@dipironizada95@fernando_neve Oh é mesmo. Tem certeza?
Na realidade fora do x e bem outra. Isso vai dar tiro no pé do painho e dos militância desprovida do cérebro.
1. É de se lamentar a fraqueza do @plnacional_ nas redes sociais. Com todo o respeito, parece que quem administra a página tem 75 anos e nenhum conhecimento sobre o funcionamento das plataformas digitais.
São lentos para engajar os eleitores, desmentir informações falsas, acompanhar as trends e fazer o básico de uma campanha digital. Aposto com vocês que os administradores recebem, no mínimo, R$ 5.000,00 para prestar um serviço tão malfeito.
Me entregue os perfis e um design gráfico que eu faço um trabalho superior.
2. É feio demais um partido com um fundo de R$ 1 bilhão depender de Serafim (115 mil seguidores), Leme (90 mil), Haay (41 mil), Central (28 mil), Barlatti (21 mil), Conserva (9 mil) e outros perfis menores para iniciar mobilizações digitais. O X é uma plataforma fundamental para lançar pautas que posteriormente repercutem nas demais redes sociais. A atuação por aqui é importantíssima.
3. André Fernandes e Nikolas Ferreira estão praticamente entre os únicos deputados eleitos que divulgam e mobilizam a campanha por meio de agendas nas ruas. Se os demais não têm força para organizar grandes mobilizações, que convoquem adesivaços ou promovam manifestações em esquinas movimentadas. Porém, nem mesmo isso conseguem fazer.
4. Até ontem, a militância estava discutindo quem seria o ministro da Fazenda, sendo que Flávio sequer foi eleito. Guardem a arrogância dentro de uma bolsa e calcem as sandálias da humildade. Se a eleição fosse amanhã, poderíamos ter um pleito decidido por cerca de 1 milhão de votos. Quem tiver algum parente com viagem marcada para o dia da votação, já pode pedir que reconsidere os planos.
5. Os atos de rua da campanha de Flávio começam depois de amanhã (15/10), e precisaremos de divulgação em massa. No dia 18/10, será realizado o Bloquinho do 22 na Avenida Paulista, em São Paulo. Conto com vocês para compartilhar e ajudar na divulgação.
6. Precisamos de mobilização até o dia 25 de outubro. Nós por nós! Se depender exclusivamente do PL para fazer uma campanha ativa, dificilmente venceremos.
Apesar do PL, estamos na frente. Resiliência e mobilização. Vamos!
Em 2022, a militância da direita acreditou em viradas baseadas em “trackings internos” e em pessoas que afirmavam ter conferido as pesquisas. O próprio Jair Bolsonaro acreditava estar à frente.
Em uma eleição, é fundamental manter os pés no chão e estar próximo da realidade. O alarmismo para instigar a militância pode acabar sendo o caminho para a derrota.
Esse pânico acontece hoje na esquerda, mas alguns direitistas começaram, desde ontem, a espalhar o mesmo sentimento na direita. A campanha precisa de prudência, não de alarmismo.