2021: Quem chamava o vírus chinês de vírus chinês era repreendido e chamado de louco.
2026: A Casa Branca adota oficialmente a posição de que um incidente de laboratório é a explicação para a origem da COVID-19.
As 5 evidências apontadas:
1 - O vírus possui uma característica biológica que não é encontrada na natureza.
2 - Os dados mostram que todos os casos de COVID-19 se originam de uma única introdução em humanos. Isso vai contra pandemias anteriores, nas quais houve múltiplos eventos de transmissão de animais para humanos (o chamado spillover).
3 - Wuhan abriga o principal laboratório de pesquisa sobre SARS da China, que possui um histórico de realizar pesquisas com níveis inadequados de biossegurança.
4 - Pesquisadores do Instituto de Virologia de Wuhan (WIV) apresentaram sintomas semelhantes aos da COVID no outono de 2019, meses antes de a COVID-19 ser identificada no mercado de animais.
5 - Segundo todos os critérios da ciência, se houvesse evidências de uma origem natural, elas já teriam aparecido. Isso não aconteceu.
A única coisa que você precisa saber sobre Flavio Bolsonaro é que se ele não derrotar PT-STF o pai nunca mais sai da cadeia. O irmão e as sobrinhas nunca mais pisam no Brasil.
Por isso FB é nossa maior garantia de que enfrentará o complexo PT-STF. Ah, mas o fulano sabe fazer continha de matemática e é um ótimo gestor. Ah, mas o ciclano foi governador. Ah, mas o Beltrano não sei o quê.
A direita fru-fru anti-FB fracassa porque parte da negação de dois fatos fundamentais da realidade brasileira:
1. O Brasil não é Estado de Direito mas de Exceção.
2. O Brasil é governado pelo complexo PT-STF.
É isso! O resto é fru fru e falta de compromisso com o Brasil 👍🇧🇷
“O Brasileiro só reconhece dois valores na vida: o dinheiro e a saúde. Se você falar você vai perder suas liberdades ele nem sabe o que é isso, ele nunca as teve.”
Trecho da aula 513 do COF, de dia 11 de abril de 2020.
Toque no link da bio e torne-se aluno para assistir à aula.
Os comunistas do presente nem sabem que são comunistas, exatamente como queria Antonio Gramsci. Absorvem a linguagem marxista e a utilizam como instrumentos de sinalização de virtude para outros comunistas que não sabem que são comunistas. Ok, se preferir, chame de "socialistas".
O dossiê que despiu toda a direita.
A briga entre Kim Paim e Jeffrey Chiquini tem cara de treta de internet, dessas que morrem em três dias. Mas ela expõe o momento da direita brasileira inteira. E existe um lado certo e um lado errado nessa história, por mais que o isentão de plantão jure que não.
Para entender o caso, é preciso voltar um pouco. Durante muito tempo, a direita teve um único assunto: o PT. Vamos supor que existissem cinco milhões de views de direita circulando na internet. MBL, bolsonaristas, lavajatistas, antipetistas de ocasião, todo mundo pescava no mesmo lago, falando contra as mesmas pessoas. Nesse arranjo, todo mundo ganhava junto.
Aí a direita chegou ao poder e a conta mudou. Os interesses se dividiram, o público se dividiu junto, e começou uma briga por relevância que ninguém quis anunciar em voz alta.
Os primeiros rachas pegaram o público de surpresa. Caso Bivar, caso Santos Cruz, caso Joice Hasselmann. Em cada um deles, parte da militância demorou um ano para entender quem estava certo. O pessoal de perfil mais militar, por exemplo, levou tempo para perceber o que o Santos Cruz representava interesses globalistas da ONU dentro do governo Bolsonaro.
Foi assim que a direita descobriu, meio na marra, que ter lado não bastava. Era preciso vigiar o próprio lado também.
Nesse processo, pessoas que só conheciam elogio descobriu a crítica. E não gostou. Imagine uma parlamentar acostumada apenas receber elogios como reagi a começarem as críticas? Rebatizando as críticas de “ataque”.
Foi a reação da Ana Campagnolo quando foi cobrada pelo trabalho de bastidor contra o Carlos Bolsonaro. O truque é velho: quando chama de ataque, ela se dispensa de responder o mérito. E o eleitor que cobrou vira automaticamente um inimigo do projeto, um infiltrado, fanático, um traidor.
Jornalismo não é assessoria de imprensa
É aí que entra o Kim Paim.
Ele é um player único. E digo isso sem ser audiência fiel dele: de trinta vídeos que ele lança num mês, assisto um ou dois, porque o formato me cansa. Mas eu sei o que ele está fazendo.
A esquerda não tem um Kim Paim. O papel que ele se deu foi o de desnudar. Pegar o que o político faz longe dos holofotes e mostrar pro público. Ele não inventa atitude, não fabrica curtida, não cria print do nada. Ele junta o material que a própria pessoa produziu e coloca na mesa.
Foi exatamente isso que o Allan dos Santos fez no caso da Michelle Bolsonaro. Pegou a carta em que Bolsonaro indicava Flávio como candidato, pegou as atitudes públicas dela e colocou uma coisa ao lado da outra, mostrou a contradição. Ou a orientação mudou e ninguém escreveu carta nova, ou Michelle está ignorando o que o marido pediu. Não tem terceira leitura.
Incomoda? Incomoda.
Mas, no dia em que o político escolhe o que o jornalista pode mostrar, o jornalista virou assessor de imprensa. A Michelle e seu entourage quer assessoria.
O público quer saber que diabos está acontecendo em Brasília.
Quem quiser derrubar o Kim Paim tem o caminho na mesa. São anos de vídeo, milhares de horas gravadas. Basta pegar os programas dele e prova que ele mentiu. Que os prints, são falsos, que as declarações e notícias da pauta são mentirosas e pronto o Kim está acabado.
O Rodrigo Constantino teve essa chance quando foi exposto fazendo campanha velada por outro candidato, com recorte de tela e curtida documentada. Tinha duas saídas honestas: provar que era mentira ou assumir e mandar quem não gostou reclamar com o bispo. Escolheu a terceira: colar rótulo no mensageiro. Ladrão, bandido, dugnista o repertório completo.
Nenhum rótulo respondeu se a curtida existia ou não.
Chegamos então ao Jeffrey Chiquini.
Ele começou bem-posicionado, advogado do nosso querido Filipe Martins, fez um trabalho notário e midiático, ganhou a atenção e a boa vontade dos bolsonaristas de primeira, mas cometeu o erro clássico de quem chega querendo sentar na janelinha sem saber quem é quem no ônibus.
A primeira providência foi dar uma de galo pra cima do Paulo Figueiredo, um sujeito anos-luz à frente dele em lastro político, enfrentamento online e inteligência. Levou uma bordoado no meio e saiu tonteado e com a imagem comprometida. Antes o bom moço advogado agora brigando com bolsonaristas?
Com o Kim Paim, tentou a tabelinha eleitoral: se aproximar do jornalista para ficar bem com o público dele e colher voto. O Kim não se prestou ao papel e disse, em resumo: “tu fala mal de mim, não vem com essa história”.
A partir dali, na cabeça do Chiquini, sobrou uma equação só: ou o Kim Paim vira aliado, ou o Kim Paim precisa desaparecer.
Nasceu o dossiê.
E o que tinha dentro da bomba prometida?
Até eu prudente, mas não sofisticado, resolvi esperar vir a bomba para me manifestar.
Que o Kim Paim é financiado por um bilionário.
Qual bilionário? George Soros? Algum russo proxi de Putin? Não, apenas o dono do Quinto Elemento, veículo onde ele trabalha publicamente, com participação semanal, coisa que qualquer espectador sabe faz anos.
A revelação equivale a denunciar que jornalista da Globo recebe salário dos Marinho. Todo jornalista do Brasil trabalha para gente rica, porque gente rica é quem é dona de veículo. Vale para Jovem Pan, pra Oeste, pra Globo, para todos.
E tem um detalhe que enterra a tese de vez: o Kim Paim existia na internet antes de o Quinto Elemento existir, fazendo o mesmíssimo trabalho e com o mesmo sucesso de hoje.
O resto do material segue a mesma lógica.
Processo na Justiça? Todo mundo tem. Os Marinho colecionam. E, num país onde ativismo judicial é realidade admitida até por quem finge não ver, processo não serve de atestado automático de caráter.
Declaração antiga contra Bolsonaro? Praticamente todo brasileiro tem uma, inclusive bolsonarista que hoje ocupa cargo. O Constantino tem as dele. Quem apoia Bolsonaro desde 2013, como eu, é estatística de um por cento.
O critério honesto sempre foi o que a pessoa faz hoje.
É a mesma premissa de quem quer cancelar o Olavo porque ele estudou astrologia na década de 1980, em vez de pegar os livros do cara e desmontar por dentro.
Ninguém fez.
O que entrega a malícia é o passo seguinte.
Chiquini acusa Kim Paim e o grupo dele de trabalharem contra a candidatura do Flávio, e chega a incluir Eduardo Bolsonaro na conspiração. Eduardo, justamente o responsável direto por essa candidatura existir.
Na sequência, coroa como “verdadeiros apoiadores” justamente quem o Kim expôs por não apoiar Flávio até hoje.
Inverteu a realidade inteira e apresentou de cara limpa.
O padrão se repete no mercado de trabalho da direita. Repare quem ganha emprego em certos veículos: os céticos da candidatura e o pessoal alinhado à Michelle. Depois esses nomes são apresentados como a reserva moral do bolsonarismo, enquanto o verdadeiro bolsonarista passa a ser quem acha que Michelle está certa contra o candidato que o próprio Bolsonaro indicou.
Não faz sentido nenhum, mas cumpre função.
Por que Chiquini aposta numa narrativa tão furada? Porque a matemática dele é de sobrevivência política. Todo mundo que o Kim Paim já expôs vai aplaudir o dossiê e repostar com gosto.
Como ele sabe que está queimado com o público que assiste Kim Paim, acompanha Paulo Figueiredo e vota no Flávio, resolveu pescar no aquário antibolsonarista.
E aí mora o alerta para o eleitor do Paraná: um candidato que puxa tapete de bolsonarista antes de se eleger vai fazer o quê depois de eleito?
Vai se juntar ao outro lado no primeiro dia útil.
Ele só não faz isso agora porque se opor ao Flávio hoje é perder eleição.
Quem domestica quem?
Os políticos querem nos domesticar e nós queremos domesticar os políticos. A briga toda é essa.
O eleitor comum trabalha o dia inteiro e não tem como vigiar mandato, bastidor e curtida de madrugada. Então terceiriza a parte chata. O Kim Paim faz esse serviço e é bem pago por ele, com audiência e Super Chat. Ele passa o dia de olho no que os caras fazem. A gente banca.
O problema é que os nossos políticos não querem ser vigiados. Querem aplauso.
Michelle quer aplauso vinte e quatro horas enquanto faz suas jogadas. Damares quer validação mesmo jogando contra nós. Chiquini, que nem mandato tem, quer ser aceito e exaltado e uma cadeira de senador de um dia para o outro, por ter advogado para Felipe Martins e ter feito críticas ao supremos picaretas. Até a Bia Kicis, que é um quadro excelente e que estamos colocando no Senado, entrou na vibe do “não me critiquem, só me elogiem”.
Não é assim que funciona, Bia.
Tu trabalhas para nós. Nós não trabalhamos para ti.
Errou, pede desculpa. Saiu do caminho, a gente cobra até voltar para o rumo certo. E quem não gostou do arranjo tem a porta da rua à disposição.
Acabou a surdina. Acabou os acordinhos de bastidor.
O que se faz em Brasília vai ser feito na frente do público, com registro e timestamp e eternização no Atlas Brasileiro. Uma hora aparece político que goste de trabalhar assim.
Quem quiser derrubar o Kim Paim que refute o Kim Paim.
Até lá, ele segue clipando. E nós retuitando.
São todos de direita, proclama o rótulo com a solenidade de quem não admite réplica. Inegável, à primeira vista: são todos "didireita". Mas eis que o espetáculo da vida brasileira, esse teatro de absurdos, nos reserva surpresas dignas de um vaudeville político. De repente, a direitista Michelle revela um inesperado sabor feminista; Constantino e Damares, esses baluartes da direita, adquirem um sabor francamente esquerdista; e a famosa direitista do vôlei, por ironia suprema, ganha um sabor Fabiano. As gôndolas do supermercado ideológico já não são as mesmas, meus caros. Os produtos trocaram de prateleira, as embalagens mentem com descaramento, e o consumidor de ideias fica ali, atônito, como quem lê o manifesto de um partido e descobre o programa do adversário.
Sinal dos tempos? Quem tem olhos para ver, que veja, e que não se espante se, amanhã, a direita acordar trotskista e o PT descobrir em si um súbito ardor liberal. No Brasil, até os rótulos traem.
Você compra um imóvel por 300 mil. Dez anos depois, a inflação corrói a moeda e você vende a casa por 600 mil. O poder de compra continua exatamente o mesmo, você não enriqueceu um centavo na vida real. Mas a Receita Federal olha pra operação e tributa um "ganho de capital" de 300 mil. O governo imprime dinheiro, destrói o valor da moeda na sua mão e depois te cobra imposto de renda sobre a ilusão nominal que a inflação dele mesmo causou. É um confisco duplo. Eles falsificam o valor do dinheiro e te cobram a conta da falsificação.
ENTÃO VACINAS PODEM CAUSAR MORTES?
O governo Lula suspendeu a vacina contra a dengue do Instituto Butantan após o registro de casos graves. Entre as ocorrências analisadas, existem duas mortes sob investigação e outros eventos adversos considerados severos.
No governo Bolsonaro, qualquer pessoa que levantasse dúvidas sobre efeitos colaterais, riscos ou necessidade de monitoramento rigoroso de vacinas era frequentemente atacada, censurada ou tratada como irresponsável pelo judiciário, pela esquerda e pela imprensa.
A pergunta é simples: se a investigação é necessária e se efeitos graves podem ocorrer, por que durante tanto tempo foi tratado como absurdo discutir riscos, exigir transparência e cobrar acompanhamento rigoroso de vacinas e seus efeitos adversos?
Quem nunca viu um ninho de marimbondos, o famoso vespeiro? Tudo parece tranqüilo até que alguém decide cutucar o vespeiro. As conseqüências são violentas e imprevisíveis.
Foi a impressão que me veio nestes dias, desde que os EUA decidiram qualificar o PCC e o CV como organizações terroristas, e deram a conhecer a investigação da secção 301.
Acabo de passar os olhos em múltiplas matérias da imprensa: a fúria, a violência, a manipulação, o sectarismo, a distorção das "análises" dos "especialistas" não pára. Um verdadeiro vespeiro cutucado.
A militância travestida de jornalismo se exibe sem pudor e com raiva, tentando manipular o público. É claro que há exceções...
Primeiro Comando da Capital and Comando Vermelho are two of the most violent criminal organizations in Brazil. Their reach extends throughout our region and into our country.
Today, I designated these organizations as Foreign Terrorist Organizations and Specially Designated Global Terrorists.
The Trump Administration will continue using every available tool to protect our national security interests and deny funding and resources to narco-terrorists.
https://t.co/x3cPYjelwZ