💬| Taylor made a firm stance in her speech at the SHOF about how she backs the music she puts out regardless of the feedback she gets, good or bad:
“My favorite art is detailed and singular in its voice, therefore it can’t be digested and metabolized by everyone who experiences it in the same way. I’m very frequently told by people how they feel about my music, that they never really got my music until they got their heart broken, or started driving their daughter to school every day, or until I made an alternative album in the pandemic called folklore, or that they only like the hits, or that they only liked the ones that weren’t hits, or that they don’t like any of it at all. But it doesn’t feel uncomfortable for me to get feedback of all sorts because I know where I stand regarding the work I’ve made. As writers, we can only hope to meet people where they are in their lives, but you can’t ever orchestrate or force the encounter. “
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“Se você criar algo extraordinário, sempre haverá alguém por aí dizendo coisas horríveis sobre aquilo ou distorcendo completamente o que você quis dizer, transformando sua obra em algo que você mal consegue reconhecer.
O que eu espero que vocês descubram é o seguinte: é possível ser sensível e, ao mesmo tempo, resistente. É possível aceitar que críticas, dúvidas e ceticismo são inevitáveis.
Você pode absorver aquilo que é útil e construtivo nessas opiniões e deixar de lado aquilo que apenas prejudica a sua criatividade. Ninguém faz, nem deveria fazer, arte para agradar todo mundo, em todos os lugares, o tempo inteiro.
A minha arte favorita é específica, detalhada e possui uma voz própria. E justamente por isso ela não pode ser absorvida e interpretada da mesma maneira por todas as pessoas que a consomem.
Com frequência, as pessoas me contam como se conectam com a minha música. Dizem que nunca entenderam realmente minhas canções até terem o coração partido, ou até começarem a levar a filha para a escola todos os dias, ou até eu lançar um álbum alternativo durante a pandemia chamado “folklore”. Algumas dizem que gostam apenas dos sucessos. Outras dizem que gostam apenas das músicas que não foram sucessos. E há quem diga que não gosta de nada do que eu faço.
Mas ouvir opiniões tão diferentes não me deixa desconfortável, porque eu sei exatamente qual é a minha relação com o trabalho que produzi.”
— Taylor Swift sobre críticas e sobre a relação pessoal que mantém com a própria arte durante seu discurso no Songwriters Hall of Fame.
🚨Taylor Swift on fans support:
“Nothing delights and surprises me more than the fact that 20 years after my first song came out they still wanna read the next chapter.”
Through the daze of the blades of the grass in summer we'll be streaming...
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Trecho do discurso da Taylor Swift no Songwriters Hall of Fame:
“Quero começar agradecendo a pessoa que me apresentou e me introduziu esta noite. Ele acha que esta é a primeira vez que me introduz em alguma coisa, mas o que talvez não esteja levando em consideração é que, através de suas décadas de narrativas fascinantes, Steven Spielberg me introduziu, sem saber, e a inúmeras outras pessoas, ao seu clube sagrado de construção expansiva de mundos.
Desde que era criança, toda vez que imaginava algo, ele queria fazer tudo que fosse humanamente possível para conseguir mostrar aquilo ao público. Eu vi seus filmes transitarem entre diferentes gêneros — ação, ficção científica, épicos históricos, drama, comédia romântica, fantasia e musical — e o vi dominar cada um deles. E esse tipo de criatividade sem limites não inspira apenas cineastas em ascensão.
Por causa de exemplos como o de Steven, eu confiei na minha imaginação, mesmo quando ela me levava para lugares novos e desconhecidos. E, toda vez que eu imaginava alguma coisa, queria fazer tudo que fosse humanamente possível para conseguir tocar aquilo para vocês.
Há alguns meses, quando o Songwriters Hall of Fame me perguntou sobre meus heróis, os criativos que moldaram minha forma de contar histórias e quem eu gostaria que me apresentasse neste prêmio, eu disse o nome de Steven. E, cerca de uma hora depois, para minha alegria, acabei ao telefone com ele e com sua lendária e radiante esposa, Kate Capshaw, que está aqui esta noite.
Ele me disse que sim, com certeza, ficaria encantado em estar aqui. E eu fiquei completamente impressionada porque, afinal, ele tem um enorme filme chamado Disclosure Day estreando à meia-noite desta noite, e mesmo assim concordou em aparecer e fazer isso por mim apenas algumas horas antes da estreia.
Eu pensei: ‘Isso não seria impossível? Não seria difícil equilibrar tudo isso? Não seria complicado em termos de agenda?’ Eu estava praticamente tentando convencê-lo a tirar uma soneca.
Foi então que Kate disse algo que eu jamais vou esquecer: ‘Coisas boas e verdadeiras são fáceis.’
E, quando olho para trás e vejo meus 23 anos de carreira na música — os altos e baixos, as batalhas da indústria, as provações e tribulações, as lágrimas e as comemorações, a avalanche de dúvidas, as críticas justas e injustas, a perda completa da privacidade, as turnês mundiais, as guerras de ego e as reviravoltas do destino, todo o caos absolutamente mágico deste caminho que escolhi quando era jovem demais para sequer lembrar que aquilo um dia foi uma escolha —, compor músicas foi a coisa mais fácil que já fiz.
Não porque não exigisse esforço — exigia, e muito. Não porque não fosse frustrante às vezes — porque podia ser. E não porque minhas composições não me perseguissem incansavelmente até que eu encontrasse a rima interna perfeita para a terceira linha do segundo verso de um poema.
Meus professores me chamavam a atenção na sala de aula por eu não estar prestando atenção, porque eu estava pensando em letras. Isso realmente aconteceu.
Mas, quando digo que compor músicas foi a parte mais fácil para mim, acho que o que quero dizer é que foi algo instantâneo. Ninguém me ensinou a fazer isso.
Eu precisei aprender a entreter uma plateia, aprender coreografias, ser menos irritante, navegar pela indústria e proteger ferozmente a mim mesma e minha sanidade. Tive que aprender tudo isso ao longo do tempo, através de lições difíceis, enormes quantidades de tentativa e erro, caos e calamidades.
Mas compor músicas, para mim, é praticamente a única coisa que eu simplesmente fiz de forma natural.”
“Foi fácil escolher a composição musical acima de tudo na minha vida, mas não deve ter sido fácil para os meus pais e para o meu irmão simplesmente largarem tudo e mudarem nossa família inteira da Pensilvânia para Nashville, para que eu pudesse aperfeiçoar meu talento na capital mundial da composição.
Mas, depois que ficou claro que isso não era nem de longe uma fase temporária pela qual a filha deles estava passando, eles arrancaram suas vidas pela raiz para me levar para a Cidade da Música.
E, embora as palavras supostamente sejam a minha especialidade, eu nunca vou conseguir expressar a minha gratidão a vocês por terem feito isso por mim.”
— Taylor Swift, emocionada, fala sobre sua relação com a família em discurso na cerimônia do Songwriters Hall of Fame. 🥹
FOTO EM GRUPO!
Taylor Swift, Alanis Morissette, Billy Corgan, Brandi Carlile, Nile Rodgers, entre outros, durante a cerimônia do Songwriters Hall of Fame.
🚨 Olivia Rodrigo via Instagram:
“Meu terceiro álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’ já está disponível!!!! Eu amo muito esse álbum e estou tão emocionada que ele finalmente é de vocês.
O disco é uma cápsula do tempo de um relacionamento em todos os seus altos e baixos. É a minha tentativa de capturar o amor dos dois lados da moeda. A esperança e a decepção. A insanidade e a clareza. O envolvimento e o desenrolar.
Tenho muitas pessoas para agradecer por tornarem esse álbum realidade, mas sou mais grata ao meu produtor Dan Nigro. Ele é meu confidente musical há 5 anos e eu tive o momento mais maravilhoso fazendo todas essas músicas com ele.
Obrigada também à genial compositora Amy Allen por sempre me inspirar e elevar o nível. Obrigada Sasha Sloan, Steph Jones, Jim-E Stack, Mike Wise, Sterling Laws, Paul Cartwright e Noah Conrad por compartilharem seus imensos talentos musicais nessas músicas.
Obrigada Chad Moore, Jaime Gerin, Michelle An, Christian Divona e Jes Sheldon por moldarem o universo visual deste álbum. Obrigada John Janick e todos da Interscope Records pelo amor e apoio inabaláveis.
E acima de tudo, obrigada a vocês por ouvirem. Parece brega, mas eu realmente me sinto muito sortuda por poder compartilhar essa jornada com todos vocês. A ideia de alguém ouvir essas músicas e deixá-las entrar no seu mundo é a coisa mais maravilhosa que consigo imaginar. Um brinde à esperança!
Com amor,
Olivia ♡”
4 AOTYs
14 grammys
tem doutorado
dona da maior turnê da história
(3x) todo o top 10 da hot 100
artista mais escutada do spotify
compositora induzida ao songwriters hall of fame