Libertário, anarcocapitalista, brutalista, agorista e defensor do livre mercado e da secessão até o nível individual. imposto não é roubo, É EXTORSÃO!!
Boa Tarde meus confederados. A biblioteca libertária finalmente ficou pronta. Ela está upada completamente no Drive é só acessar este link: https://t.co/i1xF3Y8Rb8
Eu irei atualizar a biblioteca de 2 em 2 meses com + livros e artigos.
FAÇAM BOM PROVEITO!
A americana Norah Vincent era jornalista e topou um experimento radical: por cerca de 18 meses, vestiu-se, andou e viveu como um homem chamado Ned.
Disfarçada, frequentou liga de boliche, clube de strip-tease e até um mosteiro, tudo para escrever o livro Self-Made Man, de 2006.
A ideia era flagrar os privilégios de ser homem. O que ela encontrou foi quase o oposto: uma solidão e uma pressão silenciosa que a marcaram fundo.
A imersão cobrou um preço alto. Norah desenvolveu uma depressão grave e precisou de internação, num quadro que a acompanhou pelos anos seguintes, até sua morte em 2022.
Foi preciso uma mulher se passar por homem para botar luz num peso que muitos homens carregam calados.
Se você estiver passando por um momento difícil, procure o CVV pelo telefone 188.
Fonte: The New York Times, Literary Hub.
“Pirataria no Brás e a presunção de liberdade”, por Ruben Otero, questiona a repressão estatal às camisas não originais e defende que, sem fraude ou agressão, trocas voluntárias não deveriam ser tratadas como crime. Leia o artigo.
https://t.co/3sfkl9TIAm
Brabo nível supremo
Ele reprovou no exame de natação de 350 metros, mas uma semana depois nadou 4 km para salvar sua família.
No dia 30 de janeiro de 2026, Austin Appelbee, um garoto de 13 anos, saiu para navegar com sua mãe e seus dois irmãos mais novos na Baía de Geographe, Austrália. O que começou como um passeio tranquilo transformou-se em uma emergência quando o tempo mudou de repente e as correntes os arrastaram para o alto-mar.
Sua mãe tomou a decisão mais difícil de sua vida: pedir que Austin nadasse até a margem para buscar ajuda. Ele começou de caiaque, mas as ondas o venceram. Ele o abandonou, tirou o colete salva-vidas para nadar mais rápido e seguiu sozinho por quatro horas, entre ondas enormes, sem saber se sua família ainda estava viva.
Quando tocou a terra, ele desabou. Mas levantou-se, correu mais 2 quilômetros até encontrar um telefone e ligou para a emergência: "Preciso de helicópteros, preciso de barcos, minha família está no mar."
Todos foram resgatados. Austin disse depois que, durante todo o trajeto, não parou de rezar e prometeu a Deus que se batizaria se sobrevivesse.
@vinicios_betiol Você é só um imbecil esquerdista que, como todo esquerdista imbecil, distorce tudo a sua volta pra caber na sua narrativa imunda. Jesus nunca foi e nunca será de direita ou esquerda, ele é CRISTO, único e salvador! Recolha a sua ignorância e insignificância e pare de blasfemar!
Sigo minha tradição de compartilhar esse vídeo toda vez que aparece na minha timeline
acredito que quanto mais o tempo passa, mais pessoas abrem os olhos e entendem a situação vergonhosa que passamos naquela época
@JoaquinTeixeira Todo mundo deveria assistir esse tipo de vídeo antes de ir pra academia, porque isso serve como o melhor pré-treino: ódio instantâneo puro e simples contra o estado!
Advogado, CAC, armas registradas e dentro da lei. Estava fazendo vigilância no próprio condomínio após suspeita de invasão. Resultado? Polícia chegou, confiscou as armas e ainda o prendeu. No Brasil, quem segue a lei é tratado pior que criminoso. Talvez se fosse bandido...
@CanaldoNegaoo Esse filme não é bom mas nem fud3ndo!! Eu não sei o que de bom você tirou desse filme. Ele já é ruim sem o Wagner, imagina com ele falando merda.
Nem terminou a transmissão e já bateu mais de 120 mil visualizações batendo um monte de portal gigante. O descolamento progressista com o público é cada vez mais real. Baita resultado.
vai parecer óbvio agora, mas antes de usar 700 mil mortes no Brasil (como se fosse isso mesmo) como artilharia política, a pessoa precisou ignorar 15 milhões de vidas perdidas NO MUNDO.
Essa pessoa não tá nem aí pra quem morreu na pandemia, só quer emplacar a própria narrativa.