Se não fosse o dia 25 de novembro, a verdade é que os portugueses, em vez da Pfizer, andavam agora a comparar efeitos secundários da Sputnik como quem compara preços no supermercado.
O destino era Gaza. Não era Israel, para onde fomos levados ilegalmente. O governo decidiu imputar o custo a quem levava ajuda humanitária contra o genocídio. Um governo decente mandaria a fatura ao genocida. Pagarei o bilhete, comprando a prova de que há ministros sem espinha.
@JoanaMortagua Medo de quê? Deixe lá de ser infantil. Deviam era ter noção do ridículo e de terem destruído um partido com a vossa agenda woke. Felizmente os portugueses não dormem, podem demorar a acordar mas não dormem.