sem internet faz 1 semana e meia, marco a visita dos técnicos e ninguém aparece (e colocam que vieram e ninguém estava em casa) 😵💫 péssimo serviço, péssimo atendimento e dois passos de trocar de operadora @vivobr
“Não existe vacina para a Síndrome de Obsessão por Taylor Swift.”
Em uma nova matéria, a revista Rolling Stone fala sobre “The Life of a Showgirl” e as críticas que a cantora vem recebendo após o lançamento do álbum.
— “Quando dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo ouvem o mesmo álbum em poucos dias, é inevitável que algumas delas não gostem. Foi o que aconteceu com o 12�� álbum de Taylor Swift, “The Life of a Showgirl” — e tudo bem, como a própria artista reconhece. Mas, como discutido no novo episódio do podcast “Rolling Stone Music Now”, que analisa o álbum faixa por faixa, parte do debate online em torno desse disco tem sido completamente absurda, baseada em interpretações de má-fé das letras por ouvintes estranhamente determinados a retratar Swift como algum tipo de fanática ‘tradwife’ (esposa tradicional) pró-MAGA, apesar de seu apoio público a candidatos democratas, incluindo um endosso a Kamala Harris no ano passado.
Houve muitas opiniões peculiares, mas talvez a mais bizarra seja a ideia de que, quando Swift canta sobre querer “o quarteirão inteiro parecido com você” em “Wi$h Li$t”, ela estaria de alguma forma endossando a supremacia branca — em vez de apenas fantasiar sobre ter vários filhos parecidos com o pai. A propósito, aqui está o que Swift disse sobre esse assunto à Rolling Stone em 2019: “Não existe literalmente nada pior do que a supremacia branca. É repulsiva. Não deve haver espaço para isso.”
[…] Em outro momento do episódio, o grupo se pergunta se a simples onipresença de Swift tornou impossível avaliar sua música de forma racional: “As pessoas desligam certas partes do cérebro quando ouvem essa voz — e isso é meio hilário”, diz Sheffield.”