@dominguesvero@trackjit Schopenhauer: fluente em grego, latim, alemão, francês e inglês. Baseando-se na sabedoria oriental indicou a vontade como a coisa-em-si e rompeu com a tradição que ñ a considerava precisamente como fundamento ontológico. Além disso, foi admirado por Einstein. Ele ñ era um merdakk
@estudosmarx@Simonp_zzz@Sekailuigi Mesmo que o sujeito esteja contido na realidade q se investiga, a abstração de si é uma etapa essencial da investigação filosófica e científica, pois mesmo no reconhecimento de tal implicação já se tomou o sujeito abstratamente, ou seja, vc retorna à necessidade de abstrair o eu
@estudosmarx@Simonp_zzz@Sekailuigi Não. Não vê. Você está projetando mais significado à definição do rapaz do que há. Quando ele toma a ciência como o entendimento da realidade mediante uma investigação metodológica, não há nada nela que ressalte uma realidade estática.
@zedoscomputer@macario_azevedo Não sei se aborda a hipocrisia. Mas, por "caloroso", lembra-me o que Sérgio B. Holanda desenvolveu, em Raízes do Brasil: o conceito de "cordialidade", que expressa a forma de socialização emotiva do brasileiro — podendo revelar não apenas generosidade como tbm hostilidade extrema
@F81518@DaniloGentili A ciência não pensa. Por trás do método há um cientista que é movido por fatores extracientíficos, princípios éticos. Embora a coragem não acompanhe o método científico, compõem aquele que o aplica; donde se estuda a ética médica, por exemplo.