@WillianTavares9 Jamais esqueço o artigo que Curtis Yarvin fez em ode ao MBL, colocando o Partido Missão ao lado do Partido Comunista Chinês e afirmando que o Missão está trabalhando pra instaurar um socialismo monopartidário ("centralismo-democrático") no Brasil
https://t.co/WMG4U9Deje
A Fluminense fan mom and a Vasco fan dad arguing mid game, with their kid in the middle wearing a half and half shirt.
Brasilian football is different.
Minha impressão: Flávio Rachadinha não tá nem aí pra vencer eleição. E o entorno já captou isso. Vai cumprir formalidades na campanha. A escolha desastrosa do vice e a inabilidade pra qualquer coligação são demonstrações disso. O objetivo tá claro: tumultuar o que puder o processo eleitoral, fazer jogo híbrido com a institucionalidade, e retomar a agitação junto à EUA, Argentina e Israel. Depois das eleições, começa uma agenda pra desestabilizar o governo eleito. Não passarão.
O estado sou eu.
A pessoa desconhece o que é república, o que são os três poderes e quer ser candidato a presidente. E tem gente que vai votar nessa aberração como se fosse uma promessa.
@esquedistabolad@jairmearrependi@ronaldocaiado Sabia que você acaba de passar vergonha discutindo contra uma hipotética anistia de um sujeito que nunca foi condenado porque é esquizofrênico paranóico? Meus parabéns!!!! 👏👏👏👏👏
Primeiro o cara diz que, como presidente, vai matar bandido. Mas presidente não manda em PM’s.
Depois diz que só respeitará decisões do STF que considerar legais.
Agora diz que vai cassar prefeito.
Pronto. Não é candidato a presidente, mas a déspota nada esclarecido
@BrazucaNeto@felix__augusto@jnascim Calma, princeso, que ainda tá muito cedo para a condenação na Justiça. O TCU só detectou a bandidagem há poucos meses. Engraçado que você só é 'cauteloso' quando é o candidato que tu mama. Quando é o Lula, você nem se lembra que ele nunca foi condenado com trânsito em julgado.
Que delícia a Sadi e a Natuza comendo o coro do Renan Santos!
Há muito tempo eu venho tentando falar sobre isso, mas depois da convenção em que Renan lançou sua candidatura, eu realmente fiquei profundamente perturbada.
E eu falo aqui como mulher, como cidadã, como feminista, exercendo o meu direito à liberdade de expressão.
O discurso apresentado naquele evento me assustou. Quando um candidato coloca a violência como resposta para os problemas da sociedade, isso merece um debate muito sério. Polícia não tem poder absoluto. Em um Estado Democrático de Direito, o uso da força está sujeito à lei, ao controle e ao respeito aos direitos fundamentais.
Também me chocaram declarações que desqualificam moradores de favelas, como se eles fossem cidadãos de segunda categoria. São brasileiros que trabalham, estudam, criam seus filhos e têm exatamente os mesmos direitos de qualquer outra pessoa.
Ao longo da trajetória pública, Renan também já fez declarações amplamente criticadas por movimentos de mulheres por seu conteúdo machista e por falas consideradas ofensivas, apologia a estupro, ou que relativizam a violência contra as mulheres. Isso não pode ser tratado como algo normal.
Como mãe solo, uma fala me atinge de forma especial: culpar mulheres pela criminalidade porque criam seus filhos sozinhas. Nós não somos mães solo porque queremos. Somos mães solo, muitas vezes, porque milhares de homens abandonam suas responsabilidades e deixam sobre nós todo o peso da criação dos filhos.
O que mais me preocupa é perceber que esse tipo de discurso vai sendo naturalizado. Jovens passam a enxergar o ódio, a violência e a intolerância como se fossem soluções. E isso tem consequências reais.
Vivemos em um país onde mulheres são vítimas de violência todos os dias. Por isso, quem ocupa espaço na política deveria contribuir para diminuir esse problema, não para alimentar uma cultura que banaliza a violência ou reforça preconceitos.
Confesso que saí daquela convenção assustada. Não apenas pelo que foi dito, mas pelo fato de que tantas pessoas aplaudiram. Isso me faz pensar no tipo de sociedade que estamos construindo e no quanto ainda precisamos defender a democracia, os direitos humanos e o respeito entre as pessoas.