Você perdeu tudo: seus bens materiais, lembranças da sua história e às vezes até parentes. E está lá, dentro d'água, acabado. Chega um cara e enfia um celular para te filmar no teu momento mais vulnerável, te expondo para milhões de pessoas. E ainda tem a pachorra de perguntar: “Como é que você se sente?"
E o pior que ainda tem quem ache isso lindo, esse sensacionalismo e autopromoção em cima de uma tragédia como a do RS.