Y sí, tenemos que hablar de este MOMENTO. La jugada clave. Al minuto 90, cuando el marcador estaba 2-2, Egipto tuvo este contraataque que parecía dejar sin opciones a Argentina. Empezó siendo 3 vs 1. Leandro Paredes era el que estaba en el fondo, el último hombre. Y él, sin falta, cortó el pase de Marmoush y salió jugando como si nada hubiera pasado. De esas acciones defensivas que deben celebrarse como gol. De esas decisiones que lo cambian todo.
— LEANDRO PAREDES: "Uno en la cancha, cuando pasan este tipo de cosas, no se da cuenta de la magnitud. Cuando termina el partido y los compañeros te empiezan a hablar de la jugada, te das cuenta de lo que quizá pasó. Pero lo más importante es que ganamos, competimos y peleamos hasta el final, cuando muchos nos creían fuera".
EL HÉROE SILENCIOSO.
Si sentiste que cada una de estas situaciones habla de tu presente, el cambio empieza hoy.
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El día que creaste tu propio proyecto pensaste en libertad, no en vivir encadenado a las notificaciones a cualquier hora del día.
Abro hilo de cómo recuperar el control de tu tiempo usando tecnología con calidez humana 👇
Porque al final del día, el objetivo real de automatizar no es solo facturar más; es comprar el tiempo necesario para volver a estar presente en tu propia vida.
Una pregunta para encontrar el tuyo:
¿En qué estás perdiendo más oportunidades por no responder a tiempo?
Esa etapa es tu cuello de botella. Esa es tu primera automatización.
No la más interesante. La más urgente.
Terminei Lost pela segunda vez.
Na primeira, anos atrás, assisti uma série sobre mistérios. Desta vez, assisti uma série sobre encontros.
Quando vi Lost pela primeira vez, queria entender a ilha. Queria respostas. Queria saber o que era a fumaça, os números, as viagens no tempo e todas aquelas explicações que a série parecia prometer. Agora, mais velho, percebi que as respostas nunca foram a parte mais importante. As pessoas sim.
Lost fala de física, religião, destino, escolhas, ciência, fé, vida após a morte e mais um monte de temas que ajudaram a série a sobreviver por mais de vinte anos. Mas, para mim, a mensagem acabou sendo muito mais simples: o que importa são os encontros.
Jack encontra Kate. Locke encontra sua fé. Desmond encontra Penny. Hurley encontra seu propósito. E até o sacana do Ben Linus encontra alguma forma de redenção. Nunca vi alguém apanhar tanto numa série. Durante cinco temporadas o sujeito leva surra, traição, humilhação, perde tudo algumas vezes e, de algum jeito, continua ali.
Cada personagem parece estar procurando alguma coisa, mas quase sempre encontra outra. Talvez seja por isso que a série continue funcionando tão bem depois de tanto tempo.
E aqui aconteceu uma coisa que eu não esperava.
A cena que mais me emocionou não foi uma das mais famosas. Foi Sawyer reencontrando Juliette. Não porque seja o romance mais intenso da série, mas porque talvez seja o mais maduro.
Sawyer passou anos vivendo com raiva, desconfiado de tudo e de todos, sempre pronto para fugir, mentir ou atacar. Quando está com Juliette, ele muda. Não apenas emocionalmente. Ele muda fisicamente. Sorri mais, respira diferente, anda diferente. Pela primeira vez, parece um homem que não está pronto para fugir.
Quando a perde, não parece apenas que perdeu alguém que amava. Parece que perdeu o lugar onde finalmente tinha parado de fugir.
E foi aí que algumas lágrimas caíram por um motivo completamente diferente do que eu imaginava.
Talvez porque eu tenha percebido uma coisa que passei anos sem entender: existe uma diferença enorme entre acomodação e paz. Durante muito tempo eu confundi as duas.
No fim das contas, Lost não me deixou pensando nos mistérios. Me deixou pensando nos encontros. Nas pessoas que passam pela nossa vida, nas que ficam, nas que vão embora e nas que ajudam a gente a encontrar partes de nós mesmos que estavam perdidas.
A ilha era importante. Mas nunca foi o centro da história. As pessoas sim.
E talvez seja por isso que Lost continua funcionando depois de todos esses anos. Porque, no fundo, todo mundo está perdido em algum lugar. E quase sempre é um encontro que nos ajuda a achar o caminho de volta.