Meu avô, judeu, veio pro Brasil fugindo da Shoah, o Holocausto. Isso só me sensibiliza ainda mais em empatia e solidariedade ao povo palestino, que nas últimas décadas perdeu o direito à sua cultura, fé e território.
Gaza é um campo de concentração que existe sob o silêncio do Ocidente e dos hipócritas, que todos os dias filtram quais vidas realmente importam ou não. Quais tragédias lhes sensibilizam ou não. Falsos liberais que criam categorias de quem é mais humano, de quais guerras e invasões são mais dignas de solidariedade.
Ser, de certa maneira, também fruto de tamanhas covardias sofridas e enfrentadas pelo povo judeu de um lado, e de negros escravizados do outro, é o que me motiva a não naturalizar as violências cotidianamente bombardeadas sobre outros povos, como os árabes.
Que no futuro todas as crianças tenham segurança e vida digna, sejam elas israelenses ou palestinas. Que haja futuro. E isso só será possível, obviamente, quando a Palestina for livre.
Aterrei em Telavive com 28 anos e com convicção de que só havia um lado certo no conflito israelo-palestiniano. Passei vários dias na Cisjordânia com pessoas que rapidamente se tornaram amigos. +
My best friend’s fiancé just texted me to ask if I could check in with her and plan a lunch/dinner because “she hasn’t been herself lately” and he thinks some friend time would cheer her up.
I’m finna cry cause that’s so sweet, thoughtful and loving.