Os órgãos públicos não demonstram disposição para intervir para que a preservação do local seja considerada. Para Rodrigo Oliveira, pesquisador do @socioambiental, 'sem a realização de consulta prévia, qualquer avanço no licenciamento se torna absolutamente ilegal'
Em 2012 e 2017, 2 lugares sagrados dos Munduruku foram destruídos pela construção de hidrelétricas com a autorização do Ibama e anuência do Iphan. Se determinar a retirada das ossadas à revelia dos Munduruku, o Iphan pode estar repetindo o erro
⚠️Sítio arqueológico no PA onde foi encontrado crânio de ancestral dos Munduruku pode estar com dias contados. Apesar do ineditismo científico e da importância religiosa para os indígenas, o lugar foi escolhido pela Bertolini para construção de um porto https://t.co/D4HngtBhG7