say what you want about twelve & clara’s relationship but ‘do you think I care for you so little that betraying me would make a difference?’ is one of the most beautiful lines I have ever heard in my life
o timothee precisa engordar 20 quilos ou parar de aceitar papel de guerreiro pois não da para levar a serio com esse arquétipo bicha medonha que ele tem e isso acaba com minha imersão cinemática
🚨 URGENTE
Acaba de vazar uma carta do governo de Donald Trump para Flávio Bolsonaro.
Na carta, o governo de Trump agradece a Flávio Bolsonaro por seu “apoio” e afirma que os EUA continuarão aplicando tarifas contra o Brasil e atacando o Pix.
FLÁVIO BOLSONARO TRAIDOR DA PÁTRIA
we need to start including AO3 in our yearly reading wrap-ups because reading 150k words about the same two people falling in love in every possible universe is still reading.
Com camisas da Seleção Brasileira, atletas palestinos mutilados por "israel" jogam futebol em Gaza: "Não desistiremos"
Jogadores de futebol palestinos que tiveram membros amputados pelos israelenses no genocídio em Gaza participam de simulação da Copa do Mundo em Deir Al-Balah, Gaza, e mantêm vivo o sonho de seguir jogando futebol.
Gaza possui a maior população de amputados do mundo, tanto entre adultos quanto crianças, fruto do projeto de extermínio promovido pelos israelenses contra a Palestina e o povo palestino.
Deixa eu explicar uma coisa básica. Não existe um “direito de um Estado existir”. Estados existem. E ponto. A própria ordem internacional admite mudanças, dissoluções e transformações de Estados. Isso já aconteceu várias vezes na história.
Portanto, defender a desconstituição de um Estado não é, por si só, ilegal. Um exemplo simples: pessoas que defenderam a dissolução da União Soviética estavam defendendo o fim de um Estado. Isso não significava ódio aos povos eslavos, não era racismo “antieslavo”, não era perseguição étnica. Era uma posição política sobre uma estrutura estatal. Inclusive, há diversos setores sionistas que defendem abertamente o fim do Irã, muitas vezes com discursos que envolvem guerra total e até uso de armas nucleares, o que implicaria a morte em massa da população civil.
Agora, quando alguém defende a desconstituição do Estado de Israel, isso não implica, necessariamente, em matar ou expulsar os israelenses que vivem lá. O que se propõe, na maior parte dos casos, é a substituição por um Estado palestino democrático, no qual esses mesmos indivíduos possam viver como cidadãos, com direitos garantidos. Isso não é crime. E não é antissemitismo.
Ah, mas “os israelenses não querem”. Certo. Os palestinos que viviam naquele território também não queriam a imposição de um Etnoestado estruturado majoritariamente por pessoas que sequer nasceram ali. Tampouco aceitaram a apropriação de cidades de maioria árabe e a expulsão de grande parte da população, que permanece refugiada até hoje.
Então não existe essa ideia de que a autodeterminação de um povo possa se sobrepor à de outro. Se houve violação do direito de autodeterminação palestino, não se pode tratar o processo como se fosse legítimo de forma incontestável.
Por isso, não há nenhum crime em defender a desconstituição de um Estado enquanto estrutura política. Isso faz parte do debate político e jurídico internacional.