@FlaCamila87@fla_infos@PabloRaphaelRUA De euro amigo. O euro tá na faixa de 6,18
Multiplica por 1.3Mi, da 8 milhões de reais por mês. Da pra fazer loucura não
Depois de anos doente, Chávez escolheu Maduro como sucessor. Maduro governou por 12 anos usando repressão, controle de instituições e propaganda para consolidar poder e adotar um estilo autoritário, centralizando o Estado e limitando oposição e liberdades.
O petróleo foi essencial na revolução bolivariana: financiou moradia para milhões e abriu acesso ao ensino superior. Mas o poder e o dinheiro também alimentaram a corrupção, e o país acabou sucateado.
Hugo Chávez AMPLIOU O CONTROLE SOBRE O JUDICIÁRIO, expropriou empresas privadas e aboliu o limite de reeleições.
OBS: Já vimos isso acontecer em algum lugar...🤔
Após romperem com os EUA, implantarem uma ditadura (cheia de corrupção), Maduro, então ministro das Relações Exteriores, articulou alianças com Cuba, Rússia, Irã e China. Após se aliarem a países socialistas, o caos tomou conta.
Após uma tentativa de golpe em 1992, Hugo Chávez foi eleito presidente em 1998. Após a revolução e vitória de Chavez, romperam com os EUA.
Ao seu lado, desde o início, estava Nicolás Maduro.
Mas a riqueza se concentrava nas mãos de poucos.
A desigualdade virou discurso em uma democracia frágil e terreno fértil para a revolução da esquerda, no começo dos anos 1990, comandada pelo tenente-coronel Hugo Chávez.
A Venezuela viveu uma era de prosperidade: produzia 3 milhões de barris por dia e chegou a ter qualidade de vida comparável à de Paris
O país era chamado de "Venezuela Saudita", em referência aos outros grandes produtores de petróleo no Oriente Médio.
O país cheirava óleo!🤑
Nessa tempo, O país era um grande aliado dos Estados Unidos e de suas petroleiras.
O governo de Carlos Andrés Pérez (1922-2010), que por duas vezes governou o país entre 1974 e 1993, combinou as boas relações com os Estados Unidos.
Na década de 70, a Opep (formado principalmente por árabes) suspendeu a venda de petróleo aos EUA, que apoiaram Israel na Guerra do Yom Kipur.
O embargo elevou os preços e beneficiou a Venezuela, que havia acabado de nacionalizar suas empresas de petróleo.
Entre o fim dos anos 50 e os 80, a Venezuela chegou perto de vencer a dependência do petróleo, ao investir em diversificação. O governo construiu a siderúrgica Sidor e uma grande hidrelétrica, obras de padrão mundial para impulsionar o setor de energia.
Por algumas décadas, os presidentes conseguiram manter uma inédita estabilidade econômica e política, além de apaziguar a disputa histórica entre civis e militares.
Além da riqueza e do alto poder de compra, o país era também sinônimo de liberdade. Em 1976, uma publicação do jornal espanhol El País disse que “na Venezuela se vive uma liberdade genuína”. O artigo
Mal sabiam eles que esse jogo viraria, infelizmente!
Na década de 70, os venezuelanos tinham o maior poder de compra entre os países América Latina, segundo um índice da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)
Até 1983, o desemprego no país se manteve na marca de 10%. No mesmo período, o crescimento médio da Venezuela foi de 4,3% por ano, e a inflação era baixíssima. O país crescia em ritmo acelerado!
Acredite se quiser, mas nos anos 1950, o PIB per capita dos venezuelanos só era menor que o dos americanos, suíços e neozelandeses, segundo informações da revista de negócios da Wharton School da Universidade da Pensilvânia.
Resultado, virou a quarta economia mais próspera do mundo, grande poder de compra, estabilidade econômica e infraestrutura de luxo. Essa era a realidade da Venezuela entre os anos 1950 e 1970.