O engenheiro que criou o Claude Code acaba de lançar um vídeo de 28 minutos onde te ensina a escrever prompts que realmente funcionam.
Já vi cursos de 300 dólares que não chegam nem à metade do que ele explica nos primeiros 10 minutos.
Arquivos CLAUDE.md, atalhos de memória, sessões paralelas e padrões de prompting que mudam o jogo.
Tudo em um único vídeo e completamente grátis.
Não importa se você é desenvolvedor, iniciante ou já usa o Claude há meses. Isso vai explodir sua cabeça.
Depois de uma certa idade, meu amigo, a gente não pode mais colocar a culpa na infância, no pai ausente, na mãe tóxica, na escola que não nos entendeu. Isso até explica muita coisa, mas não justifica tudo. Chega um ponto em que não somos mais produto do ambiente, somos produto das nossas escolhas. E aí é duro encarar o espelho. Porque se a vida não anda, a responsabilidade não é mais de quem te criou. É sua. Eu sei, dá vontade de encontrar culpados. É fácil culpar o passado, mas culpar o passado é uma distração do futuro. A vida pede coragem de assumir a própria história. Coragem de se curar, de se reconstruir, de ser a pessoa que nunca te ensinaram a ser. Curar-se não é luxo, é sobrevivência. Crescer não é opção, é necessidade. Você ou pega as rédeas, ou passa a vida inteira preso nas desculpas que inventa para não se mover. E sabe qual é a verdade que ninguém gosta de ouvir? Ninguém vai vir te salvar. Não existe príncipe, fada madrinha, nem coach com manual de felicidade garantida. Cabe a você ser a pessoa que faltou na sua vida. Cabe a você se tratar com o cuidado que não recebeu, com o carinho que não teve, com o respeito que tanto procurou nos outros. Ou você escolhe se continua sendo refém daquilo que te feriu ou decide escrever uma história nova. A dor não tem como evitar. Mas o destino, ah… o destino você pode reinventar todo santo dia.
Chamo isso de Dilema do Cadeado: se Deus me protege e me ama, por que trancar o portão? Por que vidro blindado no papamóvel? Eu não estaria desconfiando de Deus ao me proteger? Há uma resposta simples e outra complexa sobre isso.
A simples está na Escritura: Não tentarás o Senhor teu Deus. Quando você percebe a possibilidade de perigo e mesmo assim a ignora sem motivo apenas para provocar a proteção divina, você cai na tentação que o diabo apresentou a Cristo, de se jogar do templo para que os anjos o segurassem. E Cristo responde: "Não tentarás o teu Deus".
A complexa está no final do comentário aos analíticos posteriores de Aristóteles feito por São Tomás de Aquino: quem abdica da razão perde o direito à boa providência. Se Deus te dá uma faculdade, é para que você a exerça. Se sua razão consegue conceber a possibilidade real de perigo, então está nas suas mãos te proteger quanto a isso. Se você abdica da razão, abdica do dom de Deus, e portanto de sua proteção. Mas que proteção, já que me protejo?
A proteção quanto às coisas que você não pode lidar. Por isso Paulo diz que Deus não permite tentações que não podemos vencer, ou seja, permitindo as que podemos vencer, pois estamos aqui para agir; mas quanto àquelas coisas que não podemos controlar ou até mesmo perceber, é aí que a providência de Deus sempre nos custodia conforme seus desígnios, e isto se usarmos nossa razão para nos protegermos daquilo que conseguimos conceber.
Resumindo: tranque seu portão.
@MissCupece@rodriguessbru Minha menopausa forçada foi com 3 aplicações de zoladex entre a primeira e a segunda cirurgia, foi a pior fase do tratamento e não me ajudou. Após a limpeza no intestino da segunda cirurgia, hoje vivo bem com o dienogeste.
@bethgps2 O remédio é uma bomba, mas me adaptei bem. Libido baixa é o único sintoma que tenho ciência. São 6 anos de uso contínuo, sem sangrar. Dores e aderências muito bem controladas, faço exame anualmente.
louça lavada em silêncio a dois.
roupas estendidas no varal, conversando sobre nada importante, rindo de uma piada antiga que só vocês entendem.
dentes escovados lado a lado no banheiro pequeno, olhos se encontrando no espelho em cumplicidade muda.
um pé frio buscando o outro debaixo do cobertor.
o mesmo amor de sempre, que de tanto ser o mesmo virou o maior.
bendita seja a vida comum.