Lula insinuou que os filhos do presidente Bolsonaro mereciam ser enforcados por traição à Pátria.
Estou curioso com o que o Ministério Público e o Poder Judiciário vão falar sobre esse absurdo.
EUA CONSIDERAM BRASIL PAÍS NÃO GRATO
O secretário de Estado Marco Rubio classificou o Brasil como um dos países problemáticos que se insurgem contra a política americana. Não querer aceitar a classificação de narcotraficantes como terroristas; insistir na censura e perseguição asilados brasileiros nos Estados Unidos; apoiar endossar ditaduras pela América Latina e no mundo inteiro tornam o Brasil um quase inimigo dos Estados Unidos. Infelizmente, sanções que podem advir são desde tarifas ou até mesmo a bem-vinda Magnitsky contra abusadores de direitos Humanos como Alexandre de Moraes.
Quando o Lula foi aos Estados Unidos, ele não foi como presidente, foi como defensor do PCC e do Comando Vermelho.
LULA FEZ MAIS PELO CRIME DO QUE PELO POVO!
@otempo
Flávio Bolsonaro explicita o que está fugindo a muitas pessoas: as barreiras econômicas e as dificuldades que o Brasil enfrenta não são meros reflexos do mercado global ou de uma suposta "maldade" americana. São fruto da delinquência ideológica do governo atual, que coloca sua defesa de ditaduras socialistas e teocracias islâmicas acima do bem-estar do povo brasileiro.
Em mais um discurso carregado de ódio, Lula sugeriu que adversários políticos, incluindo os filhos de Bolsonaro, mereceriam ser tratados como “traidores da pátria”, chegando a citar enforcamento em praça pública.
E depois ainda querem posar de defensores da democracia?
Esse é o verdadeiro modus operandi da esquerda: quando não consegue vencer no argumento, transforma o adversário em inimigo. Quando não consegue calar pela narrativa, tenta calar pela intimidação. E quando a violência aparece contra lideranças de direita, no Brasil e no mundo, eles fingem que não têm nada a ver com o ambiente de ódio que ajudaram a alimentar.
Foi assim com Bolsonaro, esfaqueado em plena campanha em 2018. Foi assim com Miguel Uribe, pré-candidato à presidência da Colômbia, baleado em 2025. Foi assim com Charlie Kirk. Foi assim com Trump, alvo de tentativas de assassinato. E foi assim em tantos outros casos em que a direita foi tratada não como adversária política, mas como inimiga a ser eliminada.
Para nós, democracia é debate plural de ideias, liberdade de expressão, respeito ao voto e alternância de poder. Para eles, democracia parece ser quando a direita é censurada, perseguida, criminalizada ou retirada do jogo.
Mas, no fim, os “antidemocráticos” são sempre os mesmos: os idosos do 8 de janeiro, os manifestantes sem arma, os conservadores, os cristãos, os patriotas e todos aqueles que ousam discordar da esquerda.
A pergunta que fica é direta: E agora, STF? Incitar ódio está valendo? Ou só vale quando é contra a direita?
Quando traficantes, homicidas e estupradores deixam de ser o problema, e cidadãos que querem um país melhor passam a ser tratados como inimigos, algo está errado. Ainda dá tempo de mudar essa realidade. Eu tenho fé.
Com @FlavioBolsonaro