Aquele é o @johnelway , GM dos @Broncos e atual vice-presidente de operações de futebol da franquia.
É "só" bicampeão da Conferência Americana da @NFL, "só" TRICAMPEÃO do #SuperBowl e "só" Hall of Famer 2004.
Não é famosinho estourando em plataforma de streaming. #indynacultura
Você se lembra de quando ingressou no X? Eu me lembro! #MeuAniversárioNoX
Hey @elonmusk !!!
Reaching X on X !!!
And right after repelling inner foes timing couldn't be better!!!
Thank You So Very Much!!!
#MyXBirthdayOnX
Um dos maiores e mais corajosos opositores de Putin, Alexei Navalny, morreu na prisão de segurança máxima da Rússia, no Círculo Polar Ártico.
Aos 47 anos e sem nenhum sinal de sérios problemas de saúde, Nalvany, de acordo com a televisão russa, morreu de trombose.
As autoridades penitenciárias disseram que Navalny se sentiu mal após uma caminhada nesta sexta-feira, 15 de fevereiro, perdendo a consciência.
Navalny que estava na prisão máxima na colônia penal “Polar Wolf” – a quase 2 mil quilômetros de Moscou, teve uma tentativa de reanimação em vão pela equipe médica dentro do Círculo Polar Ártico.
Essa notícia caiu como uma bomba sobre Putin, que no próximo mês irá concorrer ao seu quinto mandato para as eleições presidenciais. Vários líderes ocidentais, em primeiro lugar Joe Biden, acusou diretamente o Kremlin. Biden disse que estava “escandalizado” com o que aconteceu, acrescentando que Putin é “responsável” pela morte do dissidente. As acusações foram rejeitadas pelo Kremlin e consideradas como “absolutamente inaceitáveis”.
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, disse simplesmente que Putin é “um monstro”. A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, espera que “este evento perturbador seja totalmente esclarecido”. Antonio Guterres da ONU, apelou para uma “investigação transparente.”
Em dezembro do ano passado, Navalny desapareceu da prisão onde estava detido a 250 quilômetros de Moscou. Somente após vinte dias soube-se que ele estava na nova colônia penal, a IK-3, no distrito de Yamalo-Nenets.
Em uma coisa todos concordam: Navanly não tinha mostrado qualquer sinal de problemas de saúde. A primeira a dizer isso foi sua mãe, que enfatizou que durante sua última visita - 3 dias antes de sua morte- em 12 de fevereiro, ela o encontrou “saudável e alegre”.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, considerou as acusações dos ocidentais “inaceitáveis” e “fora de controle”enquanto ainda “não há declarações dos médicos, nenhuma informação de especialistas forenses, nenhuma informação definitiva do Serviço Penitenciário Federal e nenhuma informação definitiva sobre a causa da morte”.
Uma coisa é certa: What happens in Russia stays in Russia.