@AndreiKampff Esse assunto é complexo. A verdade é que se zerassem o jogo e redistribuissem toda a riqueza, dando a todos o mesmo ponto de partida, em três rounds haveria grandes desigualdades novamente.
Leo Messi is followed around by a security team of ex-Israel special forces. He's also the face of an AI company staffed by Israeli spies.
Find out more shocking details by reading my new investigation into why Messi is Netanyahu's favorite footballer.
https://t.co/oTkQRHiFlP
Alguns links para pessoas inteligentes e capazes de refletir.
Ignore se você for mais um idiota xenofóbico que nem percebe que comete crime (sim, crime) de xenofobia, quando generaliza uma população inteira por causa da atitude criminosa de meia dúzia de racistas.
https://t.co/rjReebbZMX
https://t.co/7oD9CT9pg0
https://t.co/TrBdlxb7RE
Imagine Lionel Messi sendo caçado assim.
O camisa 10 da Argentina atual é genial, mas comparações com Diego Maradona não podem ignorar contextos de cada uma das épocas.
Outro futebol, maiores dificuldades, muito, mas muito mais difícil.
A Globo tomou seu 7x1.
Assisti ao jogo do Brasil contra Noruega na Globo em função do delay.
Arrependimento.
Aliás, o próprio Everaldo Marques me decepcionou. Atropelado, não respirava 1 segundo, mais preocupado em entupir de informação (quantidade x qualidade)…
Se os caras da Globo não aprenderam com essa goleada que sofreram nessa Copa, esqueça!
Se o Brasil perder o Vini, já era.
Se a Argentina perder o Messi, já era.
Se a França perder o Mbappé tem o Olise. Se perder o Olise tem o Dembélé. Se perder o Dembélé tem o Doué. Se perder o Doué, tem o Barcola. Se perder o Barcola, tem o Cherki. Se perder até o Cherki, aí começa a dificultar.
This is genuinely shocking, and says so much about our approach to China.
I decided to check for independent reviews of the English version Xi Jinping's latest book, published a year ago, to see what people had to say about it since I hadn't read it myself.
To my surprise, I couldn't find any: not a single thoughtful review about the book out there! Even on Amazon, check it for yourself (https://t.co/1LVlhACA53): the book has only 3 ratings, that's it.
No matter where you stand on China, you’ve got to admit that’s pretty crazy: the sitting president of the world's rising superpower publishes a 700-page book explaining exactly what he's doing and why, and we don’t even care to look.
If there ever was a fact that illustrates just how willfully ignorant we are about China, this is it.
All the more because we then go spew the usual clichés around how secretive and impenetrable the Chinese system is: the book is on Amazon for $21 for crying out loud!
Anyhow, this felt so wrong that I figured I'd fix it. I bought the book, read it attentively and wrote what I hope you'll agree is a thoughtful review of it.
The book contains genuinely surprising passages, such as Xi writing that oversight of the Communist Party by "the judiciary, the public, and the media" was not just something the Party must “readily accept,” but something that he framed as historically decisive - an essential component to "escaping the historical cycle of rise and fall" that has doomed every dynasty in China's history.
Other passage that I'm sure would surprise many: a common narrative out there is that China blames the West for the century of humiliation and is driven by revenge. Well, Xi explains that's not true at all: the century of humiliation was China's own mistake, originated in the Ming Dynasty's disastrous "policy of national seclusion" that "resulted in China missing out on the opportunities presented by the Industrial Revolution" and "led to China’s decline."
All in all, the book is remarkably self-reflective and thoughtful. For instance Xi recognizes that his drive for “full and rigorous internal governance” - including to rid the Party of corruption - risked "instill[ing] fear and apprehension, or intimidate members into inaction.” He emphasizes the need for pragmatism in this regard, codified in a framework called the “Three Distinctions” that separates honest mistakes - made while experimenting, reforming, or operating without precedent - from deliberate violations committed for personal gain.
And many other surprises still. I found it a genuinely fascinating read for anyone interested in how the Chinese system works and how Xi thinks - or anyone interested in governance, period, as so much of what he writes is pretty universally applicable.
This is the link to my review of the book, an article I titled "The Book the West Refuses to Read": https://t.co/DYowWEESOd
Hoje temos 95 com 2, mas em situacoes hiper adversas, portanto, nao importa pra os jogadores competirem entre si, todos ganham e moram muito bem e sem atrasos e sem estresse.
Pra mim, hoje eu entendo, que o grande erro de RC é esta deitado no berço esplêndido, esqueçam essa história de projeto no futebol, o projeto é financeiro e quem sabe um dia pra calar nossas bocas com um título a cada 10 anos o q é muito bom, em 90 anos, 9 títulos.+
São Paulo 2x2 Bahia:
Mais um jogo que escancara o momento do Bahia. E eu não retiro uma vírgula do que já disse antes. Mas preciso acrescentar: é difícil entender como Rogério Ceni vai pra coletiva, reconhece que erros individuais estão custando caro e, ainda assim, mantém as mesmas escolhas dentro de campo.
Sim, os jogadores têm uma parcela enorme de culpa. Falhas básicas, desatenção, decisões ruins… tudo isso pesa diretamente no resultado. Mas o futebol não se resume só a isso. Existe comando, leitura de jogo, existe meritocracia — ou pelo menos deveria existir.
O que se vê é um ciclo vicioso: jogadores erram, continuam sendo escalados, o time repete os mesmos problemas e nada muda. E enquanto isso, quem está no banco vai perdendo confiança, ritmo e motivação. Como cobrar resposta de um elenco que não sente consequência e nem oportunidade real?
Ceni tem responsabilidade direta nisso. Não só pelas escolhas, mas pela insistência. O discurso de evolução não se sustenta quando a prática aponta para repetição dos mesmos erros, com os mesmos protagonistas.
Fica difícil acreditar em mudança quando o cenário se repete rodada após rodada. O Bahia hoje é previsível, vulnerável e emocionalmente instável. E se não houver mudança de postura — de todos, mas principalmente de quem decide — a tendência é continuar patinando.
E no futebol, quem insiste no erro, escolhe não evoluir.
O técnico do Coritiba, Fernando Seabra, disse uma frase ontem na coletiva depois do triunfo fora de casa contra o Atlético Mg que eu mandaria colocar em um letreiro gigante e levaria para o vestiário de todos os jogos do Bahea:
" Vencemos porque colocamos o nosso ego no bolso e decidimos correr e lutar "
Dentre tantas outras coisas, inclusive qualidade técnica, isso falta muito ao Bahea quando chega nos jogos grandes e decisivos.