“Mesmo nos nossos momentos mais felizes, sempre existe esse pensamento no fundo da cabeça: ‘Isso vai durar para sempre?’ Essa é a dicotomia da vida. A balança está sempre tentando se equilibrar.”
— Olivia Rodrigo para a revista DAZED
Olivia Rodrigo sobre a polêmica do babydoll que usou em seu show em Barcelona.
"O que realmente me incomoda é que eu sinto que já usei roupas talvez mais reveladoras no palco. Já subi no palco de sutiã brilhante e shortinho. O que é meu direito. Eu me sentia legal e confortável naquilo. E aquilo não foi considerado inapropriado. Mas eu totalmente coberta num vestido que as pessoas decidiram que parecia ‘infantil’ virou algo inapropriado.
E eu acho que isso só mostra como a pedofilia é absurdamente normalizada na nossa cultura. E também é esse discurso que enfiam na cabeça das meninas desde muito novas: ‘não use isso porque um homem vai sexualizar o seu corpo e a culpa vai ser sua.’ É muito estranho.
E eu nem achava que eu parecia sexy com aquilo. Eu pensava tipo: ‘isso é tão legal.’ Eu sentia que parecia a Kathleen Hanna ou a Courtney Love, todas essas pessoas que são minhas heroínas. Eu me senti legal e confortável usando aquilo.
E eu acho que se a gente começa a se vestir pensando tipo: ‘ah, não quero que algum esquisito ache que eu tô querendo parecer sexy como um bebê’ ou qualquer coisa absurda assim… acho que estamos perdendo completamente o foco da questão.
Eu sou muito protetora com mulheres mais novas e meninas, e eu nunca quero que elas cresçam ouvindo esse tipo de discurso. E também quero proteger o direito delas de, conforme crescem, fazerem o que quiserem, seja lá o que isso acabar sendo.
É tipo um culto estranho. Você não deveria ser responsabilizada por algum cara te sexualizar de uma forma que nunca foi sua intenção.”
é impressionante a falta de referências, a covardia estética, o medo do absurdo, o excesso de moralidade, a estupidez passiva de não precisar se aprofundar em nada, a falta de autoconhecimento, a limitação sexual e artística, enfim. desestimulante.
Você age como se não tivesse falando sobre duas discussões completamente diferentes, seu intuito com esse video é somente para confundir o povo e inflamar discussões e criar cortina de fumaça.
Enfim Nikolas,
Reduzir a jornada de trabalho é um debate sobre saúde física, saúde mental, descanso e qualidade de vida do trabalhador. Já imprimir dinheiro sem controle é uma questão de política monetária que pode gerar inflação. Uma coisa não tem relação direta com a outra.
Perguntei para dois trabalhadores o que eles acham de o Estado impor até quantos dias o povo pode trabalhar.
Eu não sou contra quem quer folgar mais um dia, mas o Estado proibir as pessoas de trabalhar e vender a ideia de que isso, levado às últimas consequências, não irá afetar a vida do próprio trabalhador é uma mentira que não vou aceitar.
Se há pessoas que trabalham demais, é porque 149 dias do ano delas vão para pagar impostos, e o dinheiro que sobra não rende quase nada.
O culpado não é o empregador, é o governo que suga o nosso dinheiro e faz ele valer cada dia menos com políticas populistas e inflacionárias.