre uma pergunta que talvez estejamos deixando de fazer:
será que estamos valorizando pouco o país incrível que temos?
Durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos, viralizaram vídeos de turistas estrangeiros encantados com aspectos banais da vida americana: supermercados enormes, refil grátis, ar-condicionado, casas espaçosas, estradas largas, atendimento cordial e abundância no dia a dia.
O olhar de quem chega de fora fez muitos americanos enxergarem novamente aquilo a que já estavam acostumados.
E talvez o Brasil precise do mesmo exercício.
Estamos tão habituados aos nossos problemas — burocracia, impostos, insegurança, instabilidade política e ineficiência estatal — que muitas vezes deixamos de enxergar a grandeza do país real: o agro que alimenta o mundo, a criatividade do nosso povo, a força das famílias, a beleza natural, a energia renovável, a hospitalidade, a fé e o empreendedorismo que resiste apesar de tudo.
Amar o Brasil não é ignorar seus defeitos.
É enxergar sua grandeza com tanta clareza que se torna impossível aceitar sua mediocridade institucional.
Na minha coluna de ontem na Gazeta, escrevo sobre esse Brasil que esquecemos de admirar — e sobre por que precisamos voltar a enxergá-lo.
Leia na Gazeta:
Publicamos: https://t.co/zT71b4IKhn
#Brasil
Vejam o naipe do cara q investigou a facada em Bolsonaro, em 2018! Sem chance alguma de descobrir ou deixarem divulgar a verdade!!!
O cara fazia parte de uma organização criminosa!
PF prende delegado que comandou investigação da facada em Bolsonaro em 2018!