Quando Temer completou apenas cerca de 8 meses de governo, o Jornal O Globo publicou um editorial pedindo explicitamente a renúncia do então presidente. O motivo era o vazamento do áudio dele com o cara da JBS (“tem que manter isso aí”).
Na mesma época, colunistas do grupo que discordaram da linha editorial foram demitidos. Foi justamente nesse período que a extinta revista Época, do Grupo Globo, produziu uma reportagem com vídeo👇 listando os deslizes de Alexandre de Moraes -que na época era Ministro da Justiça. Entre eles estavam críticas à gestão de segurança pública e posicionamentos vistos como alinhados demais ao governo Temer.
Naquele momento, criar crise e conflito parecia necessário, especialmente depois que o governo revisou/reduziu verbas de publicidade governamental para vários veículos. No fim, aquele áudio de Temer com Joesley virou fichinha perto das parcerias abertas, públicas e sob holofotes que grandes empresários mantêm hoje com o governo Lula. Isso é tudo que você precisa saber quando a Globo decide criar (ou amplificar) uma crise no país.
Caiado diz que quem vota em Flávio está elegendo lula, mas os números mostram o contrário. Quem ataca Flávio é quem está fortalecendo lula e enfraquecendo o único que pode derrubar o PT!
Moraes suspendeu hoje, por 90 dias, as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar. O motivo foi a divulgação de uma carta do ex-presidente nas redes do filho.
Olhe a sequência, sempre do mesmo ministro contra o mesmo homem. Prisão domiciliar, proibição de falar, busca que não achou nada.
Impedir um homem de 70 anos, doente e preso em casa, de receber a visita do próprio filho não protege a democracia. Envergonha a toga.
Você não precisa gostar do Bolsonaro para se incomodar. Basta ser pai, basta ser filho, bastar ter o mínimo de humanidade presente.
1 de 4: Quando eu tava pesquisando sobre Demori na EBC, deixei passar um detalhe pra não alongar demais: a presença recorrente de nomes ligados à Open Society (Soros) no Dando a Real com Demori. Pedro Abramovay, diretor da fundação na América Latina, esteve lá.
Continua👇
NOTA
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir o senador Flávio Bolsonaro de visitar o próprio pai, por ter divulgado uma carta escrita por Jair Bolsonaro, é autoritária, desproporcional e, na prática, tenta tornar o ex-presidente incomunicável. Uma clara interferência no jogo político.
A medida reforça a percepção de perseguição política e de tratamento desigual. Parte do Supremo Tribunal Federal abandona a necessária posição de árbitro institucional e passa a atuar como adversário político de Jair Bolsonaro, de Flávio Bolsonaro e de todo o campo de oposição.
O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais.
Há um claro padrão de comportamento: parlamentares do PT substituíram o Ministério Público em uma dobradinha com o Supremo que desequilibra o jogo democrático.
Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento.
A mais alta corte da Itália apontou a parcialidade e as anomalias do STF no julgamento de membros da direita. Tribunais da Espanha, Estados Unidos e Argentina, também já se manifestaram contrários às decisões do supremo por verem parcialidade e perseguição política na conduta de Alexandre de Moraes.
Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa. Milhões de brasileiros vão levantar as suas vozes em todo o país, para que possamos retomar a necessária e perdida normalidade democrática.
Senador Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado Federal
Lula, durante 2018, recebeu 572 visitas na prisão, inclusive 21 do então candidato à presidência do PT, Fernando Haddad. Seus visitantes concediam, em seguida, longas entrevistas a TV e à imprensa sobre o que Lula havia falado.
Nunca cogitei cercear o direito de visita ou de correspondência de Lula.
Já Bolsonaro agora não pode mais receber visitas de seu filho, Flávio Bolsonaro, na prisão domiciliar e pelo jeito também não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso.
Falta proporcionalidade e legalidade à decisão do Min. Moraes.
É mentira a nota abaixo, publicada por Lauro Jardim. Não estou “segurando” o projeto, dei celeridade ao projeto.
O projeto de lei nº 1482/2019 chegou à Comissão de Segurança Pública do Senado, da qual sou Presidente, no dia 12 de junho. No mesmo dia avoquei a relatoria e, rapidamente, publiquei parecer favorável em 9 de julho. No dia seguinte, 10 de julho (sexta-feira), a pauta da CSP já havia sido publicada em Diário Oficial com o referido projeto incluído na pauta para votação no dia 14 de julho (próxima terça-feira). Ou seja, o projeto tramitou em alta velocidade para os parâmetros legislativos!
Todo esse trâmite é público e poderia ter sido checado por Lauro Jardim antes de publicar a nota tendenciosa, na data de ontem.
Lembro ainda que sou autor do Projeto de Lei nº 828/2022, que trata do mesmo tema de combate ao crime organizado na área dos combustíveis. Ele encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo senador lulista Otto Alencar (PSD/BA), PARADO HÁ MAIS DE 2 ANOS (desde 11 de abril de 2024) e nem sequer o relator foi designado ainda. Mas neste caso o senador não foi alvo de homenagens e insinuações de Lauro Jardim. Por que o tratamento diferenciado?
Bastava uma ligação para que qualquer dúvida fosse sanada.
@laurojardim@JornalOGlobo
Brasília, 11/Jul/26
CARTA AOS BRASILEIROS
“Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós.
O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças, e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e empobrecimento.
Meu pré-candidato, creio o seu também, meu porta-voz no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade.
Um afetuoso abraço a todos na certeza de que, juntos, tudo faremos pela nossa pátria.
Deus, Pátria, Família e Liberdade.”
Jair Bolsonaro @jairbolsonaro
Capítulo 1 encerrado.
Faltam 3... e o que está na gaveta é pior do que o que você já leu.
Cada parte sai quando tiver que sair, começando na semana que vem.
Seu papel agora é simples, compartilhe esse fio e me siga pra receber o próximo antes de todo mundo.
Em 9 de julho de 1932 os paulistas pegaram em armas contra Getúlio Vargas.
Vargas deu 2 golpes de estado (1930 e 1937) e implantou uma ditadura fascista.
Ele deportou Olga, mulher do comunista Prestes, para a Alemanha nazista, onde ela for morta.
Vargas é ídolo da esquerda.
Esse tipinho é o que há de mais perigoso no congresso nacional.
Inventada e financiada por bilionário globalista, apresenta-se como uma espécie de feminazi de tailleur, destoando de suas colegas lunáticas com cara e apresentação de militantes de centro acadêmico, e sendo palatável para faria limers progressistas.
Esses ares de moça boazinha são mero estereótipo para o que efetivamente é:
agente da stasi identitária, maníaca por controle e imposição de todo tipo de censura.
A da vez é o tal projeto de lei da misoginia, que pretende criminalizar algo que não existe e não é problema nacional, um genérico e folclórico “ódio a mulheres”, que segundo a empulhação feminista seria a porta de entrada de “violência contra a mulher”.
Sim.
Como sempre na fraude conceitual feminazi os autores dos crimes não são seus executores, de regra criminosos profissionais que entram e saem da cadeia em velocidade recorde, mas ora “a sociedade”, ou as “desigualdades”, ou a “misoginia” ou do “fascismo” ou qualquer das farsas retóricas do arsenal da esquerda totalitária.
Pessoas podem não gostar de outras pessoas, homens podem não gostar de outros homens, mulheres de outras mulheres, homens de mulheres, mulheres de homens, seja pelas ideias, seja pelo comportamento, seja pelo espectro político, ou outras causas, mas não “pela condição de mulher” e muito menos antipatia ou desgostar é causa remota de crimes.
Por razões óbvias todos os órgãos que recebem financiamento para gerar estatísticas nunca apresentaram os dados de quem cometeu homicídio contra mulheres, pois o resultado mostraria massivamente as seguintes alternativas:
parceiros por crime passional (mesmo motivo que impulsiona mulheres), interesses patrimoniais ou materiais, ou dependentes químicos ou mentais em surto.
Nada a ver com misoginia.
Essa senhora é uma fraude, aprovar esse projeto criará uma ditadura sem precedentes em que metade da população será perseguida por comentários ou “pelo sentir”.
E a aprovação somente será possível pelo apoio ou covardia de farsantes que pedem votos se dizendo de direita.
Haddad tenta fazer o povo acreditar em mentiras, mas a verdade é que @jairbolsonaro deixou superávit. Lula criou rombo, aumentou impostos, explodiu a dívida e destrói o poder de compra do trabalhador.
Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/TSVS6ZrC4I
URGENTE
A Polícia Federal informou ao relator do caso que a investigação sobre o Careca do INSS e o filho do presidente não deve avançar antes das eleições. O motivo alegado: falta de gente.
São cerca de dez servidores num inquérito que apura o desvio de bilhões contra aposentados e pensionistas. Segundo apuração, seriam necessários pelo menos quatro vezes mais policiais. No ritmo atual, só a análise do material levaria seis meses.
Enquanto isso, o mesmo governo que diz não interferir em nada mandou recolher os delegados cedidos, e trocou a coordenação do caso justamente depois que um delegado pediu a quebra de sigilo bancário do filho do presidente.
Não faltam policiais no Brasil. Falta vontade de deixar a Polícia Federal trabalhar.
Investigação que engasga sempre no mesmo sobrenome não é investigação lenta. É investigação sufocada.
Os aposentados esperaram uma vida inteira pelo benefício. Não vão esperar mais quatro anos pela justiça.
Por muito tempo, o Maranhão foi o único estado do Brasil com quatro senadores, enquanto o Amapá tinha apenas dois. Isso porque o ex-presidente José Sarney, esperto como só ele, ocupava uma vaga pelo Amapá para não perder a oportunidade de garantir as três de seu estado para filhos e aliados. Na eleição deste ano, o poderoso estado de São Paulo está prestes a ficar menor que o Amapá, cedendo duas de suas cadeiras a políticos que vão trabalhar por seus estados de origem.