@Barbosa7Davis@gabrielkanner E tbm que existe uma rede de corrupção dentro dos presídios. Privatizados. Existe um mercado de trabalho semi escravo dentro dos presídios que vende trabalho dos prisioneiros para a indústria têxtil, de peças automotivas. Prender gente é um bom negócio.🤨
@Barbosa7Davis@gabrielkanner Sugiro para você assistir o podcast do caso Evandro. Dá um raio X completo de como funciona a Justiça no nosso país. Sua revolta é a minha tbm. Mas a gente tem ver a realidade com tons de cinza. Ainda mas que existem governos que pagam bônus para o policial que prende mais.
@Barbosa7Davis@gabrielkanner Esses casos com o do Champinha, manico de parque, o doido dos emaculados de Altamira etc. São 0000000,1% dos casos. No Atlas da segurança pública,os registros informam que a maioria dos crises de homicídio ocorrem em casa , briga de bar e de trânsito.
@DalsonFigueired Só o poster do Dark Horse é pura arte de IA. 😂😂
Difícil acreditar num orçamento de 134 milhões se nem contrataram alguém para fazer o poster. 😂
Investigaram a caixa preta do BNDES e acharam empresários bolsonaristas. Investigaram a Lei Rouanet e acharam artistas bolsonaristas. Investigaram a fraude no INSS e acharam pastores bolsonaristas. Investigaram o banco master e acharam políticos bolsonaristas. Investiguem mais.
Espalhem as 12 mentiras de Flávio.
O levantamento do Aos Fatos aponta que Flávio Bolsonaro mentiu reiteradamente ao negar qualquer relação sua ou da família com Daniel Vorcaro e o Banco Master, tentando jogar o escândalo no governo Lula. Depois das mensagens e do áudio divulgados pelo Intercept Brasil (pedido de dinheiro para o filme Dark Horse e tom de proximidade, como “estou e estarei contigo sempre”), ele admitiu o contato e o financiamento privado, justificando as negações anteriores por cláusula de confidencialidade.
Aqui está a enumeração das 12 ocasiões compiladas:
1. 13 de maio de 2026 (coletiva após encontro com Fachin): Gargalhou, chamou o repórter do Intercept de “militante” e disse “É mentira, pelo amor de Deus, de onde você tirou isso?” sobre o financiamento de Vorcaro ao filme. Depois repetiu “é dinheiro privado”.
2. 5 de maio e 19 de abril de 2026 (posts nas redes): Repetiu o bordão “O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”, sugerindo que a família não tinha relação com o caso.
3. 9 de maio de 2026 (entrevista): Disse que a esquerda tenta criar narrativas vinculando Bolsonaro ao Master, “só que não dá liga. Não foi o Bolsonaro que se reuniu escondidinho com o Vorcaro […], foi o Lula”.
4. 1º de maio de 2026 (Jovem Pan News): Afirmou que o caso Master, “se impactar alguém, vai impactar esse atual governo” e que “a gente não tem relação nenhuma com esses criminosos”.
5. 27 de abril de 2026 (nota à CNN Brasil): “Mentira tem perna curta e nove dedos. Quem se encontrou com Daniel Vorcaro no escurinho do Palácio do Alvorada foi o Lula, não o Bolsonaro. O Pix é do Bolsonaro, o Master é do Lula”.
6. 16 de abril de 2026 (Jovem Pan News): “Mais uma vez, eu não encontro o nome de Bolsonaro em nenhuma lista dessas, em nada que possa ter algum envolvimento com o Banco Master”.
7. 6 de abril de 2026 (podcast Inteligência Ltda.): Classificou a tentativa de vincular o governo Bolsonaro ao Master como “uma loucura”.
8. 24 de março de 2026 (CNN Brasil): Disse que é preciso “combater essa narrativa falsa tentando vincular Bolsonaro e a direita ao caso do Banco Master, que não tem absolutamente nada a ver” e que “essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”.
9. 23 de março de 2026 (redes):
Questionado se a delação de Vorcaro poderia atingir a direita, respondeu: “Não pode atingir a direita, porque você não pode continuar com essa narrativa falsa que o Lula tem criado de querer nos vincular a isso”.
10. 16 de março de 2026: Após a jornalista Mônica Bergamo informar que a CPI do INSS encontrou o contato de Flávio no celular de Vorcaro, ele disse que nunca teve contato com o banqueiro e que “o meu número de telefone não é propriamente um segredo”.
11. 13 de fevereiro de 2026 (programa Pânico, Jovem Pan): Afirmou que o caso Master “está causando nojo em todo mundo” e que “está acontecendo durante o governo Lula”.
12. Outras declarações no mesmo período (novembro de 2025 em diante) reiterando que não havia vínculo e que o escândalo era exclusivo do governo atual.
Depois das provas, Flávio passou a dizer que conheceu Vorcaro em dezembro de 2024 (as mensagens são de setembro-novembro de 2025) e que o financiamento era apenas privado para o filme, sem dinheiro público.
O Aos Fatos destaca que o Master recebeu recursos de fundos de pensão e emendas parlamentares, deixou rombo em banco público, o que torna a afirmação de “zero dinheiro público” questionável.
Precisa mencionar q eles nao fazem essas coisas pq sao ingenuos e amam os EUA
Eles fazem isso q foram eleitos com dinheiro americano pra fazer justamente isso
São agentes infiltrados, são traidores da pátria, são mercenarios contra os bens do próprio povo
Não é a campanha do lula que está fraca
É a campanha do Flávio que está super turbinada com dinheiro do master e de financiadores pró Trump dos EUA.
Se a vcs não entenderem isso fica muito difícil ter um diálogo sensato. não entender isso é amadorismo dos brabos
Essa fatura é FALSA !
O ministro bolsonarista André Mendonça apresentou um documento adulterado.
O cartão BB Visa Altus Liv só foi lançado oficialmente pelo Banco do Brasil no dia 17 de novembro de 2025, e o público geral só começou a pedir e receber o cartão a partir de janeiro de 2026.
A imagem deixa bem claro que é uma montagem, com um erro de data que não faz o menor sentido. Olha só os furos temporais desse extrato que a imprensa divulgou na defesa do ministro para provar o pagamento dos ternos de alfaiataria:
1 - As datas não batem: A fatura vence em 11/03/2025, mostrando compras feitas em 08/02.
2 - O cartão nem existia: Esse modelo Altus Liv Visa só foi lançado pelo BB em novembro de 2025. Ou seja, é impossível ter uma fatura real dele em março de 2025, já que o banco nem tinha criado o produto ainda. Portanto é uma montagem.
Vou contar uma história aqui que todo mundo do campo educacional conhece, mas a sociedade em geral não. Por isso eu peço que compartilhe para que alcance o máximo de pessoas. Vou descrever em 10 pontos o que aconteceu na educação no governo Bolsonaro e depois elencar 13 pontos (há bem mais) sobre o que foi feito no governo Lula.
Os 10 retrocessos de Bolsonaro na educação
1/10 — Desfinanciamento do MEC
Bolsonaro deixou programas essenciais como PNAE e PNATE congelados e defasados, reduziu recursos para universidades e institutos federais e cortou a assistência estudantil justamente durante a pandemia.
Na infraestrutura da educação básica, o desmonte foi brutal: a proposta para 2023 previa 97% de redução nos recursos da rubrica específica.
2/10 — O fracasso na pandemia
Na pandemia, o MEC demorou a coordenar uma resposta nacional, não articulou com estados e municípios, não garantiu conectividade suficiente e não estruturou uma política nacional robusta de recuperação da aprendizagem. O resultado apareceu no SAEB: a proficiência caiu nas três etapas avaliadas entre 2019 e 2021.
3/10 — Ciência e pós-graduação em queda
Capes, CNPq e universidades federais sofreram cortes, contingenciamentos e perda de previsibilidade. O número de bolsistas do CNPq caiu de 92,2 mil em 2018 para 65,8 mil em 2020. Pesquisa, ciência e formação de mestres e doutores foram tratadas como despesa, não como investimento estratégico para o Brasil.
4/10 — Menos dinheiro para o MEC
Entre 2019 e 2021, os recursos discricionários do MEC caíram 29% em termos reais, atingindo o menor patamar em uma década. Menos orçamento significou menos capacidade para financiar políticas, apoiar redes de ensino e manter as instituições federais funcionando.
5/10 — Extinção da SECADI
Em 2019, Bolsonaro extinguiu a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI). Foram enfraquecidas políticas voltadas à educação especial, educação do campo, diversidade e educação para as relações étnico-raciais.
6/10 — Expansão desregulada da EAD
O governo Bolsonaro acelerou a expansão da Educação a Distância sem enfrentar adequadamente os desafios de qualidade e formação. O resultado foi o fortalecimento de um modelo cada vez mais concentrado no setor privado, enquanto a oferta presencial perdia espaço.
7/10 — Ataque à participação social
Bolsonaro enfraqueceu e desativou espaços de participação e controle social da política educacional.
O Fórum Nacional de Educação foi extinto. Educação pública se constrói com diálogo, participação e democracia — não com decisões de gabinete.
8/10 — Ausência de grandes políticas nacionais
O governo Bolsonaro não criou políticas nacionais de grande escala equivalentes ao Pé-de-Meia, Escola em Tempo Integral e Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Também não estruturou uma estratégia nacional de conectividade capaz de enfrentar as desigualdades reveladas pela pandemia.
9/10 — Instabilidade e crise no MEC
Foram cinco ministros da Educação em quatro anos, crises administrativas e graves denúncias de corrupção envolvendo o MEC e o FNDE. Houve baixa capacidade de coordenação federativa e conflitos com universidades federais, incluindo ataques à autonomia universitária e às escolhas feitas pelas próprias comunidades acadêmicas.
10/10 — Abandono da EJA
A Educação de Jovens e Adultos foi praticamente abandonada. 2019, 2020 e 2021 estão entre os piores orçamentos da série histórica, e a queda acumulada dos investimentos em relação a 2018 chegou a 94%.
Quem não teve oportunidade de estudar na idade adequada foi justamente quem menos recebeu atenção do governo. Em quatro anos, Bolsonaro deixou uma marca clara na educação: menos financiamento, menos participação social, menos ciência, menos políticas nacionais e mais precarização.
O desafio do governo Lula foi reconstruir o que foi desmontado — e voltar a colocar a educação pública no centro da agenda nacional. +
Acuso Fachin de estar jogando a favor de Mendonça e, por tabela, de Flávio Bolsonaro.
Moraes acaba de protocolar um documento que escancara qual o jogo de Fachin em tabelinha com Mendonça e Flávio:
No documento, Moraes pede julgamento conjunto no plenário das acusações que envolvem a ele e André Mendonça no caso Banco Master (e conexos) e reclama/pede principalmente do seguinte:
Levantamento seletivo e incompleto de sigilo por Mendonça:
Moraes afirma que o relator fez “escolha seletiva”, retirando o sigilo de apenas 15 procedimentos conexos e de forma parcial. Segundo ele, 180 documentos foram omitidos (de 4.514 peças registradas, só 4.334 teriam sido liberadas). Ele pede o levantamento integral do sigilo de todos os procedimentos vinculados à Operação Compliance Zero.
Usurpação da direção das investigações:
Acusa Mendonça de ter atuado como se fosse “presidente do inquérito”, determinando medidas administrativas que prejudicaram a cadeia de custódia das provas e a produção probatória.
Condução irregular de tratativas de colaboração premiada:
Relata que Mendonça teria conversado diretamente com defensores de possíveis colaboradores, ignorando a participação da PGR, e replicado reclamações dos advogados em reuniões.
Direcionamento político e pessoal de alvos:
Afirma que Mendonça direcionou investigações contra o próprio Moraes e contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por “motivos pessoais e políticos”, inclusive indicando previamente medidas cautelares que a PF deveria apresentar.
Quebra de imparcialidade e favorecimento a grupos políticos:
Moraes aponta “fortes indícios” de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade, com enviesamento na atuação do colega nas PETs 15041 (Operação Sem Desconto) e 15556 (Operação Compliance Zero).
Moraes pede que os dois procedimentos (as acusações contra ele e contra Mendonça) sejam julgados simultaneamente na sessão de terça-feira (15/09) para evitar decisões contraditórias.