O Neymar fazer esse gol e sair provocando o goleiro da Noruega dizendo “comigo não” perdendo tempo enquanto a seleção é eliminada foi uma das coisas mais constrangedoras que eu já assisti nesse esporte. E isso define o que o Neymar é e sempre foi: um autocentrado.
Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.
Eu troquei emails com alguém chamado Lovepreet por causa de trabalho e eu podia jurar que era uma mulher. Quando vejo, é um homem barbado muçulmano 😂😂😂
🚨🇧🇷 Uma catarinense viralizou nas redes sociais após mostrar a saga pra descobrir o preço de uma academia pelo WhatsApp. Ela conta que passou a tarde recebendo perguntas, pedido de CPF e até convite pra tomar café, tudo isso antes de saber a mensalidade - que até agora não teve o valor revelado.
“Se tu tivesse falado ontem, eu já tava hoje matriculada e emagrecendo. Me chamar pra cafezinho? Nem combina com academia”, disparou.
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Infelizmente, hoje é mais um dia q eu sou obrigado a tomar o café q eu paguei com o meu próprio dinheiro como se eu fosse um pobre juiz de primeira instância
Não tá fácil para ninguém
Em 2025, os chineses fizeram uma apresentação para apresentar o seu robô humanóide mais avançado. Agora, em 2026, fizeram novamente. Reparem na evolução! O que será que virá em 2027?
Nos EUA a evolução também é rápida, graças à Tesla e à Boston Dynamics. Uma autêntica corrida robótica entre as duas potências!
BREASTMILK
She thought she was studying milk.
What she uncovered was a conversation.
In 2008, evolutionary anthropologist Katie Hinde was working in a primate research lab in California, analyzing breast milk from rhesus macaque mothers. She had hundreds of samples and thousands of data points. Everything looked ordinary—until one pattern refused to go away.
Mothers raising sons produced milk richer in fat and protein.
Mothers raising daughters produced a larger volume with different nutrient balances.
It was consistent. Repeatable. And deeply uncomfortable for the scientific consensus.
Colleagues suggested error. Noise. Statistical coincidence.
But Katie trusted the data.
And the data pointed to a radical idea.
Milk is not just nutrition.
It is information.
For decades, biology treated breast milk as simple fuel. Calories in. Growth out. But if milk were only calories, why would it change depending on the sex of the baby?
Katie kept digging.
Across more than 250 mothers and over 700 sampling events, the story grew more complex. Younger, first-time mothers produced milk with fewer calories but significantly higher levels of cortisol—the stress hormone.
The babies who drank it grew faster.
They were also more alert, more cautious, more anxious.
Milk wasn’t just building bodies.
It was shaping behavior.
Then came the discovery that changed everything.
When a baby nurses, microscopic amounts of saliva flow back into the breast. That saliva carries biological signals about the infant’s immune system. If the baby is getting sick, the mother’s body detects it.
Within hours, the milk changes.
White blood cells surge.
Macrophages multiply.
Targeted antibodies appear.
When the baby recovers, the milk returns to baseline.
This was not coincidence.
It was call and response.
A biological dialogue refined over millions of years. Invisible—until someone thought to listen.
As Katie reviewed existing research, she noticed something unsettling. There were twice as many scientific studies on erectile dysfunction as on breast milk composition.
The first food every human consumes.
The substance that shaped our species.
Largely ignored.
So she did something bold.
She launched a blog with a deliberately provocative name: Mammals Suck Milk.
It exploded. Over a million readers in its first year. Parents. Doctors. Scientists. People asking questions research had skipped.
The discoveries kept coming.
Milk changes by time of day.
Foremilk differs from hindmilk.
Human milk contains over 200 oligosaccharides babies can’t digest—because they exist to feed beneficial gut bacteria.
Every mother’s milk is biologically unique.
In 2017, Katie brought this work to a TED stage. In 2020, it reached a global audience through Netflix’s Babies. Today, at Arizona State University’s Comparative Lactation Lab, she continues reshaping how medicine understands infant development, neonatal care, formula design, and public health.
The implications are staggering.
Milk has been evolving for more than 200 million years—longer than dinosaurs walked the Earth. What we once dismissed as simple nourishment is one of the most sophisticated communication systems biology has ever produced.
Katie Hinde didn’t just study milk.
She revealed that nourishment is intelligence.
A living, responsive system shaping who we become before we ever speak.
All because one scientist refused to accept that half the story was “measurement error.”
Sometimes the biggest revolutions begin by listening to what everyone else ignores.
Te convencendo a ler As Crônicas de Olam pelo aesthetic 🗡
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