Let's talk about Brazil.
Ancelotti has moved to a 4-4-2 diamond, and it seems this will be the way Brazil will play until the end of the World Cup.
There is an important change in the attacking dynamics, especially regarding Vinicius Jr. Previously, Brazil usually looked to get him wide, allowing him to receive in those areas, accelerate, and carry attacks himself. Now, he is playing more inside and looking to make runs in behind to finish attacks.
In the end, Ancelotti and Brazil have moved from Vinicius Jr, an attacker, being the point of reference of attacks, to having the midfielders, Cunha and Paqueta, dictate and organize play to then find Vinicius to finish. Brazil have moved from attacking more in wide areas to attack more centrally.
One reason behind this change could be that, previously, with Vinicius being the player carrying attacks from wide areas, Brazil’s games often became chaotic. Vini will naturally attempt many 1v1 situations, which can lead to more transitions and more open games. The second reason could be that Ancelotti is looking for a structure that can accommodate Neymar in the false 9 position. He knows that in certain games, especially when Brazil are behind, they will need his creativity in the final third.
Overall, the dynamics look promising. Paqueta drops deeper alongside Casemiro to help organise play, while Guimaraes has a bigger role making runs in behind, taking advantage of Cunha’s dropping movements to drag centre-backs out of position. Unfortunately, Brazil did not have much time to work on this, as they were playing in a different way earlier in the process. Because of that, the relationships are not yet ideal, and this is something to consider.
Defensively, Brazil moves into a 4-4-2, with Rayan becoming the right winger and Paqueta moving to the left wing to defend. Brazil leave Vinicius Jr and Cunha higher up the pitch, ready to attack in transition.
Brazil have found a way of playing that accommodates many of their players’ strengths.
A demissão de Filipe Luís na madrugada desta terça-feira é a maior sacanagem que eu já vi com um profissional do futebol neste país. Inacreditável. Absurdo. Inconcebível. E é claro: tinha que ser obra de BAP. Um dos mais proponentes e arrogantes dirigentes que já vimos.
Enquanto eu to cheidiódio com Flamengo.
O Trump está a beira de começar uma Guerra Mundial só pra mascarar o fato de que ele é um criminoso sexual de merda.
Fato é que os jogadores tão tudo de salto alto, parece que tão de férias ainda. O que é normal, mas se torna um problema gigante quando taticamente o time ta desalinhado. E o ÚNICO atleta capaz de organizar o time taticamente (de dentro do campo) é o lesionado Jorginho Frello.
Irreconhecível o Filipinho Luís.
Perdeu pro Lanús sem o time dele gerar um perigo sequer, depois na coletiva ainda passou pano pros Argentinos no caso de racismo de Vini Jr. falando que foi um "caso isolado".
Sério, eu assisti TODAS coletivas dele (sem exceção) desde que assumiu o time profissional do Flamengo mais de um ano atrás, e é a primeira vez que eu fico bem inconformado com o que vi. Ainda falou que o "desconforto" dos jogadores do Fla era devido ao gramado seco e ao vento.
Eu vou continuar garantindo em contrato uma janela de pelo menos 3 meses para meus filmes, podendo a janela ser aumentada ou diminuída em comum acordo. Se as salas de cinema começarem a fechar, meu filme será exibido exclusivamente nas que irão permanecer, e nos países que defenderem frontalmente a experiência de ir ao Cinema. Se todas as salas do Brasil fecharem e sobrar o São Luiz e a Fundação, o Cine Brasília, o Glauber Rocha, a Cinemateca Capitólio em POA, o Estação e o Cine Sesc na Augusta, o filme poderá ser exibido nessas salas durante meses antes de chegar no streaming. O streaming é uma nova e espetacular forma de ver filmes, mas o streaming não pode ter o poder de acabar com a cultura da sala de cinema. São os cinemas que constroem o caráter e a história de um filme.
Eu escutei 22 mil minutos de música no Spotify em 2025, sendo que esse ano eu fiz um plano de 8 meses no Apple Music.
Todo o wrapped foi referente a um terço do ano, os outros 4 meses. E no final das contas foi bem ok.
Mais um golaço coletivo do Brasil, com as dinâmicas do Ancelotti sobrando em campo. Bruno Guimarães melhor jogador na gestão do italiano, muito muito craque. E po, jogador do vasco metendo golaço de trivela, como não ficar animado com uma seleção dessa?
Só repassando o que me falaram, no meu primeiro dia de produtor no Festival do Rio:
— Pode pedir ingresso de tudo, só não peça “O Agente Secreto” porque não vai ter.
Dito isso, consegui um lugarzinho na sessão de imprensa. Inevitavelmente com expectativas altíssimas.