Uma adolescente negra de 15 anos, bolsista do Colégio Presbiteriano Mackenzie, foi encontrada desacordada no banheiro da escola com um saco plástico na cabeça, amarrado com um fio.
Ela está internada após sofrer uma série de ataques racistas e homofóbicos por parte de colegas. Desde o início de 2024, a jovem vinha sendo chamada de “cigarro queimado” e “lésbica preta”, entre outras ofensas.
A família afirma que denunciou os abusos à escola, mas nenhuma providência efetiva foi tomada.
O caso, investigado pela Polícia Civil como tentativa de suicídio, pode esconder algo ainda mais grave.
A mãe suspeita de tentativa de homicídio e pede respostas. A escola disse estar apurando os fatos e prestando apoio, mas a omissão diante das denúncias prévias pesa como cúmplice da violência.
Não estamos falando de um episódio isolado, mas de um sistema educacional que protege seus privilegiados e silencia os corpos racializados.
Enquanto isso, uma menina luta pela vida, marcada pelas cicatrizes de um racismo que muitos fingem não ver.
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