"Ai pq o fim da greve"
Vamos fazer uma autocrítica tb, além do dce e as 1001 forças, boa parte dos cursos tava tendo greve segurada por no máximo 20 pessoas, ou seja, geral quer greve, mas ngm quer DE FATO fazer greve
Bora se respeitar tb, bora ir em ato, fazer alguma coisa
acho curioso esse povo que nem em são paulo estava durante a greve e fica mandando textão revoltado com a decisão de ontem ... se tivesse ao menos ajudado a somar na mobilização talvez teriamos conquistado um cenário melhor
- usp estudantes em greve (funcionários saíram ha pouco)
-unicamp estudantes em greve
-professores da prefeitura em greve
- unesp articulando greve
- indicativo de greve dos metroviarios
Legal que ta rolando uma crise debaixo dos olhos de todos os paulistanos e ninguem ta ligando
🚨 Estou acionando a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de São Paulo contra o governo Tarcísio de Freitas, a Polícia Militar e a Reitoria da USP pela violência praticada nessa madrugada contra os estudantes que protestam por melhorias na universidade.
O protesto, legítimo, pede apenas que estudantes em vulnerabilidade social tenham a possibilidade de continuar a sua formação.
E é um absurdo que o poder público se recuse a negociar, parta para a violência e que quatro estudantes tenham sido detidos por exercerem seu direito constitucional ao protesto.
Isso, por si só, já exige uma resposta da Justiça. É assim que a força policial, a USP e o governo do estado estão autorizados a agir em São Paulo?
Mas mais absurdo ainda é o fato de que a Reitoria da USP afirma sequer ter sido avisada da operação policial, apesar das evidências que apontam o contrário e indicam que essa violência contra os estudantes estava sendo articulada entre a reitoria e a PM desde a sexta-feira, como o corte dos serviços de água e luz que estavam sendo utilizados pelos alunos.
Se a Polícia Militar decidiu agir por conta própria dentro da USP para calar, com violência, um protesto de estudantes que pedia por negociações com a reitoria, esse fato e os mandantes dessa operação precisam ser urgentemente investigados.
E, se a Reitoria e a PM planejavam essa violência intencionalmente desde a sexta-feira, isso também precisa ser urgentemente investigado.
Sigo atenta a todo desdobramento e às movimentações e articulações dos estudantes da USP.
Estudar é um direito. E não podemos aceitar que, quando o pobre finalmente consegue pisar na USP, o aparato de violência estatal decida pisar no pobre.
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