A Agência Pública descobriu que o irmão de Flávio Bolsonaro (PL) abriu uma empresa no Bahrein usando seu passaporte italiano. A empresa foi constituída no final de 2024, antes de se mudar para os EUA e quando levantava recursos para Dark Horse.
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No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
URGENTE: O DNA DO MINISTRO KASSIO NO ESQUEMA DO MASTER - Reuniões e repasses a uma consultoria que pagou o filho do ministro antecederam o voto de Nunes Marques a favor do Master - @revistapiaui https://t.co/8WzmVdofjt
🚨 A situação de Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, acaba de ficar ainda mais complicada.
A revista piauí revelou novas mensagens que expõem a proximidade entre Daniel Vorcaro e o círculo do ministro indicado por Jair Bolsonaro.
Foram 463 mensagens e 40 chamadas com o desembargador Newton Ramos, pelo menos nove encontros articulados com Kassio e milhões de reais circulando por uma consultoria que pagou o filho do ministro.
No meio disso, Kassio voltou atrás em seu próprio impedimento e deu o voto decisivo num julgamento que favoreceu interesses do Banco Master.
Após a vitória, o diretor jurídico do banco compartilhou o contato do filho do ministro com uma mensagem: “Dominado aqui.”
E é justamente Kassio quem preside o TSE nas eleições entre Lula e Flávio Bolsonaro.
Stiglitz para a Folha: “Os mercados têm uma visão muito imediatista. O que eles enxergam são impostos mais baixos, um ambiente mais "favorável aos negócios". Mas o que não percebem é que uma economia em recessão não é favorável aos negócios. Uma economia que não fez os investimentos básicos em educação, infraestrutura e tecnologia não é realmente favorável aos negócios.”
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📊 MENTIRA SOBRE FALÊNCIAS 📊
Flávio Bolsonaro já repetiu 25 vezes que o Brasil registra recorde de fechamento de empresas e fuga de fábricas para o Paraguai. Isso não é verdade.
Saiba o que mostram os dados: 👇
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Delegado da Polícia Civil do Rio revela o que sabe sobre o bolsonarismo e o submundo do crime
Um dos mais experientes profissionais da segurança pública do Rio de Janeiro fala sobre um dos temas mais graves da política brasileira: a relação do bolsonarismo com o submundo.
Vinícius George, delegado aposentado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, com mais de 30 anos de experiência na área da segurança pública.
Ao longo de sua carreira, atuou em delegacias distritais e especializadas, na Chefia de Polícia e na Secretaria de Segurança Pública, onde trabalhou nas áreas de inteligência e controle interno.
Também exerceu funções na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde coordenou duas importantes Comissões Parlamentares de Inquérito: a CPI das Milícias e a CPI do Tráfico de Armas, Munições e Explosivos.
Trata-se, portanto, de um profissional que conhece profundamente a realidade da criminalidade no Rio de Janeiro, a atuação das milícias e os desafios do combate à corrupção nas instituições de segurança pública.
➡️ Flávio recebeu Rolex de diretor de empresa punida por fraude #sbtnews
Senador ganhou relógio de luxo de executivo da Precisa Medicamentos, multada em R$ 3,8 milhões pela CGU por fraudes na negociação da vacina Covaxin
https://t.co/mZbYFfrWuw
Onde você estava no dia 17 de julho de 2020?
Provavelmente, trancado em casa, se protegendo da COVID-19.
Nesse período, a pandemia matava cerca de mil e trezentas pessoas por dia no Brasil. Só no Distrito Federal, foram registradas 23 mortes naquele dia.
E onde Flávio Bolsonaro estava nessa mesma data?
De acordo com a reportagem da revista Piauí, o senador curtia uma festinha privada com garotas de programa e bebidas em uma lancha no Lago Paranoá, com dois empresários envolvidos no escândalo da venda da vacina Covaxin.
🇧🇷 Flávio Bolsonaro adota um discurso totalmente neoliberal, afirmando que o Estado deve se resumir a cuidar apenas da educação, saúde e segurança, deixando de atuar e investir no desenvolvimento nacional. Sua fala criticou diretamente a CEITEC, importante estatal brasileira que produz chips e semicondutores em Porto Alegre, a única empresa com capacidade de fabricar chips front-end na América do Sul.
Julho de 2020. No meio da pandemia, um passeio de lancha reuniu o senador Flávio Bolsonaro, lobistas da Covaxin e garotas de programa.
Por @joao_batistajr, @anaclaracosta e @brenopires
https://t.co/eiw7iHC7kh
Flávio Bolsonaro proibiu a equipe de falar sobre as propostas, o que significa que as propostas que ele tem para o Brasil são radicalmente impopulares.
E, o que é pior, ele sequer tem a coragem de ser transparente com o que pretende fazer ao país.
Covarde.
Uma pista pra entender são os estudos da Stephanie Stantcheva pros EUA. As pessoas tendem a achar que aumentos de preços são culpa do governante, mas aumentos de renda são mérito próprio, fruto de esforço individual
🚨 URGENTE! FLÁVIO BOLSONARO TEM MAIS DE 200 DECRETOS PRONTOS PARA ASSINAR E A MAIORIA MIRA AS REGRAS TRABALHISTAS!
O trabalhador brasileiro precisa saber o que está sendo preparado!
Segundo reportagem de Renato Souza, do Correio Braziliense, aliados de Flávio Bolsonaro revelaram que o candidato já tem mais de 200 decretos preparados para colocar em prática caso vença a eleição. O plano é promover um verdadeiro “decretaço”, possivelmente já no primeiro dia de governo.
E olha o que está na lista:
🔴 DIREITOS TRABALHISTAS: A maioria dos decretos trata da regulamentação de normas trabalhistas, incluindo o fim da escala 6x1 e a organização da jornada de trabalho.
🔴 MEIO AMBIENTE: O plano prevê restringir a fiscalização de órgãos ambientais sobre áreas de vegetação em propriedades privadas ou fora de zonas oficialmente protegidas.
🔴 REVOGAÇO: Flávio pretende derrubar decretos assinados por Lula, revertendo medidas do atual governo.
🔴 DESMONTE ADMINISTRATIVO: Dezenas de medidas econômicas e administrativas estão sendo preparadas, incluindo a extinção de conselhos, comitês e grupos de trabalho.
🔴 PRIVATIZAÇÕES: O projeto também prevê iniciar, nos primeiros três meses, medidas para privatizar entidades estatais, dependendo da aprovação do Congresso.
A reportagem revela ainda que aliados de Flávio acreditam ter condições de aprovar as mudanças com a nova composição do Congresso. Parte das propostas precisaria passar por deputados e senadores, inclusive por meio de medidas provisórias.
E TEM UM DETALHE: FLÁVIO NÃO RESPONDEU AOS QUESTIONAMENTOS DO JORNAL!
É o mesmo candidato que, em plena campanha, passou a defender o fim da escala 6x1 depois de criticá-lo.
Agora descobrimos que seus aliados falam em centenas de medidas já preparadas, inclusive para regulamentar essa conquista dos trabalhadores.
Os textos dos decretos ainda não foram divulgados. Portanto, não sabemos exatamente quais regras Flávio pretende alterar.
Mas a pergunta é simples: por que esconder do eleitor o conteúdo de mais de 200 medidas que já estariam prontas?
Quer governar o Brasil? Então mostre o plano inteiro antes da eleição!
O TRABALHADOR TEM DIREITO DE SABER O QUE PODE ACONTECER COM SEUS DIREITOS!
📰 Fonte: Correio Braziliense — Renato Souza - 21/10/2026.
PRIMEIRA MÃO: O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, tem mais de 200 decretos prontos para serem assinados caso ele seja eleito, sendo que a maioria trata de alterações nas leis trabalhistas, inclusive dispositivos sobre a emenda constitucional que acabou com a escala 6X1. Saiba mais na reportagem abaixo: