Professor de matemática, especialista em gestão, orientação e supervisão educacional, mestre em nanociências e embaixador da Fundação Ulysses Guimarães - RS.
Analisando o histórico do MBL/Partido Missão, chega-se a conclusão que é um grupo de pessoas imaturas (mentalidade de 5ª série), pregando discurso de ódio (ver falas do Renan Santos e sua trupe)
A história é clara: nenhuma nação se desenvolve de forma sustentável sem investir seriamente em educação, ciência e inovação. Ignorar isso é optar pela estagnação.
Na terça-feira, dia 3 de fevereiro, o Congresso Nacional aprovou o reajuste salarial dos servidores do Legislativo federal, com vencimentos que ultrapassam o teto constitucional do funcionalismo público, hoje fixado em R$ 46.366,19.
O Brasil, por sua vez, investe pouco em indústria e mantém a pesquisa científica em constante precarização, apesar de contar com pesquisadores altamente qualificados. O resultado é um país que consome tecnologia, mas produz pouco conhecimento estratégico.
Investir em pessoas deveria ser amplamente valorizado, pois são elas que constroem e sustentam nossa sociedade. Obras, por mais importantes que sejam, são apenas ferramentas; é a formação humana que dá sentido e direção ao futuro.
Percebo, tanto pessoalmente quanto nas redes sociais, que trabalhar com educação dificilmente gera votos. Isso se explica pelo fato de que os resultados na educação não são tão visíveis para a população quanto uma obra de infraestrutura, por exemplo.