já está em pré-venda meu primeiro romance, que sai em outubro pela @todavialivros
vejam que capa linda, que foto chiquérrima, que alegria poder mostrar isso, finalmente:
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eu vi o vídeo, gente! fiquei feliz demais de ver alguém tendo a mesma reação que eu quando eu li brás cubas pela primeira vez com meu português precário: espanto e indignação de não ter convivido com o machado desde sempre.
presenteiem os amigos gringos, espalhem essa alegria!
O psicólogo Jonathan Haidt é autor do livro "A geração ansiosa: como a infância hiperconectada está causando uma epidemia de transtornos mentais". Ele cita 4 medidas para proteger crianças e adolescentes de armadilhas das redes sociais. Siga o fio. (1/6)
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Descobri novos horizontes literários através de indicações da rede e compartilhar é sempre muito legal. A lista de indicados está cada vez maior e melhor, e a de janeiro está no ar. Segue o 🧶👇
A @jessicabalbino traz sempre indicações maravilhosas, ela é fera! A primeira foi A segunda Mãe, título que já recomendou mais deu uma vez
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Distopia “A Segunda Mãe”, de @karinhueck, reposiciona papel masculino de forma radical. Sem mais spoilers, com a palavra, a autora:
Na @folha👇
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Pedro é filho de Bruno Pereira, um dos indigenistas mais combativos do Brasil, assassinado covardemente em junho de 2022. Aos 5 anos, com câncer, ele precisa de um medicamento para salvar sua vida. Pedro é filho de todes nós.
Doe e ajude a divulgar🌳💚
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“Uma estudante perguntou uma vez à antropóloga Margaret Mead qual considerava o primeiro sinal de civilização em uma cultura. A estudante esperava que a antropóloga falasse de anzóis, bacias de barro ou pedras para amolar, mas não. Mead disse que o primeiro sinal de civilização numa cultura antiga é a prova de uma pessoa com um fêmur quebrado e curado.
Mead explicou que no resto do reino animal, se você quebrar a perna, você morre. Você não pode fugir do perigo, ir para o rio beber água ou caçar para se alimentar. Você se torna carne fresca para predadores.
Nenhum animal sobrevive a uma perna quebrada o tempo suficiente para que o osso cure. Um fêmur quebrado que se curou é a prova de que alguém tirou o tempo para ficar com o que caiu, curou a lesão, colocou a pessoa em segurança e cuidou dele até que ele se recuperasse.
′′Ajudar alguém a passar pela dificuldade é o ponto de partida da civilização ", explicou Mead. “A civilização é uma ajuda comunitária."