In Brazil, Recife rents for more than Curitiba and is over 3x as deadly.
A 70 m² apartment in Recife costs R$1,000 a month more than the same apartment in Curitiba.
The world's biggest crowdsourced city-rating site ranks São Paulo 7th of 9 Brazilian cities and Rio de Janeiro dead last.
Those ratings come from strangers filling out online surveys.
So I rebuilt the ranking for 51 Brazilian cities using only official data.
Each city got a score out of 100 from six factors.
Social progress (25%): 57 checks on daily life, like school quality, life expectancy, internet access, parks and clean water.
Safety (25%): the murder rate.
Income (20%): what families earn per person and what formal jobs pay.
Air access (10%): how many people fly through the city's airport each year.
Infant health (10%): how many babies survive their first year.
Sanitation (10%): how many homes have running water and a sewer connection.
São Paulo jumped to 4th of 34, and Rio landed 13th.
Then I plotted every score against rent, and the map of Brazil flipped.
São Paulo charges the most rent of any city on the chart, and it earns it.
Curitiba ranks 2nd and rents for R$49 per square meter, below the middle of the pack.
Recife ranks 30th at R$64.
Belém rents for more than Florianópolis and scores less than half as high.
All six cities in the bad-value corner are capitals in the Northeast or North.
João Pessoa breaks the Northeast pattern with the best social progress score of any Northeast capital at middle-of-the-pack rent.
Brazil's best deals are Curitiba, Goiânia, Joinville and Campo Grande, where you get an above-average city for below-average rent.
Which Brazilian city would you rank higher than the data does?
Tiro em carro blindado
Há uns dias, fui a um jantar e conheci o dono de uma blindadora.
Aproveitei para tirar uma dúvida que me perseguia há tempos:
— Quantos carros blindados você já teve que reparar depois de tomarem tiros?
A resposta:
— Eu blindo carros há 30 anos. Já blindei mais de 25.000. Até hoje, reparei uns 10 com marcas de tiros.
Perguntei por que eram tão poucos.
A resposta foi mais ou menos esta:
— No business do crime, o bandido também busca maior retorno com menor risco: não faz o menor sentido para o meliante perder tempo e se arriscar abordando um carro blindado.
Bandido também otimiza Sharpe.
1/4 — PREÇO ALTO OU FALTA DE PODER DE COMPRA?
Anunciar um imóvel acima do valor de mercado para deixar margem de desconto pode afastar compradores e prolongar a venda.
Mas existe outra situação:
Em determinados mercados, produzir um imóvel equivalente pode custar mais do que o comprador consegue pagar pelo imóvel pronto.
É preciso distinguir:
• Sobrepreço:
Anúncio acima dos valores efetivamente negociados em imóveis comparáveis.
• Restrição de demanda:
Renda, entrada e crédito limitam a capacidade de compra.
Os dois podem acontecer ao mesmo tempo.
Por isso, a demora na venda precisa ser analisada considerando preço, produto, localização e condições de financiamento.
A visão que boa parte do eixo Sul/Sudeste ainda tem do Nordeste é a de uma região pobre.
Concordo em partes.
Sou do Rio e hoje tenho Empreendimentos Próprios no Maranhão e no Piauí, além de atender, pela consultoria, projetos na Bahia, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.
E quem olha o Nordeste apenas pelos indicadores históricos está deixando de enxergar uma transformação econômica importante.
São mais de 57 milhões de habitantes e uma economia que vem sendo transformada por novas frentes de investimento.
Agro, logística, energia renovável, mineração e turismo estão criando novos corredores econômicos, gerando renda e mudando cidades que até poucos anos atrás estavam fora do radar do capital.
E o Mercado Imobiliário já começa a refletir esse movimento.
Em várias capitais nordestinas, a valorização residencial vem superando com folga a média nacional e mercados tradicionais do Sul e Sudeste.
Fortaleza, Salvador, São Luís, Natal, Maceió e João Pessoa apareceram entre os destaques recentes do FipeZAP. (Fipe)
Mas, na minha visão, a maior oportunidade não está apenas nas capitais.
Está no interior.
Onde chegam uma nova rodovia, uma linha de transmissão, um parque eólico ou solar, uma operação de mineração, um polo logístico ou a expansão do agro, vem junto emprego, renda, comércio, moradia e demanda por terra urbanizada.
É exatamente aí que o Mercado Imobiliário entra.
Quem conseguir identificar essas transformações antes de elas estarem totalmente precificadas poderá capturar boa parte dessa valorização.
É o que tenho visto na prática trabalhando na região.
O Nordeste ainda tem problemas estruturais importantes.
Renda e PIB per capita continuam abaixo da média brasileira.
É um dos motivos é que ainda existe muita informalidade.
Mas reduzir uma região com mais de 57 milhões de pessoas simplesmente à ideia de “região pobre” é olhar para o retrovisor.
Existe outro Nordeste surgindo.
E quem olhar apenas para o passado pode perceber essa transformação quando os ativos já estiverem precificados.
As eleições também servirão como um retrato de como o eleitor nordestino enxerga as transformações econômicas, sociais e políticas da própria região.
Uma fazenda pode valorizar cinco vezes antes de chegar aos herdeiros.
E multiplicar na mesma proporção a conta do imposto sucessório.
Pagar menos imposto não é sonegação.
Sonegação é esconder patrimônio.
Planejamento tributário é organizar legalmente esse patrimônio antes que ele se valorize.
Um dos caminhos é criar uma SPE exclusiva para o empreendimento.
A fazenda é integralizada nessa empresa e o proprietário recebe quotas em troca.
Assim, a terra permanece inteira dentro da SPE, enquanto o patrimônio da família passa a ser representado por participações societárias.
O pai pode doar aos filhos a nua-propriedade dessas quotas, mantendo para si o usufruto, os lucros e o controle do negócio.
No momento da doação, as quotas valem R$ 2 milhões.
Cinco anos depois, com o empreendimento aprovado, vendido e gerando recebíveis, passam a valer R$ 10 milhões.
Considerando, apenas como exemplo, um ITCMD de 4%:
• Sobre R$ 2 milhões: R$ 80 mil;
• Sobre R$ 10 milhões: R$ 400 mil.
Economia potencial: R$ 320 mil.
A diferença não está em esconder patrimônio.
Está em estruturar a SPE e antecipar legalmente a sucessão antes da valorização.
Mas como fazer isso sem o pai perder o controle nem a renda do Empreendimento?
Esse será o assunto do artigo de domingo.
Quando atuava na Incorporação Vertical, cheguei a ter uma equipe com quase 200 corretores.
E também atendia corretores autônomos e de imobiliárias parceiras.
Foi melhor que qualquer faculdade.
Aprendi e errei muito.
E um dos erros foi promover o corretor que mais vendia à gerente de equipe.
Resultado:
As vendas caíram quase 20%.
Troquei um excelente corretor por um gerente mediano.
Muita gente não sabe, mas o primeiro grande negócio do Warren Buffet foi no Ramo Imobiliário.
Ele comprou uma Fazenda em Nebraska e Arrendou.
Tinha 14 anos.
Terra não se valoriza apenas com o avanço do agro ou com a expansão dos loteamentos.
Um novo grupo de compradores e arrendatários começou a disputar esse ativo:
Fazendas solares, centros logísticos, indústrias e, agora, data centers.
A RT-One, por exemplo, anunciou projetos de data centers de IA em cidades regionais como Maringá e Uberlândia.
São empreendimentos que procuram grandes áreas, disponibilidade de energia, proximidade de linhas de transmissão, água, fibra óptica e boa conexão logística.
Essa nova demanda altera o “melhor uso econômico” da terra.
Uma gleba que antes era precificada apenas pela produtividade agrícola ou pelo seu potencial residencial passa a ter valor energético, logístico e tecnológico.
O proprietário deixa de comparar somente duas alternativas — continuar produzindo ou vender para um loteador — e passa a negociar com setores de maior capacidade de investimento e contratos de longo prazo.
É por isso que vejo um movimento de valorização de áreas em cidades regionais e, principalmente, nos seus corredores estratégicos.
Para o desenvolvimento urbano, essa valorização produz um efeito importante:
Pode inviabilizar projetos residenciais.
No loteamento, o preço da terra precisa caber dentro do VGV.
Se o proprietário aumenta sua expectativa porque a área também pode receber uma usina solar, um centro logístico ou um data center, o custo do terreno sobe antes que o preço dos lotes acompanhe esse movimento.
A conta deixa de fechar.
O resultado pode ser uma redução da margem do incorporador, lotes menores, aumento do preço final ou simplesmente o cancelamento do empreendimento.
Portanto, a valorização das cidades regionais não acontecerá apenas pela expansão urbana.
Ela também será impulsionada pela disputa entre diferentes usos econômicos da terra.
E quem estiver analisando áreas apenas pelo potencial agrícola ou residencial poderá estar subestimando — ou pagando caro demais — pelo ativo.
Fala, pessoal!
Passando um material que acho que vale a pena vocês conhecerem
A Suno preparou um eBook gratuito sobre como pagar menos imposto nos seus investimentos de forma legal.
Acesse aqui👇
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Vou colocar aqui meu desafio..
Até o final de 2026:
➡️Plantar mais 100 ha de Silvipastoril!
➡️Fazer pelo menos 10 km de cerca
➡️Executar pelo menos 1500 protocolos de IATF
➡️Arrumar todo o choque das cercas elétricas.
➡️Reformar o reservatório do Retiro
➡️Instalar no mínimo 4 bebedouros naa áreas novas de pasto ( 1500m de cano)
Tudo isso com a equipe que já tenho da fazenda.. com exceção do reservatório que precisa de pedreiro..
Se finalizarmos isso sai o 14° Salário dos funcionários..
Compromisso assumido publicamente!!!
A XP publicou relatório defendendo 3 motivos pra dolarizar patrimônio agora. Os argumentos são bons, mas o que não dizem é tão importante quanto o que dizem.
Motivo 1: renda fixa em dólar paga cupom alto. Treasury de 10 anos a 4,7%, o de 30 anos a 5,25%. Pra anular o retorno do Treasury 10Y em 12 meses, o juro precisaria subir 0,6pp. É verdade. Com Warsh hawkish em Jackson Hole, esse risco existe, mas o carry é gordo.
Motivo 2: bonds de empresas acima de 5%. Investment grade americano paga 5,5-6,0%. Crédito brasileiro em dólar paga 6,0-6,5%. Cupom semestral em moeda forte. Pra quem tem despesa em dólar (viagem, estudo, import), alinha receita e despesa.
Motivo 3: proteção em cenários de estresse. Quando o Brasil piora, real e bolsa caem junto. Ter dólar na carteira descorrelaciona. Não é aposta no câmbio, é seguro.
Agora o que a XP não diz com tanta clareza: a R$ 5,20, o dólar não está barato. Eles mesmos reconhecem que o câmbio "não está descontado" e recomendam aportes graduais. E a contrapartida é real: se a Selic cair e o real valorizar, a posição em dólar perde do CDI. A recomendação é pra quem entende que vai perder no curto prazo pra proteger no longo.
O contexto importa: o gringo tirou R$ 21 bi da B3 em agosto. O Warsh ameaça subir juros nos EUA. O dólar se fortaleceu no mundo todo. A tese de dolarizar fica mais cara exatamente quando fica mais necessária. É o dilema clássico de proteção: o guarda-chuva custa mais quando já está chovendo.
A pergunta honesta: quanto do seu patrimônio depende do Brasil dar certo? Se a resposta for 100%, a XP tem um ponto.
fonte: Mais Retorno | E-Investidor/Estadão
A Receita Federal decidiu que o resgate de aplicações financeiras no exterior é tributado mesmo quando fica abaixo de R$ 35 mil. A alíquota é de 15%.
A orientação está na Solução de Consulta Cosit nº 130, publicada neste mês, e vale para todos os fiscais do país.
Até agora o mercado trabalhava com o entendimento oposto. Uma solução de consulta de 2017 tratava a venda de ações no exterior como isenta dentro desse limite, e a Lei das Offshores, de 2023, não revogou a isenção em texto expresso. Os tributaristas assumiram que ela seguia de pé.
A Receita deu três motivos para dizer que não: a lei nova não previu isenção para ganho com aplicação financeira, a isenção antiga valia para apuração mensal enquanto a nova sistemática é anual, e manter o benefício seria incompatível com a regra de compensação de perdas criada pela mesma lei.
"A Receita Federal sempre aceitou assim", diz Paulo Carvalho, sócio da área tributária do Trench Rossi Watanabe, sobre a prática anterior. Para Fabrício Campos, sócio da ACF Consultores, "era necessário que uma norma específica afastasse a isenção". Ele espera que o tema acabe na Justiça.
A isenção de baixo valor existia para poupar uma fiscalização que custava mais do que o imposto arrecadado. O custo mudou de lado: agora quem tem pouco lá fora é que vai pagar para discutir.