Editor blogue 'Spe Deus' inativo desde 1 de setembro de 2022.
Muito amado por Deus e pelos seus, ou seja, possuidor de uma fortuna incalculável 🇵🇹♿😺🐈⬛
Il Papa al Gemelli, intervento concluso positivamente. La Sala Stampa della Santa Sede fa sapere che si è conclusa "nei tempi e nei modi previsti" l'operazione a Leone XIV di rimozione di un nodulo al polmone: "Il Santo Padre è rientrato in stanza"
Pope Leo XIV’s surgery to remove a “small, localized nodule” from his lung was successful and he has returned to his room in the Gemelli Hospital, according to the Holy See Press Office.
📩 Hoy, 2 de octubre, el prelado felicita a todos e invita a empezar el primer año de preparación del centenario con agradecimiento a Dios y a san Josemaría, con el deseo de ser contemplativos en medio del mundo.
🥳 ¡Feliz 2 de octubre y buen inicio de Camino al Centenario!
https://t.co/WJMelq2hIB
Não tenham medo de semear sem ver os frutos imediatamente. Cabe a vós semear; o crescimento pertence a Deus. Nenhum gesto feito em nome de Cristo é em vão.
Caridade de Tobit
Tobit é um exemplo luminoso de caridade ativa e corajosa. Vive exilado, com poucos recursos, e mesmo assim não deixa de praticar o bem. Distribui esmolas aos pobres, partilha o que tem e, sobretudo, arrisca a vida para enterrar os mortos, o que constituía uma obra de misericórdia particularmente perigosa naquele contexto.
É precisamente essa fidelidade às obras de caridade que o torna agradável a Deus. Apesar da cegueira e do sofrimento, ele continua a fazer o bem, mesmo quando os resultados parecem nulos. Até a mulher dele, Ana, chega a dizer: “As tuas esmolas não valeram para nada.” No entanto, o desfecho da história mostra que essa afirmação é falsa: Deus vê o que o mundo não vê e recompensa no tempo oportuno.
O Arcanjo São Rafael confirma isso com palavras fortes e claras: “A esmola livra da morte, apaga os pecados e obtém a misericórdia e a vida eterna.” A generosidade de Tobit não se limita ao dom social, estendendo-se também ao dom espiritual, que é a expressão concreta da sua confiança em Deus.
Hoje em dia, somos frequentemente tentados a pensar que a caridade é inútil ou que não tem qualquer impacto. No entanto, o exemplo de Tobit mostra-nos que o bem nunca é em vão. Mesmo nas pequenas coisas, Deus age através de nós. E quem vive a caridade com fé e humildade atrai a bênção divina sobre si.
A caridade abre caminho à cura, à salvação e à paz. Tobit, apesar de ser cego, consegue ver com clareza o que muitos não veem: amar o próximo é servir a Deus e é o caminho para a verdadeira felicidade, tanto nesta vida como na vida eterna.
Pe. Rodrigo Lynce de Fari
26 sierpnia w Kościele katolickim w Polsce przypada uroczystość Najświętszej Maryi Panny Częstochowskiej.
Gwiazdo śliczna, wspaniała, Częstochowska Maryjo, Do Ciebie się uciekamy, O, Maryjo, Maryjo.
Um bispo invisível
D. Juan Abelardo Mata Guevara, de 80 anos, bispo emérito de Estelí (Nicarágua), foi detido pelo Governo do seu país no final de Junho e a comunidade internacional continua sem notícias do seu paradeiro. O argumento da prisão é ele ter referido na homilia a falta de liberdade religiosa na Nicarágua. Não fosse alguém pensar que D. Juan Abelardo falava de cor, a polícia prendeu-o e fê-lo desaparecer, reforçando com mais este exemplo que ele tinha razão.
Muitos padres e leigos têm sofrido este destino na Nicarágua, mas prender um bispo e fazê-lo desaparecer chama particularmente a atenção.
Ao fim de um mês do desaparecimento, o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, interpelou formalmente o Governo da Nicarágua: «Estou preocupado pelas notícias de repressão contra a Igreja católica e outros grupos religiosos, nomeadamente a falta de informação oficial acerca do destino, do paradeiro e do estado de saúde do D. Juan Abelardo Mata Guevara, bispo de 80 anos, que foi detido a 29 de Junho».
Volker Türk protestou contra a repressão na Nicarágua: «Exorto as autoridades a libertarem imediatamente todas as pessoas detidas arbitrariamente e a garantirem que todos os detidos sejam tratados com humanidade e dignidade, conforme as obrigações de direito internacional da Nicarágua em matéria de direitos humanos».
Depois de Daniel Ortega informar há poucos dias que não haveria mais eleições na Nicarágua (tomaram o poder há 47 anos), as Nações Unidas «apelaram às autoridades para que permitam a participação cívica e restabeleçam o Estado de direito. As pessoas de todas as opiniões políticas devem poder votar e candidatar-se a cargos públicos, em conformidade com as obrigações internacionais do Estado da Nicarágua em matéria de direitos humanos».
Segundo a ONU, «pelo menos 46 pessoas continuam detidas arbitrariamente por razões políticas».
A Conferência de Bispos da América Central apelou ao Governo para que deixasse um médico atender D. Juan Abelardo, já com 80 anos, com problemas de diabetes e de visão, e com um «pacemaker» por causa de deficiências cardíacas.
Como é típico dos regimes comunistas, a ditadura da Nicarágua continua a servir-se do terror como instrumento de intimidação. D. Juan Abelardo não é a única vítima deste regime, nem é a primeira vez que o atacam. Por exemplo, já em Julho de 2018 um pelotão paramilitar disparou contra o automóvel de D. Juan Abelardo.
Nalgumas regiões do mundo, ser católico tem um preço elevado.
Agora, deixo um desafio aos leitores: a comunicação social portuguesa deu a esta notícia o relevo que merece?
José Maria C.S. André
D. Juan Abelardo Mata.
Fanaticism
Newspapers reported that the Portuguese Media Regulatory Authority (ERC) decided (on July 13) to open proceedings against the television channels TVI/CNN, CMTV, and Now for airing an advertisement. Shockingly, an advertisement affirming the value of human life!
The fines range from 20 to 150 thousand euros!
The ERC’s rulings are striking examples of bureaucratic and pompous style: what can be clearly stated in 20 lines, the ERC conveys in a convoluted manner across 20 pages. Unfortunately, we only know from newspapers about this case against the television stations that had the courage to broadcast this ad thanking for the gift of life. Despite the time that has passed, it is still not possible to access their decision on the ERC’s website. It is probably just another one of those endless documents, impossible to quote verbatim in the pages of a newspaper.
We would like to have an impartial regulator, but instead we have a fanatical and inefficient body, unable of managing its own website clearly.
Based on what can be gathered from the news reports, rather than a logical argument, this ERC lawsuit against the television networks puts forward a chain of intertwined ideas. The sequence seems to boil down to this: to be grateful for life is to express appreciation for human life; to value life is to implicitly criticize murder; therefore, the ad is against abortion. Now, according to ERC, the ideal of abortion cannot be called into question.
It is evident that anyone who truly defends life does not approve of the abortion of a baby, but to conclude that it is better not to defend life…
ERC’s level of fanaticism—and this is not the first time—is shocking, for its blindness and brazenness. It is not enough for them to defend their decadent ideologies; they also forbid and condemn those who do not support them.
Interestingly, last May, ERC issued a statement on the television program “Transgender,” which explicitly addresses hormone blockers and genital surgeries (with statements such as “girls can have a penis”), features nudity and sexual references, and contains abundant promotion of gender ideology. ERC has nothing but praise: “careful language,” “occasional depictions of nudity,” sexual references “of an educational nature,” “a contribution to a better understanding on the part of young audiences,” and not even “any ideological or doctrinal agenda is observed”! Yes, because ERC doesn’t uphold opinions! Not even ideologies! What ERC stands for is indisputable! Woe to anyone who dares to think differently!
How far will this extreme fanaticism go?
The video condemned by ERC was titled “Thank You, Mom.” One is tempted to extend the gratitude: “Thank you to the producers of this video,” “Thank you to the television stations that aired it.”
In these times when it is difficult to defend freedom—and even the value of human life itself—the true heroes are those who resist. Thank you!
José Maria C.S. André