É isso mesmo que você leu no meu artigo em 2021: o contrato da Pfizer exigia que Bolsonaro entregasse patrimônio da nação brasileira como garantia para indenizações por efeitos adversos e morte contra a Pfizer.
E a imprensa o perseguiu por isso.
CANALHAS. CADELAS
Essa história de “antivaxx” é pura cortina de fumaça. Ninguém, com a mente normal, em nenhum lugar, é antivacina. As vacinas são uma conquista da ciência e da humanidade. Elas são tão importantes que possuem um protocolo rigoroso de aprovação, com anos de estudos prévios para evitar efeitos colaterais graves e indesejados.
Esses protocolos fundamentais foram simplesmente jogados fora na época da Covid. Esse é o ponto que o jornalismo cínico tenta esconder. A questão das vacinas da COVID seguiram uma via rápida de aprovação, cujas garantias de segurança foram negligenciadas.
Um outro aspecto óbvio: por que obrigar a vacinar quem já havia contraído o vírus e desenvolvido a imunidade natural? Essas são questões médicas que cabiam aos cientistas e especialistas responderem. Quem criticou essas políticas de Fauci e Cia - cientistas e especialistas - foi perseguido, com tentativa de desmoralização, silenciamento, perda de credenciais.
Como a imprensa não apenas não cobriu esses abusos como ainda os incentivou? Esse é que é o ponto.
Em entrevista à CNN, Flavio Dino explica porque usava a cloroquina e a ivermectina no combate à Covid no Maranhão. Deve ser porque ele tinha a missão de salvar vidas -- algo que foi criminalizado na pandemia da loucura, histeria coletiva e mucho diñero
Nunca se esqueça que por pura politicagem, ideologia e vantagens financeiras, pessoas foram exterminadas como ratos de laboratório com superdosagem de remédios comprovadamente seguros apenas para produzir uma falsa premissa de ineficácia e insegurança.
Aqui eu conto o curioso caso de Randolfe Rodrigues, que recomendou a condecoração de agentes da saúde do Amapá q salvaram milhares d vidas c/a cloroquina e ivermectina, mas recebeu vi$ita da Pfizer e passou a condenar os medicamentos baratos e sem patente
https://t.co/OHFmLjH39v
Lembrando que a Universidade Nilton Lins é a que concedeu o grau de médica à Juliana Brasil Santos, que prescreveu adrenalina endovenosa em vez de inalatória, resultando na morte de um menino de 6 anos.
@carteiroreaca Ele lava a alma de todo brasileiro que torce por esse país. Inteligente e preparado, deixa os jornalistas desesperados com a apresentação de fatos da violência cotidiana nacional.