o ponto de virada depois de anos de terapia em que a gente deixa de se sentir vítima de tudo e passa a apenas achar engraçado e curioso como os padrões se repetem e as pessoas são sempre previsíveis
quando eu era criança queria ser epiã. a professora na catequese perguntou oq queriamos ser, falei bibliotecaria, pois no futuro ngm poderia saber da minha profissão