@BeauCorreaLini@vegananddisco@pilotodoprazer Isso só mostra que você nunca esteve no Sul. E tem uma visão bastante limitada sobre as relações étnico-raciais no Brasil.
Se o seu conhecimento é limitado, não transfira para mim. E se a sua fixação em parditude não te permite perceber o óbvio, essa é uma responsabilidade sua
@BeauCorreaLini@vegananddisco@pilotodoprazer Não é tão simples assim. Estudar sobre relações étnico raciais no Brasil é complexo.
A grande questão agora seguem uma ou duas páginas na internet e acham que isso é suficiente.
Se na sua região pardos são tratados como pardos, ok.
No Sul, pardos são tratados como negros.
@vegananddisco@pilotodoprazer Aparentemente, vc nunca leu um livro de geografia ou história internacional e é por isso que se sente confortável em chamar os outros de burro pq está projetando a sua própria ignorância. Sabe o que é pior? Ignorância sobre a história do seu povo pq vc tb nasceu na diáspora negra
@vegananddisco@pilotodoprazer E foi assim que surgiram mestiços, os que hoje são lidos como pardos. E os pardos não são brancos.
E as vezes podem nem ser pretos.
Mas tem fenótipo negro. Podem ter pele clara ou traços indígenas. Mas são considerados negros. Tratados como negros, perseguidos como negros.
@vegananddisco@pilotodoprazer E a miscigenação foi a principal arma colonial. Achavam que conseguiriam “branquear” a população brasileira através da violência sex****.
O que não aconteceu.
@vegananddisco@pilotodoprazer Você pode se perguntar: “então porque não seria a Etiópia?”
Porquê o “negro” é uma invenção do colonialismo. Nem todas as pessoas pretas se identificam como negras, no contexto africano, a partir da sua etnia, dos seus povos originais.
@JuraSilva461594@pilotodoprazer Nos Estados Unidos, a identificação é genotipica, aqui é fenotipica.
Imagina se a gente incluísse filhos, netos e bisnetos de negros ou africanos independente da cor, como negros, o número seria muito muito muito maior.